Culto coletivo

E os levitas carregaram a arca de Deus apoiando as varas da arca sobre os ombros, conforme Moisés tinha ordenado, de acordo com a palavra do Senhor. (1 Cr 15:15)

Finalmente Davi conseguiria conseguiria pôr em prática o seu desejo: levar para Jerusalém a Arca da Aliança. Dessa vez, fez tudo certo e encarregou os levitas do transporte. Foi uma grande festa, um verdadeiro culto a Deus.

Mas, para que este culto fosse completo, não bastavam os carregadores. Outras funções precisavam ser supridas. E então foram escolhidos os músicos e os porteiros (estes últimos eram como vigias, que estavam ali para proteger a Arca do SENHOR).

Pode parecer que o trabalho de carregar a Arca nos ombros é mais nobre ou mais importante, mas o fato é que essa festa não seria tão especial se não fossem todos os demais que acompanharam o transporte, tanto os trabalhadores – músicos e porteiros – como também a audiência, ou seja, todos os que acompanharam o cortejo, cantando e louvando a Deus em harmonia.

Isso é cultuar. Ser parte de um grupo onde cada um exerce uma função de vital importância para que o ato de culto seja pleno. É bem verdade que o culto pessoal – aquele só você e Deus – é importante e imprescindível, mas nada se compara ao culto oferecido pelo corpo de Cristo, a igreja, em união. Isso porque juntos somos mais fortes espiritualmente e sustentamos uns aos outros. Do Pastor ao Zelador, todos contribuem para que o ato de cultuar em uma igreja seja espontâneo, verdadeiro e alegre.

Você também vai gostar de ver:

Deixe aqui seu comentário sobre o Clamarei.