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Magos do oriente

Guiados por uma estrela e cheios de alegria, os magos (ou sábios) do oriente chegaram ao local onde se encontrava Jesus. E, entrando na casa, acharam o menino com Maria sua mãe e, prostrando-se, o adoraram; e abrindo os seus tesouros, ofertaram-lhe dádivas: ouro, incenso e mirra. (Mt 2:11)

Os magos deram a Jesus presentes caros, porque estes eram adequados a um rei. Os estudiosos da bíblia têm visto estes presentes como símbolos da identidade de Cristo e daquilo que Ele realizaria:

Com ouro presenteava-se os reis – e Jesus é o Rei dos reis.

Ele é o bendito e único Soberano, o Rei dos reis e Senhor dos senhores.
(I Tm 6:15)

- O incenso era oferecido a Deus – e Jesus é o próprio Deus.

No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. 
(Jo 1:1)

Disse Jesus: Eu e o Pai somos um. (Jo 10:30)

- Já a mirra era uma especiaria usada para ungir o corpo a ser sepultado – Jesus morreu por nós, mas não está morto, pois ressuscitou.

“Por que vocês estão procurando entre os mortos aquele que vive?
Ele não está aqui! Ressuscitou!” (Lc 24:5b-6a)

Os magos levaram presentes a Jesus e adoraram-no por quem Ele é. Esta é a essência da verdadeira adoração. Adore a Deus, porque Ele é perfeito, justo e Todo-poderoso; é o criador do universo e digno de receber o melhor de cada um de nós.

Adaptado de: Bíblia de Estudo – Aplicação pessoal (Ed. CPAD)

Visão do plano perfeito

Ezequiel estava exilado na Babilônia quando em visões de Deus foi levado à terra de Israel (Ez 40:2).

Descrevendo a visão, Ezequiel explica como seria o local da habitação de Deus por meio de palavras que as pessoas podiam entender. Deus queria que vissem o grande esplendor que Ele havia planejado para os que vivessem fielmente.

Um templo como o que viu Ezequiel nunca foi construído, mas a visão tinha o objetivo de mostrar o plano perfeito de Deus para o seu povo: a adoração, a presença do Senhor, as bênçãos decorrentes destas. Ao ler os Capítulos 40 a 43 de Ezequiel, não deixe os detalhes obscurecerem os pontos principais desta visão. Um dia todos aqueles que forem fiéis a Deus desfrutarão a vida eterna com Ele. Deixe a excelência desta visão erguê-lo e ensiná-lo sobre o Deus a quem você serve e adora.

Fonte: Bíblia de Estudo – Aplicação pessoal (Ed. CPAD)

O livro da lei

Em 2011 li a bíblia toda pela primeira vez e me deparei com uma série de histórias desconhecidas para mim até então. Hoje já reli mais da metade da bíblia, mas agora a sensação é diferente… Começo a descobrir os meus textos favoritos e a encontrar coisas novas em trechos já lidos e muito conhecidos.

Um dos textos que eu mais gosto (se é que é possível classificar desta forma), é o relato do reinado de Josias, na ocasião em que ele inicia a restauração do templo, encontra o livro da lei e firma um compromisso com Deus (2 Rs 22 e 2 Cr 34).

Josias foi um bom rei. Ele fez o que o Senhor aprova e andou nos caminhos de Davi, seu predecessor, sem desviar-se nem para a direita nem para a esquerda (2 Rs 22:2, 2 Cr 34:2). Josias desejou restaurar o templo e designou os levitas para liderarem o trabalho, mas ele não podia imaginar que esta atitude lhe revelaria muito mais do que as velhas paredes daquele velho templo… Esquecido em meio aos escombros adormecia o livro da lei. O sumo sacerdote Hilquias, quando o encontrou, parece ter ficado sem ação… Quando imagino esta cena, visualizo Hilquias quase em estado de choque. Depois de uns minutos ele então compartilha a descoberta com o secretário Safã e então ficam os dois em choque. Que grande descoberta! O que fazer com este livro? O que significam estas palavras?

A ação óbvia foi levar o livro ao rei Josias, que saberia o que fazer. E ele de fato soube!

Josias era um homem de Deus, mas não conhecia o livro da lei. Provavelmente a maioria daquela geração sequer havia ouvido falar da lei de Moisés, consequência natural de uma nação governada tantos anos pela maldade, pela iniquidade e pela idolatria.

Ao ouvir as palavras daquele estranho livro, Josias se desesperou, pois percebeu o quão distante ele e todo o seu povo estavam de Deus. Mas, decidido a fazer o que é certo, tomou uma decisão que eu considero das mais bonitas em toda a bíblia: reuniu todo o povo, dos mais simples aos mais importantes, e compartilhou com todos as palavras daquele livro, lendo-o em voz alta ele próprio, o rei. Ao final todos se comprometeram a cumprir a aliança de Deus.

Nossa, que emoção deve ter tomado conta dos corações presentes naquele momento! Um verdadeiro culto com sinceridade, fé e alegria. Todos juntos adorando o único Senhor.

Com essa história aprendemos algumas coisas:

1- É bom compartilhar a Palavra de Deus com os que amamos. Devemos ficar felizes ao ver outras pessoas desfrutando a graça de Deus.

2- Devemos amar a todos. Só assim seremos capazes de nos afastar do egoísmo e levar a Palavra de Deus a todo o mundo.

3- Deus é o objetivo de nosso culto. Não importa se individual ou coletivo; se Deus não estiver presente, não haverá corações quebrantados.

4- Cultos coletivos fortalecem os indivíduos. Juntos somos mais fortes, suportamos uns aos outros, incentivamos uns aos outros.

Palavra que não engana

O rei da Assíria enviou um mensageiro à Jerusalém, na tentativa de convencer seus habitantes, que se encontravam isolados pelos muros da cidade temendo um ataque assírio, a se renderem. Na tentativa de desencorajar Jerusalém, o mensageiro questionou:

E se você me disser: “No Senhor, o nosso Deus, confiamos”; não são dele os altos e os altares que Ezequias removeu, dizendo a Judá e a Jerusalém: “Vocês devem adorar aqui, diante deste altar”? (Is 36:7)

O representante do rei da Assíria alegava que Ezequias havia insultado a Deus quando destruiu os seus altares e obrigou o povo a adorar somente em Jerusalém. Entretanto, a reforma de Ezequias visava eliminar a adoração aos ídolos (que acontecia principalmente nas colinas), para que o povo adorasse somente o verdadeiro Deus. Ou os assírios não conheciam a religião do Deus verdadeiro, ou pretendiam enganar o povo, fazendo-o crer que haviam enfurecido um Deus poderoso ao destruir os altares idólatras.

Da mesma forma, Satanás procura nos enganar e confundir. E basta estar confuso acerca da verdadeira vontade de Deus para, ainda que sem perceber, se afastar dEle. Para evitar o engano de Satanás, devemos estudar cuidadosa e regularmente a Palavra de Deus. Quando compreendemos aquilo que Deus diz, não somos enganados por mentiras.

Adaptado de: Bíblia de Estudo – Aplicação pessoal (Ed. CPAD)

Chuva de justiça

Semeiem a retidão para si, colham o fruto da lealdade, e façam sulcos no seu solo não arado; pois é hora de buscar o Senhor, até que ele venha e faça chover justiça sobre vocês. (Os 10:12)

Oséias usa a agricultura como uma bela ilustração para convidar o povo de Israel à adoração. E esse é um convite para todos nós também.

É preciso que nossos corações estejam prontos para a chuva e a colheita, devidamente arados e semeados. E então virá a chuva do Senhor e colheremos bons frutos. Como fazer isso? Semeando a retidão, mantendo-se nos caminhos do Senhor, fazendo o que é bom e justo, com o propósito de louvar e engrandecer o nome de Deus.

Corações obstinados

“Mas o meu povo não quis ouvir-me; Israel não quis obedecer-me.
Por isso os entreguei ao seu coração obstinado, para seguirem os seus próprios planos.” (Sl 81:11-12)

Não precisamos de inimigos. Quando nos rebelamos, não é preciso que Deus envie opressores para nos destruir, basta que Ele nos deixe sós por um instante, entregues às nossas próprias vontades humanas e pecadoras e nós mesmos nos jogaremos ao fundo do poço. E sim, às vezes o SENHOR nos permite andar segundo nossa própria vontade, para que percebamos que nossa teimosia só pode ter como consequência, ações desastrosas.

Deus poderia com muita facilidade nos obrigar a adorá-lo, mas esse não é o seu desejo. Ele deseja um culto consciente e verdadeiro e não um circo de marionetes. Por isso nos agraciou com o livre arbítrio e por isso permite os nossos tropeços, para aprendermos com os nossos erros e reconhecermos então, de coração, sua soberania sobre nossas vidas.

“Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar e orar, buscar a minha face e se afastar dos seus maus caminhos, dos céus o ouvirei, perdoarei o seu pecado e curarei a sua terra.” (2 Cr 7:14)

Compromisso

Hazael, rei da Síria, oprimiu Israel durante todo o reinado de Jeoacaz.
Então Jeoacaz buscou o favor do Senhor, e este o ouviu, pois viu o quanto o rei da Síria oprimia Israel. (2 Rs 13:4, 22)

O SENHOR ouviu a oração de Jeoacaz, que pediu ajuda divina. Deus retardou seu julgamento sobre Israel quando o povo se voltou a Ele e pediu-lhe perdão; porém, não mantiveram sua dependência do Senhor por muito tempo. Apesar de haver pausas periódicas na adoração que ofereciam aos ídolos, raramente demonstravam evidências de uma fé genuína. Não é suficiente dizer não ao pecado; devemos também dizer sim a uma vida de compromisso com Deus. Um pedido ocasional de ajuda não é um substituto para uma vida diária de confiança no Senhor.

Fonte: Bíblia de Estudo – Aplicação pessoal (Ed. CPAD)

Tome uma posição

Elias dirigiu-se ao povo e disse:
“Até quando vocês vão oscilar entre duas opiniões? Se o Senhor é Deus, sigam-no; mas, se Baal é Deus, sigam-no”.
O povo, porém, nada respondeu.
(1 Rs 18:21)

Elias desafiou o povo a tomar uma posição:
Seguir aquele que fosse o Deus verdadeiro.

Porque tantas pessoas oscilaram entre estas duas escolhas?
Talvez alguns não estivessem certos. Muitos, porém, sabiam que o SENHOR era Deus, porém, gostavam dos prazeres pecaminosos e de outros benefícios que tinham ao seguirem Acabe em sua adoração idolátrica.

É importante tomar uma posição ao lado do SENHOR. Se nos deixamos levar pelo que é agradável e fácil, algum dia descobriremos que temos adorado a um deus falso – a nós mesmos.

Fonte: Bíblia de Estudo – Aplicação pessoal (Ed. CPAD)

Dons para servir

Havia muitas maneiras de se contribuir com a adoração no Tabernáculo. Proclamavam as mensagens de Deus (1 Cr 25:1), ofereciam ações de graças e louvores (1 Cr 25:3) e tocavam instrumentos (1 Cr 25:6-7).

Deus quer que todo o seu povo participe da adoração. Você pode não ser um mestre de música, um profeta ou um professor, mas Deus aprecia o que você tem a oferecer. Desenvolva seus dons especiais e ofereça-os na obra de Deus.

Fonte: Bíblia de Estudo – Aplicação pessoal (Ed. CPAD)

Assim como cada um de nós tem um corpo com muitos membros e esses membros não exercem todos a mesma função, assim também em Cristo nós, que somos muitos, formamos um corpo, e cada membro está ligado a todos os outros.
Temos diferentes dons, de acordo com a graça que nos foi dada. Se alguém tem o dom de profetizar, use-o na proporção da sua fé.
Se o seu dom é servir, sirva; se é ensinar, ensine; se é dar ânimo, que assim faça; se é contribuir, que contribua generosamente; se é exercer liderança, que a exerça com zelo; se é mostrar misericórdia, que o faça com alegria. 
(Rm 12:4-8)

Sincero e espontâneo

Mical era filha de Saul e a primeira esposa do rei Davi. Mical não teve filhos (2 Sm 6:23) e talvez esse seja um dos motivos de sua personalidade amargurada.

Ao assistir o cortejo que cercava a arca da aliança, quando esta era trazida para Jerusalém, Mical observou que Davi vinha no meio da multidão, dançando com todas as suas forças perante o SENHOR (2 Sm 6:14). Mas em vez de compartilhar da alegria do marido, Mical desprezou a atitude dele, afinal, como poderia um rei prestar-se a tal situação, humilhando-se diante do povo?

Acontece que o que Mical enxergou como humilhação, Davi fez em honra a Deus e não tinha do que se envergonhar ou por que se arrepender.

Deus se agrada de atos de adoração sinceros e espontâneos como o de Davi. Mas não devemos simular um louvor fervoroso ou, por outro lado, nos envergonhar por adorar ao SENHOR. Quando agimos assim, pensamos no que os outros irão pensar e nos esquecemos de Deus, que deve ser o único e verdadeiro motivo do nosso clamor.

Bendito seja o Senhor, o Deus de Israel, por toda a eternidade.
Que todo o povo diga: “Amém!”
Aleluia! 
(Sl 106:48)