Tag Archive for alegria

O poder da oração

Tiago não poderia deixar de falar a respeito do poder da oração.

A oração é encorajada no tempo da aflição:
Está alguém entre vós aflito? Ore. (Tg 5:13a)

Também em dias de alegria:
Está alguém contente? Cante louvores. (Tg 5:13b)

A situação é de doença?
Está alguém entre vós doente? Chame os presbíteros da igreja, e orem sobre ele, ungindo-o com azeite em nome do Senhor. (Tg 5:14)

É do pecado que precisamos nos livrar?
E a oração da fé salvará o doente, e o Senhor o levantará; e, se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados.
Confessai as vossas culpas uns aos outros, e orai uns pelos outros, para que sareis. A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos. (Tg 5:15-16)

Extraído de A Coluna da Verdade (estudos)

Mensagens das Boas Novas

E, no fim do sábado, quando já despontava o primeiro dia da semana, Maria Madalena e a outra Maria foram ver o sepulcro [de Jesus].
E eis que houvera um grande terremoto, porque um anjo do Senhor, descendo do céu, chegou, removendo a pedra da porta, e sentou-se sobre ela. 
O anjo disse às mulheres:
“Não tenhais medo; pois eu sei que buscais a Jesus, que foi crucificado.
Ele não está aqui, porque já ressuscitou, como havia dito. Vinde, vede o lugar onde o Senhor jazia.
Ide pois, imediatamente, e dizei aos seus discípulos que já ressuscitou dentre os mortos. E eis que ele vai adiante de vós para a Galiléia; ali o vereis. Eis que eu vo-lo tenho dito.” (Mt 28:1-2, 5-7)

O anjo que anunciou às mulheres as Boas Novas da ressurreição deu-lhes quatro mensagens:

1- “Não tenhais medo”

A realidade da ressurreição deve trazer alegria para nós, não temor. Quando estiver com medo, lembre-se da sepultura vazia.

2- “Ele não está aqui”

Jesus não está morto, portanto, não deve ser procurado entre os mortos. Ele está vivo, junto ao Seu povo.

3- “Vinde e vede”

As mulheres podiam verificar por si mesmas a evidência da ressurreição. A sepultura estava tão vazia naquele dia quanto está hoje. A ressurreição é um fato histórico.

4- “Ide pois e dizei aos seus discípulos que já ressuscitou dentre os mortos”

Elas deveriam compartilhar a alegria da ressurreição. Nós também devemos divulgar as Boas Novas a respeito da ressurreição do Senhor Jesus Cristo.

Fonte: Bíblia de Estudo – Aplicação pessoal (Ed. CPAD)

O livro da lei

Em 2011 li a bíblia toda pela primeira vez e me deparei com uma série de histórias desconhecidas para mim até então. Hoje já reli mais da metade da bíblia, mas agora a sensação é diferente… Começo a descobrir os meus textos favoritos e a encontrar coisas novas em trechos já lidos e muito conhecidos.

Um dos textos que eu mais gosto (se é que é possível classificar desta forma), é o relato do reinado de Josias, na ocasião em que ele inicia a restauração do templo, encontra o livro da lei e firma um compromisso com Deus (2 Rs 22 e 2 Cr 34).

Josias foi um bom rei. Ele fez o que o Senhor aprova e andou nos caminhos de Davi, seu predecessor, sem desviar-se nem para a direita nem para a esquerda (2 Rs 22:2, 2 Cr 34:2). Josias desejou restaurar o templo e designou os levitas para liderarem o trabalho, mas ele não podia imaginar que esta atitude lhe revelaria muito mais do que as velhas paredes daquele velho templo… Esquecido em meio aos escombros adormecia o livro da lei. O sumo sacerdote Hilquias, quando o encontrou, parece ter ficado sem ação… Quando imagino esta cena, visualizo Hilquias quase em estado de choque. Depois de uns minutos ele então compartilha a descoberta com o secretário Safã e então ficam os dois em choque. Que grande descoberta! O que fazer com este livro? O que significam estas palavras?

A ação óbvia foi levar o livro ao rei Josias, que saberia o que fazer. E ele de fato soube!

Josias era um homem de Deus, mas não conhecia o livro da lei. Provavelmente a maioria daquela geração sequer havia ouvido falar da lei de Moisés, consequência natural de uma nação governada tantos anos pela maldade, pela iniquidade e pela idolatria.

Ao ouvir as palavras daquele estranho livro, Josias se desesperou, pois percebeu o quão distante ele e todo o seu povo estavam de Deus. Mas, decidido a fazer o que é certo, tomou uma decisão que eu considero das mais bonitas em toda a bíblia: reuniu todo o povo, dos mais simples aos mais importantes, e compartilhou com todos as palavras daquele livro, lendo-o em voz alta ele próprio, o rei. Ao final todos se comprometeram a cumprir a aliança de Deus.

Nossa, que emoção deve ter tomado conta dos corações presentes naquele momento! Um verdadeiro culto com sinceridade, fé e alegria. Todos juntos adorando o único Senhor.

Com essa história aprendemos algumas coisas:

1- É bom compartilhar a Palavra de Deus com os que amamos. Devemos ficar felizes ao ver outras pessoas desfrutando a graça de Deus.

2- Devemos amar a todos. Só assim seremos capazes de nos afastar do egoísmo e levar a Palavra de Deus a todo o mundo.

3- Deus é o objetivo de nosso culto. Não importa se individual ou coletivo; se Deus não estiver presente, não haverá corações quebrantados.

4- Cultos coletivos fortalecem os indivíduos. Juntos somos mais fortes, suportamos uns aos outros, incentivamos uns aos outros.

Deus estará com você

Quando se sentir sozinho, lembre-se: Deus está sempre ao seu lado! Mesmo naqueles momentos de maior solidão, o Senhor não nos abandona. Que alegria!

Eu, eu mesmo, sou o Senhor, e além de mim não há salvador algum. Quando você atravessar as águas, Eu estarei com você; e, quando você atravessar os rios, eles não o encobrirão. Quando você andar através do fogo, você não se queimará; as chamas não o deixarão em brasas.
(Is 43:11, 2)

Luz e salvação

O Senhor é a minha força e o meu escudo;
nEle o meu coração confia, e dEle recebo ajuda.
Meu coração exulta de alegria, e com o meu cântico lhe darei graças.
O Senhor é a minha luz e a minha salvação; de quem terei temor?
O Senhor é o meu forte refúgio; de quem terei medo?
(Sl 28:7 / 27:1)

Senhor meu Deus! Quantas maravilhas tens feito!
Não se pode relatar os planos que preparaste para nós!
Eu queria proclamá-los e anunciá-los, mas são por demais numerosos!
Ensina-me a fazer a tua vontade, pois tu és o meu Deus;
que o teu bondoso Espírito me conduza por terreno plano.
(Sl 40:5 / 143:10)

Espere no Senhor. Seja forte! Coragem! Espere no Senhor.
(Sl 27:14)

Alegria de verdade

[O SENHOR] enche o meu coração de alegria, alegria maior do que a daqueles que têm fartura de trigo e de vinho (Sl 4:7). Como é bom ser alegre de verdade! mesmo quando estamos tristes, com Jesus, somos alegres, porque entendemos que dEle, por Ele e para Ele são todas as coisas. A ele seja a glória para sempre! Amém. (Rm 11:36)

* * * * * *

Quando vocês ficarem irados, não pequem; ao deitar-se reflitam nisso, e aquietem-se. Em paz me deito e logo adormeço, pois só tu, Senhor, me fazes viver em segurança. (Sl 4:4, 8)

Sincero e espontâneo

Mical era filha de Saul e a primeira esposa do rei Davi. Mical não teve filhos (2 Sm 6:23) e talvez esse seja um dos motivos de sua personalidade amargurada.

Ao assistir o cortejo que cercava a arca da aliança, quando esta era trazida para Jerusalém, Mical observou que Davi vinha no meio da multidão, dançando com todas as suas forças perante o SENHOR (2 Sm 6:14). Mas em vez de compartilhar da alegria do marido, Mical desprezou a atitude dele, afinal, como poderia um rei prestar-se a tal situação, humilhando-se diante do povo?

Acontece que o que Mical enxergou como humilhação, Davi fez em honra a Deus e não tinha do que se envergonhar ou por que se arrepender.

Deus se agrada de atos de adoração sinceros e espontâneos como o de Davi. Mas não devemos simular um louvor fervoroso ou, por outro lado, nos envergonhar por adorar ao SENHOR. Quando agimos assim, pensamos no que os outros irão pensar e nos esquecemos de Deus, que deve ser o único e verdadeiro motivo do nosso clamor.

Bendito seja o Senhor, o Deus de Israel, por toda a eternidade.
Que todo o povo diga: “Amém!”
Aleluia! 
(Sl 106:48)

O privilégio da confiança

Nossa, lendo os capítulos iniciais de Josué, não consegui parar de pensar no que ele estava sentindo. Imaginem…

40 anos antes Josué havia entrado na terra prometida. Com ele, outros 11 homens, em uma missão de reconhecimento. Mas apenas Josué e Calebe acreditaram que poderiam enfrentar o povo poderoso que habitava ali. Infelizmente, as argumentações dos outros 10 convenceram o povo a não entrar na terra prometida, desacreditando do poder e soberania de Deus, e a consequência dessa decisão errada foram 40 anos de peregrinação pelo deserto…

E agora, ali estava Josué, prestes a conduzir a nova geração de Israel até a terra prometida. Quanta alegria ele devia estar sentindo! Que grande privilégio o SENHOR concedeu àquele que confiou nEle.

Seja forte e corajoso! Não se apavore, nem se desanime, pois o Senhor, o seu Deus, estará com você por onde você andar. (Js 1:9)

Socorro na angústia

Lia foi dada por esposa a Jacó no lugar de Raquel (Gn 29:21-23). Pobre Lia. Foi desprezada pelo marido desde o início do casamento, já que Jacó amava Raquel. E mesmo tendo dado a luz seis filhos e uma filha, não conquistou a preferência do marido.

Ah, se Lia pudesse imaginar que de seu ventre nasceria o messias. Judá, seu quarto filho, foi escolhido para ser antepassado de Jesus. E mais, o terceiro filho, Levi, viria a ser o antecessor de gerações de sacerdotes. Quanta graça!

Lia teria vivido mais feliz se conhecesse o futuro…

Mas, assim como Lia, não conhecemos o futuro. E podemos estar passando por situações de humilhação e desprezo, como ela viveu. Mas, para que se afogar em angústia quando não é possível enxergar o que está por vir. Não precisamos viver em constante conformismo, mas é preciso aprender a agradecer por tudo. Mesmo nas menores coisas sempre haverá algo pelo que se alegrar, afinal Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia (Sl 46:1).

324º dia: 1 Ts 1-5

Alegrem-se sempre.

Orem continuamente.

Dêem graças em todas as circunstâncias,

pois esta é a vontade de Deus para vocês em Cristo Jesus. (1 Ts 5:16-18)

Que possamos demonstrar ao mundo o mesmo que os Tessalonicenses: o trabalho que resulta da fé, o esforço motivado pelo amor e a perseverança proveniente da esperança em nosso Senhor Jesus Cristo. (1 Ts 1:3b)