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Se não tiver amor

Paulo fez uma linda descrição do amor na primeira carta aos Coríntios, capítulo 13. É quase uma poesia, texto muito usado em casamentos e ocasiões especiais.

Já falamos aqui sobre a lei do “olho por olho” somada ao mandamento do amor, mas as características do amor descritas em 1 Coríntios completam ainda mais o entendimento  sobre como devemos amar o inimigo.

Primeiro, vamos recordar as palavras de Jesus sobre isso:

Mas eu digo a vocês que estão me ouvindo: Amem os seus inimigos, façam o bem aos que os odeiam, abençoem os que os amaldiçoam, orem por aqueles que os maltratam. (Lc 6:27-28)

Mas eu lhes digo: Amem os seus inimigos e orem por aqueles que os perseguem,
para que vocês venham a ser filhos de seu Pai que está nos céus. (Mt 5:44-45a)

Amem, porém, os seus inimigos, façam-lhes o bem e emprestem a eles, sem esperar receber nada de volta. (Lc 6:35a)

Jesus nos pede para amar sem esperar nada em troca, ainda que os alvos deste amor  sejam nossos inimigos. Ele nos ensina a amar como Ele próprio nos ama, incondicionalmente. E como é amar incondicionalmente? Paulo nos dá algumas dicas de como é esse amor:

O amor é paciente, o amor é bondoso.
Não inveja, não se vangloria, não se orgulha.
Não maltrata, não procura seus interesses,
não se ira facilmente, não guarda rancor.

O amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade.
Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. 
(1 Co 13:4-7)

Será que somos capazes de amar esse amor? Às vezes é difícil amar com paciência até mesmo aqueles entes mais queridos – que dirá os inimigos!

Mas é isso o que Deus espera de nós e é esse o nosso alvo, nossa meta. Devemos nos esforçar para amar acima de todas as coisas, a Deus em primeiro lugar e ao próximo como a nós mesmos – incluindo os inimigos (Mt 22:39).

Morte gloriosa

Quando chegaram ao lugar chamado a Caveira, ali o crucificaram.
E o povo estava olhando. Os príncipes zombavam dele. E também os soldados o escarneciam, dizendo: Se tu és o Rei dos Judeus, salva-te a ti mesmo. (…)
E, clamando Jesus com grande voz, disse: Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito. E, havendo dito isto, expirou.
(Lc 23:33a, 35a, 36a, 37, 46)

Jesus foi morto em uma cruz, ao lado de dois bandidos, escarnecido, humilhado. Acusado de ser “o rei dos judeus”… Uma ironia. Enquanto os acusadores imaginavam que este era o castigo ideal para aquele que blasfemava afirmando ser o filho de Deus, não puderam perceber que se cumpriam as Escrituras. Se tivessem prestado um pouco mais de atenção nos detalhes teriam percebido, pelas circunstâncias, que aquele a quem culpavam era, na verdade, o próprio Filho de Deus. Bom, ainda que eles tivessem caído em si a tempo, o plano de Deus teria se cumprido, de uma forma ou de outra…

A glória de Jesus se consagrou com sua ressurreição, mas já estava presente durante toda sua vida e foi evidente a cada acontecimento desde a celebração da Páscoa com os apóstolos até sua morte na cruz.

O que vem em seguida

Na noite anterior à crucificação de Jesus, dois dos seus discípulos voltaram-se contra Ele. Judas traiu a Cristo, levando os inimigos até Ele (Lc 22:47-48). E Pedro afirmou  três vezes que sequer conhecia o Senhor (Lc 22:57-60).

Mas a diferença em relação ao que ambos fizeram a seguir foi enorme. Pedro chorou lágrimas amargas de arrependimento e, posteriormente, foi gentilmente restaurado (Lc 22:62, Jo 21:15-17). Já Judas enforcou-se (Mt 27:5).

Quando cometemos um pecado, a coisa mais importante é o que fazer a seguir.

Se perdermos a calma e dissermos algo cruel para um membro da família, o que vamos fazer a seguir? Se maltratarmos um colega de trabalho, o que vamos fazer a seguir? Se acharmos que estamos habitando em maus pensamentos, o que vamos fazer a seguir?

Inventar desculpas para justificar o nosso mau comportamento, para culpar a outra pessoa ou para ignorar Deus é apenas adicionar mais pecado ao primeiro.

Quando pecamos, cuidemos para não agravar a situação com outro pecado. Levemos tudo imediatamente ao Senhor em oração de confissão.
O mais importante é o que fazemos em seguida!

Fonte: Our Daily Bread

Como servir

O evangelho de João, Capítulo 13, nos conta que, à ocasião da última ceia, antes de Jesus e os doze discípulos começarem a comer, quando já estavam reclinados à mesa, Jesus “levantou-se da mesa, tirou sua capa e colocou uma toalha em volta da
cintura. Depois disso, derramou água numa bacia e começou a lavar os pés dos seus discípulos, enxugando-os com a toalha que estava em sua cintura” (Jo 13:4-5). Todos ficaram muito surpresos com essa atitude do Mestre!

Ao lavar os pés dos seus discípulos, Jesus os estava ensinando a servir, a agirem como servos. Dessa atitude, então, podemos extrair sete lições de Jesus quanto ao servir. São elas:

1. Servo é aquele que faz o que outros não querem fazer

Na Palestina do primeiro século, as ruas e estradas eram poeirentas e as pessoas andavam descalças ou com sandálias. Por causa disso, ao chegarem às suas casas, seus pés estavam sujos. Assim, algumas residências tinham um escravo designado exclusivamente para lavar os pés das pessoas que ali fossem entrar. Por ser considerado um serviço dos mais “baixos” e humildes, esse escravo era tido como o menor dentre os demais.

Ao chegarem ao local onde seria realizada a última ceia, Jesus e os seus discípulos estavam com os pés sujos. Eles haviam caminhado pelas vias poeirentas para chegarem até ali. Entretanto, naquele local não havia um escravo para lhes lavar os pés. Isso, certamente, estava gerando um grande desconforto, pois eles estavam reclinados à mesa, assentados sobre almofadas e com os pés sujos próximos das pessoas e da mesa. Apesar disso, entretanto, ao que parece, ninguém se dispôs a fazer o serviço de lavar os pés. Então Jesus, percebendo que nenhum deles se prontificava a isso, se levantou e o fez. Ele fez o que os outros não queriam fazer.

2. Servo é aquele que está atento às necessidades

Ao se levantar da mesa com a intenção de lavar os pés sujos dos presentes, Jesus se mostrou atento às necessidades daquele momento. Não seria agradável e correto eles participarem de uma refeição tão importante como aquela com os pés sujos a incomodar a todos. Eles precisavam ser lavados.

3. Servo é aquele que tem o servir como prioridade

Ao perceber a necessidade dos pés sujos serem lavados e que ninguém se dispunha a fazê-lo, Jesus não deixou isso para depois, mas, prontamente se levantou. Sanar aquele problema era uma prioridade que não podia ser adiada.

4. Servo é aquele que não se importa em se humilhar

Por que nenhum dos discípulos se prontificou a lavar aqueles pés sujos? Porque aquele era o serviço do menor dos escravos e nenhum deles estava disposto a passar por isso. Jesus, entretanto, não se importou em se humilhar e servir cada um deles, como se fosse o menor. Ele se levantou e o fez porque o servir era mais importante que a reputação.

5. Servo é aquele que não se preocupa em ser o maior

Durante a ceia, Jesus disse: “O maior entre vocês deverá ser como o mais jovem, e aquele que governa, como o que serve. Pois quem é maior: o que está à mesa, ou
o que serve? Não é o que está à mesa? Mas eu estou entre vocês como quem serve” (Lc 22:26-27). Ao lavar os pés dos discípulos, Jesus, apesar de ser o Mestre e o Senhor, não se preocupando em ser o maior, tomou para si o lugar do menor.

6. Servo é aquele que tem consciência de quem é, por isso serve

Por que Jesus não se importou em se humilhar e não se preocupou em ser o maior? Porque ele tinha consciência de quem era. Ele sabia que era o Filho de Deus. Sua alma não estava marcada por complexos e rejeições que o fizessem se sentir inferior e humilhado ao fazer aquilo. João 13:3 diz: “Jesus sabia que o Pai o havia colocado todas as coisas debaixo do poder, e que viera de Deus e estava voltando para Deus”. Aquele que não tem para si, claramente, a sua identidade, não consegue servir.

7. Servo é aquele que age com altruísmo

Por fim, servo é que olha mais para a necessidade dos outros do que as próprias. Os pés de Jesus também estavam sujos. Mas ele preferiu se levantar e lavar os pés sujos dos seus discípulos. À semelhança do bom samaritano da parábola, Ele não agiu com egoísmo, mas, sim, com altruísmo, verdadeiramente amando o seu próximo (Lc 10:25-37).
Ao lavar os pés dos seus discípulos Jesus lhes ensinou o que é ser um servo. Após isso, Ele lhes disse: “Vocês me chamam ‘Mestre’ e ‘Senhor’, e com razão, pois eu o sou. Pois bem, se eu, sendo Senhor e Mestre de vocês, lavei-lhes os pés, vocês também devem lavar os pés uns dos outros. Eu lhes dei o exemplo, para que vocês façam como lhes fiz. Digo-lhes verdadeiramente que nenhum escravo é maior do que o seu senhor, como também nenhum mensageiro é maior do que aquele que o enviou. Agora que vocês sabem estas coisas, felizes serão se as praticarem” (Jo 13:13-17).

Depois de lavar os pés dos discípulos, Jesus os desafiou a fazerem o mesmo. Ele lhes havia dado um exemplo a ser seguido. Se Ele, sendo Senhor e Mestre, havia lhes lavados os pés, por que eles não fariam o mesmo? Por acaso era maiores do que Ele? Claro que não! Eles deveriam agir como servos.

* * * * * * * *

Jesus é o melhor exemplo de como servir a Deus e Ele espera que os seus discípulos de ontem e de hoje:

• Façam o que outros não querem fazer
• Estejam atentos às necessidades
• Tenham o servir como prioridade
• Não se importem em se humilhar
• Não se preocupem em serem os maiores
• Tenham consciência de quem são e sirvam
• Ajam com altruísmo

O que falta para que você se enquadre neste perfil?

Adaptado do website da Igreja Batista Central de Belo Horizonte
          Série de lições “A vida de Jesus – Lição 8: Última ceia.

A maior oferta

E, olhando ele, viu os ricos lançarem as suas ofertas na arca do tesouro;
E viu também uma pobre viúva lançar ali duas pequenas moedas;
E disse: Em verdade vos digo que lançou mais do que todos, esta pobre viúva;
Porque todos aqueles deitaram para as ofertas de Deus do que lhes sobeja; mas esta, da sua pobreza, deitou todo o sustento que tinha. 
(Lc 21:1-4)

O que nos ensina esta história:

1. O VALOR NÚMERICO DE UMA DÁDIVA NÃO É TUDO

Na vida moderna você é o quanto você pode pagar. Isso revela que a sociedade está mais preocupada com o TER do que com o SER. Você é bem recebido e aceitável se tem uma boa roupa, uma bom carro, uma boa casa, um bom nome, etc.

Infelizmente, há muitas igrejas que se preocupam mais com os valores do que com o valor das pessoas.

2. A OFERTA DA VIÚVA FOI MAIOR DO QUE DE TODOS JUNTOS

2.1 – Deus enxerga além do exterior (Salmos 139:3,4)

“Esquadrinhas o meu andar, e o meu deitar, e conheces todos os meus caminhos. Sem que haja uma palavra na minha língua, eis que, ó Senhor, tudo conheces.”

2.2 – A viúva deu tudo o que tinha

A oferta desta mulher representa muito bem o que Jesus quis ensinar ao jovem rico em Mateus 19:16-22. O coração daquele jovem estava em suas propriedades, em seus bens, ele não seria capaz da abrir mão de tudo o que possuía.

Para seguir a Jesus é necessário abrir mão de qualquer coisa que reivindique o centro e o senhorio em nossas vidas.

3. OS RICOS DERAM O QUE LHES SOBRAVA

• O Senhor não quer as migalhas ou o que sobra, ele quer todo o nosso coração: (Mateus 22:37) “amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração”

• O Senhor não quer um coração dividido:

Mateus 8:19-22: “E, aproximando-se um escriba, disse-lhe: Mestre, seguir-te-ei para onde quer que fores. Respondeu-lhe Jesus: As raposas têm covis, e as aves do céu têm ninhos; mas o Filho do homem não tem onde reclinar a cabeça. E outro de seus discípulos lhe disse: Senhor, permite-me ir primeiro sepultar meu pai. Jesus, porém, respondeu-lhe: Segue-me, e deixa os mortos sepultarem os seus próprios mortos.”

Aplicação

1. Deus não olha o quanto você entrega ou o quanto você faz
2. Deus não quer as sobras: tempo, dinheiro, talentos, vida…
3. Deus não quer sacrifícios de tolos, mas atitudes de fé.

Fonte: Igreja Batista do Tirol

Homens de fé

A leitura de hoje conta as histórias de dois homens de grande fé: Bartimeu (Mc 10:46-52) e Zaqueu (Lc 19:1-10).

Estou musical hoje… Ouça comigo estas duas músicas inspiradas nestes personagens.

FIQUEM COM DEUS

Grande ceia

Na parábola da grande ceia, contada pelo Senhor Jesus em Lucas 14:15-24, muitas pessoas recusaram o convite para o banquete, porque o momento pareceu-lhes inconveniente.

Nós também podemos resistir ou demorar a responder ao convite de Deus. Nossas desculpas podem soar razoáveis – compromissos profissionais, responsabilidades familiares, necessidades financeiras, ou quaisquer outras. No entanto, o convite de Deus é o acontecimento mais importante em nossa vida, a despeito de quão inconveniente possa parecer em relação à ocasião.

Você está dando desculpas para evitar responder ao chamado de Deus? Jesus nos lembra que virá o tempo em que Deus retirará o seu convite e oferecerá a outros, então será muito tarde para entrar no banquete.

Fonte: Bíblia de Estudo – Aplicação pessoal (Ed. CPAD)

* * * * *
Parábola da Grande Ceia
Disse Jesus:

Um certo homem fez uma grande ceia, e convidou a muitos.
E à hora da ceia mandou o seu servo dizer aos convidados: Vinde, que já tudo está preparado.
E todos à uma começaram a escusar-se. Disse-lhe o primeiro: Comprei um campo, e importa ir vê-lo; rogo-te que me hajas por escusado.
E outro disse: Comprei cinco juntas de bois, e vou experimentá-los; rogo-te que me hajas por escusado.
E outro disse: Casei, e portanto não posso ir.
E, voltando aquele servo, anunciou estas coisas ao seu senhor. Então o pai de família, indignado, disse ao seu servo: Sai depressa pelas ruas e bairros da cidade, e traze aqui os pobres, e aleijados, e mancos e cegos.
E disse o servo: Senhor, feito está como mandaste; e ainda há lugar.
E disse o senhor ao servo: Sai pelos caminhos e valados, e força-os a entrar, para que a minha casa se encha.
Porque eu vos digo que nenhum daqueles homens que foram convidados provará a minha ceia. 
(Lc 14:16-24)

Lista de compras?

E aconteceu que, estando ele a orar num certo lugar, quando acabou, lhe disse um dos seus discípulos: Senhor, ensina-nos a orar, como também João ensinou aos seus discípulos.
E ele lhes disse: Quando orardes, dizei:

Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; venha o teu reino; seja feita a tua vontade, assim na terra, como no céu.
Dá-nos cada dia o nosso pão cotidiano;
E perdoa-nos os nossos pecados, pois também nós perdoamos a qualquer que nos deve, e não nos conduzas em tentação, mas livra-nos do mal. 

(Lc 11:1-4)

Observe a ordem dessa oração:

Primeiro Jesus louvou a Deus; então fez seus pedidos.

Louvar a Deus em primeiro lugar nos leva à correta disposição e atitude para expormos ao Senhor as nossas necessidades. Frequentemente as nossas orações são mais parecidas com listas de compras do que com um diálogo.

Fonte: Bíblia de Estudo – Aplicação pessoal (Ed. CPAD)

Tome a sua cruz

Jesus dizia a todos:
“Se alguém quiser acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome diariamente a sua cruz e siga-me.
 Pois quem quiser salvar a sua vida a perderá; mas quem perder a vida por minha causa, este a salvará.
Pois que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro, e perder-se ou destruir a si mesmo?
Se alguém se envergonhar de mim e das minhas palavras, o Filho do homem se envergonhará dele, quando vier em sua glória e na glória do Pai e dos santos anjos”.
(Lc 9:23-26)

As pessoas estão dispostas a pagar um alto preço por algo que estimam. É surpreendente que Jesus exija a mesma disposição de seus seguidores?

Há pelo menos três condições que devem ser atendidas pelas pessoas que querem seguir Jesus. Devemos estar dispostos a negar a nós mesmos, a tomar a nossa cruz e a segui-lo. Se fizermos menos do que isso, demonstraremos que não há comprometimento sincero com Jesus, apenas superficial.

Fonte: Bíblia de Estudo – Aplicação pessoal (Ed. CPAD)

Jesus acalma a tempestade

A história relatada em Mateus 8:23-26, Marcos 4:35-41 e Lucas 8:22-25 é a seguinte:

(Clique aqui para ler este texto completo)

Jesus havia contado várias parábolas para a multidão de ouvintes que O estavam seguindo. No mesmo dia, à tardinha, Jesus disse aos Seus discípulos: “vamos para a outra margem do lago.”
Deixando a multidão para trás, lançaram o barco às águas, acompanhados de alguns barcos pequenos. Ao navegarem, Jesus acabou adormecendo na popa, sobre um travesseiro.
Mas surgiu de repente um grande temporal, com uma tremenda ventania, e as ondas batiam contra o barco, que começou a se encher de água!
Os discípulos chegaram até Jesus e perguntaram: “Mestre, o Senhor não se importa que estejamos prestes a morrer?” Jesus despertou, repreendeu o vento e ordenou às ondas: “Calma! Fiquem quietas!” O vento parou e no lago tudo fico calmo.
Jesus então perguntou: “Por que vocês estão tão apavorados? Onde está a sua fé?”
Os discípulos ficaram tomados de um grande temor e exclamaram uns aos outros: “Quem é Este – que até o vento e as ondas lhe obedecem?”

Algumas perguntas para reflexão e ação:

1) Por que Jesus logo dormiu ao partirem para a outra margem do mar da Galiléia?
R.: Estava cansado.

- O que isso mostra sobre a Sua natureza?
R.: Era humano

2) O que você sentiria se estivesse no lugar dos discípulos quando a tempestade chegou e bateu forte? [Pense nisso!]

- Os discípulos tinham experiência com barcos?
R.: Claro! Esse tinha sido o seu ganha-pão, seu dia-a-dia.

- Conheciam bem o lago?
R.: Sem dúvida! Ali haviam navegado muitas vezes. E provavelmente ouviram de
muitos naufrágios naquelas águas diante de circunstâncias semelhantes.

3) Onde estava Jesus? Estava longe ou perto?
R.: Jesus estava na popa, na parte da frente do barco. Mesmo dormindo, sossegado, Ele estava adiante de Seus discípulos, no comando da situação; Ele estava perto – estava literalmente “no mesmo barco” com eles.

4) Os discípulos tinham razão em questionarem a Jesus daquele jeito? Por que?
R.: Questão em aberto. Mas é claro que devemos sempre clamar e perguntar com respeito, sabendo que, quer entendamos, gostemos ou não, Deus sempre sabe o que faz.

- Você já questionou alguma ação (ou falta dela) por parte de Jesus?
Você já reclamou com Deus, dizendo algo como: “Por que que o Senhor está me deixando passar por isso?!” [Pense nisso!].

- Eles realmente corriam perigo de vida?
R.: Questão em aberto. Mas, humanamente é bem possível que naufragassem. O fator que mudava tudo era que Jesus estava presente no barco com eles; eles estavam sob Sua proteção.

5) Por que será que Jesus não tomou a iniciativa de acalmar a tempestade, de resolver o problema antes dos discípulos O abordarem e pedirem?
R.: Tudo que Jesus fazia durante aqueles 3 anos com Seus discípulos tinha o propósito de lhes ensinar, pelo exemplo e na prática, como viver de acordo com a vontade de Deus. A fé dos discípulos estava sendo testada. Talvez eles, vendo Jesus ali cansado, tenham pensado que aquela seria uma boa oportunidade para assumirem a direção da operação de travessia – afinal, eles conheciam bem este lago e Jesus parecia tão fraco e necessitado. Ledo engano!

6) Qual foi a reação de Jesus imediatamente após despertar?

- Do que tratou primeiro?
R.: Primeiro cuidou do problema que ameaçava Seus discípulos; depois se dirigiu aos discípulos e tratou de sua deficiência espiritual.

- Sua reação quanto aos Seus discípulos foi justificada?
R.: Sem dúvida! Para começar, Jesus nunca erra – Sua
avaliação é sempre certeira. Seus discípulos deviam saber, a esta altura, Quem Jesus realmente era. O instinto de preservação os levou a ter medo de se afogarem, e isso é humano e normal. Mas eles deveriam ter uma fé como de uma criança que, estando nos braços do pai, não teme nem os maiores perigos que se apresentam. A lei da fé
cancela a lei do medo.

7) O que o poder demonstrado por Jesus sobre as forças da própria natureza nos ensina sobre Sua identidade e natureza?
R.: No início da história vimos sua Natureza humana. Agora vemos Sua natureza divina!