Archive for Filipenses

Pensem nessas coisas

Finalmente, irmãos,

tudo o que for verdadeiro,
tudo o que for nobre,
tudo o que for correto,
tudo o que for puro,
tudo o que for amável,
tudo o que for de boa fama,

se houver algo de excelente ou digno de louvor,
pensem nessas coisas.

(Fp 4:8)

Unidade em amor

Não atente cada um para o que é propriamente seu,
mas cada qual também para o que é dos outros.
(Fp 2:4)

O jogador de uma equipe americana de beisebol, Josh Hamilton, batalhou com problemas de vício em drogas e álcool. Quando sua equipe venceu a final em 2010, Hamilton ficou preocupado com a celebração após o jogo. E admitiu não ser bom para um alcoólatra estar no meio de uma “tempestade” de champanhe. Mas algo belo aconteceu. Em vez de champanhe, seus colegas de equipe armazenaram refrigerante no vestiário para que Hamilton pudesse ser incluído na celebração. Que grande imagem de comunidade e de como colocar as necessidades de outros acima da sua própria!

Foi o que Paulo quis dizer quando ordenou aos filipenses que considerassem os outros superiores a si mesmos (Fp 2:3-4). O fato de estarem unidos a Cristo tornou os cristãos filipenses membros da mesma família, e deu-lhes uma ligação especial. Deste modo, a atitude de uns com os outros deveria ser expressa de modo prático: unidade em amor, serviço sacrificial: descobrir como ajudar os outros mesmo quando estes não percebiam que precisavam de ajuda. O exemplo de Jesus Cristo é a motivação para este comportamento cristão.

Assim como os colegas de Hamilton, carreguemos também os fardos uns dos outros. Quando, de modo altruísta, amamos nosso próximo, estamos expressando o nosso amor a Deus.

Fonte: Nosso Andar Diário

Comunhão legítima e sincera

Em Filemon vemos a trama da vida de um escravo, Onésimo, que fugiu do seu senhor Filemon, e caiu em uma prisão junto com o apóstolo Paulo, deflagrando um encontro com Cristo (Fm 10). Dessa história, destacam-se as seguintes lições, por intermédio da vida do apóstolo Paulo:

  • A humildade engrandece enquanto a soberba diminui (Fm 1). Paulo não se apresenta como apóstolo ao interceder por um escravo, mas como prisioneiro de Cristo, se colocando no mesmo nível dele (Pv 18:12). Jesus prezou por essa característica, a humildade, pois esta tanto revelava sua personalidade (Jo 13:14, 15) quanto o conteúdo do seu ensino (Mt 11:29).
  • Não se deve desperdiçar a oportunidade de elogiar sinceramente as pessoas (Fm 4, 5). Paulo agradece a Deus e engrandece a Filemon em oração pelo relacionamento deste com Jesus e com os irmãos (Fm 7). Somos muito rápidos em criticar (Pv 12:18). O caminho da depreciação parece ser bem mais fácil para as pessoas, devido à natureza caída e predisposição interior ao mal que todos têm. Difícil é ser encorajador tendo como ponto de vista as qualidades e não os defeitos (Pv 16:24).
  • Somos embaixadores da paz, logo, chamados para pacificar (Fm 16, 17). Paulo foi um intercessor, mediador e pacificador entre o escravo e seu senhor (Rm 12:18). Construiu pontes em vez de muralhas ou abismos (Pv 15:1). Seu argumento foi em defesa do recém-convertido, classificando-o não mais como escravo, inimigo ou inútil, mas como irmão, amigo e útil (Fm 11). Ou seja, anulou a barreira utilitarista e trabalhista (escravo-senhor) e teceu a trama familiar (irmãos espirituais).
  • Nosso altruísmo com o próximo é oriundo da experiência e identificação de Cristo conosco (Fm 18, 19). Paulo foi tão empático com Onésimo que redimiu sua dívida (pagou a conta), justificou seu pecado, dignificou-o reconciliando-se com um desqualificado escravo marginalizado por um estigma de traidor, libertou-o da condição hereditária do pecado (por intermédio de Cristo), ministrou o perdão de Deus, incluiu-o novamente no convívio dos seus, nivelou-o à ética do Reino por meio de seu exemplo, demonstrou profunda compaixão com atitudes práticas. Em síntese, explicitou Jesus por meio da experiência de regeneração contida no Evangelho. Percebe-se que as ações de Paulo são iguais às de Cristo por nós. Esse é um cristianismo atuante de um cristão que faz identificação com os que ainda não conhecem a Deus (1 Co 9:20-23). Foi exatamente por isso que Jesus se manifestou ao mundo: Para nos revelar o Pai por meio de suas palavras, pensamentos e ações, fazendo-Se o caminho de acesso até Ele (Jo 14:6).

Tudo isso só foi possível pela transformação de Jesus no coração de Onésimo, e consequentemente, no de Filemon em relação ao ex-escravo. Um relacionamento só pode ser renovado neste nível se Cristo reinar nos corações (Mt 5:8). Isso se dá por causa do poder da palavra de Deus (Hb 4:12) e pelo convencimento do Espírito Santo (Hb 3:15).

Vivamos, então, em conversões constantes dos corações daqueles que nos cercam com a finalidade de atraí-los para uma comunhão legítima e sincera (Fp 2:2).

Fonte: Igreja Batista Ágape – “Uma análise da carta de Filemon

Um coração íntegro

Em oração, Davi pede ao Senhor: Dá ao meu filho Salomão um coração íntegro para obedecer aos teus mandamentos, aos teus preceitos e aos teus decretos. (1 Cr 29:19b)

“Um coração íntegro para obedecer aos teus mandamentos, aos teus preceitos e aos teus decretos” significa ser completamente dedicado a Deus. Isso foi o que Davi desejou para Salomão – que ele quisesse, acima de tudo, servir a Deus.

Você considera difícil fazer a vontade de Deus, ou considera ainda mais difícil estar disposto à fazê-la?

Deus pode lhe dar uma devoção sincera e se você crê em Jesus Cristo, esta benção já está acontecendo em sua vida.

Ponham em ação a salvação de vocês com temor e tremor, pois é Deus quem efetua em vocês tanto o querer quanto o realizar, de acordo com a boa vontade dEle.
(Fp 2:12-13)

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Bendito seja o Senhor Deus, o Deus de Israel, o único que realiza feitos maravilhosos.
Bendito seja o seu glorioso nome para sempre; encha-se toda a terra da sua glória. Amém e amém. 
(Sl 72:18-19)

343º dia: Fp 1-4

“Regozijai-vos sempre no Senhor; outra vez digo, regozijai-vos.” (Fp 4:4)

É fácil ser feliz quando em nossa vida acontece tudo o que desejamos. Nem é preciso esforço, simplesmente ficamos felizes. Por vezes a dificuldade é disfarçar a alegria…

Mas e quando nem tudo acontece do jeito que você planejou, ainda assim é possível ficar feliz? Difícil, não é? Mas não impossível, até porque para Deus nada é impossível  (Lc 1:37).

Paulo nós deixou um bom exemplo de vida. Viveu feliz, mesmo nos momentos mais difíceis. Sua felicidade não estava nas provações que sofreu, mas na certeza de que tudo o que acontecia na sua vida era a vontade de Deus e que sua vida estava sendo usada para a glória do SENHOR.

“Regozijai-vos sempre no Senhor; outra vez digo, regozijai-vos.” (Fp 4:4)

Não importa se vencemos ou se somos derrotados: Deus tem um propósito para nossa vida. Podemos ser presos e perseguidos, tudo por causa do nome de Jesus, mas isso será para nós uma oportunidade de dar testemunho (Lc 21:12-13).

Portanto,

“Regozijai-vos sempre no Senhor; outra vez digo, regozijai-vos. E em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco.” (Fp 4:4 / 1 Ts 5:18)

“A nosso Deus e Pai seja a glória para todo o sempre. Amém.” (Fp 4:20)

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