Orações de vitória

Quando ele abriu o sétimo selo, houve silêncio no céu por volta de meia hora.
Vi os sete anjos que se acham em pé diante de Deus; a eles foram dadas sete trombetas.
Outro anjo, que trazia um incensário de ouro, aproximou-se e se colocou de pé junto ao altar. A ele foi dado muito incenso para oferecer com as orações de todos os santos sobre o altar de ouro diante do trono.
E da mão do anjo subiu diante de Deus a fumaça do incenso juntamente com as orações dos santos.
Então o anjo pegou o incensário, encheu-o com fogo do altar e lançou-o sobre a terra; e houve trovões, vozes, relâmpagos e um terremoto. 
(Ap 8:1-5)

No livro de Apocalipse, o apóstolo João antevê uma ligação direta entre os mundos: visível e invisível. No ponto culminante da história, o céu permanece silente. Sete anjos em pé com sete trombetas, aguardam. O silêncio impera, como se o céu estivesse na expectativa de ouvir. E um anjo recolhe as orações do povo de Deus na terra — de louvor, lamento, abandono, desespero, súplica — misturadas com incenso e apresentadas perante o trono de Deus (Ap 8:1-4). Rompe-se o silêncio quando o cheiro suave das orações é lançado a terra, enviando tempestade de: “trovões, relâmpagos e terremoto” (Ap 8:5).

A mensagem é clara. As orações são indispensáveis na vitória final sobre o mal, o sofrimento, e a morte.

Fonte: Nosso andar diário

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