Archive for 1 João

Amar obedecendo

Conhecemos a Deus obedecendo os Seus mandamentos. (1 Jo 2:3)

Sabemos que amamos os filhos de Deus obedecendo os Seus mandamentos. (1 Jo 5:2)

Amamos a Deus obedecendo os Seus mandamentos. (1 Jo 5:3)

E este é o amor: que andemos em obediência aos Seus mandamentos. Como vocês já têm ouvido desde o princípio, o mandamento é este: que vocês andem em amor.  (2 João 1:6)

Amor e obediência estão sempre juntos. Amar é obedecer. Nosso amor a Deus é concretizado pela obediência à Sua palavra, aos Seus mandamentos. E Ele nos deixou como maior mandamento o amor.

Para amar é preciso obedecer. Para obedecer é preciso amar.

Já tentou entender ou explicar o amor? É complexo. Talvez o mais difícil dos sentimentos para se descrever. Por outro lado, obediência é um conceito muito sólido, que temos arraigados na mente desde crianças.

Mas Deus nos explicou muito claramente o que é o amor verdadeiro. Amar não tem nada a ver com um sentimento confuso, estonteante e descontrolado. Amar é obedecer.

Se você deseja cumprir o mandamento de Jesus amando a Deus e aos próximos faça isso por meio da obediência, da submissão, da aceitação, da doação. Então você perceberá que amar é muito mais fácil do que pode parecer.

A culpa é nossa

Com medo dos babilônios, um grupo de israelitas que não haviam sido levados cativos decidiram fugir para o Egito. No caminho, pediram a Jeremias para orar por eles e pedir orientação, afirmando que obedeceriam qual fosse a ordem, sendo esta favorável ou não (2 Rs 25:26 / Jr 42:1-6).

O que aconteceu depois? Desobediência. Seguiram até o Egito, mesmo tendo sido alertados por Deus que não deveriam fazer isso. (Jr 43:4)

Judá estava em ruínas por causa do mal praticado pelo povo. Israel trouxe sobre si a desgraça, se autodestruiu (Jr 44:2-3, 8). Ainda assim, arrependimento e reverência permaneciam distantes… O povo preferia acreditar que a aparente felicidade era oferecida pelos falsos deuses que cultuavam ostensivamente nas ruas de Jerusalém. (Jr 44:15-19)

Deus é bom, mas também é justo. Nossas faltas não ficarão impunes. Mas nosso castigo não é culpa do Senhor: a culpa é nossa. Somos nós quem escolhemos por onde ir, o que fazer, como agir. E seremos também nós os responsáveis pelas consequências de tudo o que fazemos, se bom ou mau.

Somos culpados, já que todos somos pecadores. E o pecado nos separa de Deus (Rm 3:23). Mas Deus nos ama tanto que permitiu que seu próprio filho viesse ao mundo para nos redimir. Jesus, o único homem que não cometeu pecado algum padeceu por nós, levando ele mesmo em seu corpo os nossos pecados sobre o madeiro, para que, mortos para os pecados, pudéssemos viver para a justiça (1 Pe 2:21-24).

Em Cristo nossos pecados estão perdoados, lavados pelo Seu sangue. Ainda assim, nossos atos produzem efeitos dos quais não podemos fugir. Mesmo perdoados, continuamos culpados pelas consequências, porventura desastrosas, de nossos pecados. E Deus continua o mesmo, bom e justo!

E esta é a mensagem que dEle ouvimos, e vos anunciamos:
que Deus é luz, e não há nele trevas nenhumas.

Se dissermos que temos comunhão com Ele, e andarmos em trevas, mentimos, e não praticamos a verdade.
Mas, se andarmos na luz, como Ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado.
Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós.
Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça
(1 Jo 1:5-9)

Juiz, legislador e rei

Pois o Senhor é o nosso juiz,
o Senhor é o nosso legislador,
o Senhor é o nosso rei;
é Ele que nos salvará.
(Is 33:22)

Juiz, legislador e rei… Na nossa sociedade estas funções são exercidas por pessoas distintas, quase sempre com o objetivo de ter certo controle sobre a tirania, protegendo, assim, o povo de líderes opressores.

Mas Deus não está sujeito às consequência do poder; em qualquer circunstância, Ele sempre julga com justiça, e ainda adiciona um tanto de amor e misericórdia.

O Senhor é rei, soberano, o único digno de realeza.

O Senhor é legislador, que estabelece as leis, que distingue o certo e o errado, o verdadeiro e o falso, o bom e o mau.

O Senhor é Juiz, que condena e que absolve, que é fiel e justo para perdoar os pecados daqueles que os confessarem arrependidos de coração (1 Jo 1:9).

O Senhor é Deus, pois dele, por ele e para ele são todas as coisas.
A ele seja a glória para sempre! Amém.
(Rm 11:36)

Deus conhece o coração

Ai daqueles que descem às profundezas para esconder seus planos do Senhor,
que agem nas trevas e pensam: “Quem é que nos vê? Quem ficará sabendo?”

Pois Ele [Deus] enxerga os confins da terra e vê tudo o que há debaixo dos céus. 

Porque Deus é maior do que o nosso coração e sabe todas as coisas.
Ele trata cada um de acordo com o que merece, visto que conhece o seu coração. 

(Is 29:15 / Jó 28:24 / 1 João 3:20 / 1 Rs 8:39b)

* * * * * * * * * *

 Sim, SENHOR, só tu conheces o coração do homem.
(1 Rs 8:39c)

Propósito de salvação

Pois esse é o propósito do Senhor dos Exércitos; quem pode impedi-lo? Sua mão está estendida; quem pode fazê-la recuar? (Is 14:27)

No contexto, as palavras acima se referem à destruição que viria sobre a Babilônia, nação perversa, que despertou a ira do Senhor. Mas a onipotência de Deus também se aplica à salvação, quando Ele a tiver como propósito, não haverá quem seja capaz de impedir.

Que o propósito de Deus em relação a nós seja a salvação e não a destruição! Para isso, precisamos…

  • Ter fé – Porque sem fé é impossível agradar a Deus. (Hb 11:6a)
  • Reconhecer nossas fraquezas – Pois, Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça. (1 Jo 1:9)
  • Crer em Jesus Cristo – Pois ele mesmo nos garantiu: “Quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna e não será condenado, mas já passou da morte para a vida.” (Jo 5:24)

Atribuam ao Senhor a glória que o seu nome merece; adorem o Senhor no esplendor do seu santuário (Sl 29:2), pois Ele, e apenas Ele, tem poder para nos salvar.

Deus é fiel e justo

Mais uma vez os israelitas fizeram o que o Senhor reprova (Jz 10:6). E mais uma vez veio sobre ele a opressão, desta vez pelas mãos dos amonitas e filisteus.

Depois de 18 anos de sofrimento, finalmente os israelitas perceberam que a libertação só poderia vir pelas mãos de Deus – confessaram seus pecados e suplicaram por livramento (Jz 10:15). Então eles se desfizeram dos deuses estrangeiros que havia entre eles e prestaram culto ao SENHOR. E Ele não pôde mais suportar o sofrimento de Israel (Jz 10:16). Logo seria levantado um novo líder que traria anos de paz ao povo.

O amor de Deus é incomparável. Mesmo quando nos encontramos na situação mais degradante e pecadora, Ele está ali, de braços abertos, caminhando ao nosso lado, esperando ansioso pela nossa conversão.

Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça. (1 Jo 1:9)

Herança que não perece

O momento de receber a herança prometida estava cada vez mais próximo e o povo de Israel foi contado, pois a cada uma das doze tribos seria dada uma porção de terra proporcional ao tamanho do clã. (Nm 26:53-54)

A nós também foi prometida uma herança.

Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo! Conforme a sua grande misericórdia, ele nos regenerou para uma esperança viva, por meio da ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos, para uma herança que jamais poderá perecer, macular-se ou perder o seu valor. (1 Pedro 1:3-4)

Portanto, tudo o que fizerem, façam de todo o coração, como para o SENHOR, e não para os homens, sabendo que receberão do Senhor a recompensa da herança. (Cl 3:23-24).

E nossa herança não é outra senão a vida eterna, e essa vida está no Filho de Deus, Jesus Cristo. (1 Jo 5:11)

Obedecendo

Havia uma condição a ser cumprida para que os israelitas desfrutassem as bençãos de Deus: obediência.

Se vocês seguirem os meus decretos e obedecerem aos meus mandamentos, e os colocarem em prática, estabelecerei a minha habitação entre vocês e não os rejeitarei. Andarei entre vocês e serei o seu Deus, e vocês serão o meu povo. (Lv 26:3, 11-12)

Obedecer ainda é uma condição. Não é possível servir a Deus e permanecer em caminho torto. A obediência é algo que devemos buscar, um ato contínuo a ser praticado e melhorado diariamente. No caminho, tropeçaremos, mas uma outra sentença condicional nos oferece confiança e conforto:

Se confessarmos os nossos pecados,
ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados
e nos purificar de toda injustiça. (1 Jo 1:9)

Advogado fiel

Ah! se alguém pudesse contender com Deus pelo homem, como o homem pelo seu próximo! (Jó 16:21)

Ah, como Jó poderia imaginar que quase dois mil anos depois o mundo conheceria em forma humana o seu advogado junto a Deus – e o rejeitaria. Não, ele não poderia imaginar, mas sua fé era tão grande que ele conseguia entender a forma de agir de Deus.

Temos o privilégio de conhecer Jesus. No seu imenso amor e misericórdia Ele é aquele que nos defenderá com justiça diante de Deus – é aquele a quem Jó esperava.

Se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo. (1 Jo 2:1b)

357º dia: 1 Jo 3-5

Deus nos ensina o amor… Foi assim que Deus manifestou o seu amor entre nós: enviou o seu Filho Unigênito ao mundo, para que pudéssemos viver por meio dEle. (1 Jo 4:9)

Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que Ele nos amou e enviou seu Filho como propiciação pelos nossos pecados (1 Jo 4:10). Nisto conhecemos o que é o amor: Jesus Cristo deu a sua vida por nós, e devemos dar a nossa vida por nossos irmãos. (1 Jo 3:16)

Amados, amemo-nos uns aos outros, pois o amor procede de Deus. Aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. (1 Jo 4:7)

Deus nos ama tanto que nos chama de filhos (1 Jo 3:1a). Que o amor de Deus habite em nós, contagiando os que estão a nossa volta!