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Amar obedecendo

Conhecemos a Deus obedecendo os Seus mandamentos. (1 Jo 2:3)

Sabemos que amamos os filhos de Deus obedecendo os Seus mandamentos. (1 Jo 5:2)

Amamos a Deus obedecendo os Seus mandamentos. (1 Jo 5:3)

E este é o amor: que andemos em obediência aos Seus mandamentos. Como vocês já têm ouvido desde o princípio, o mandamento é este: que vocês andem em amor.  (2 João 1:6)

Amor e obediência estão sempre juntos. Amar é obedecer. Nosso amor a Deus é concretizado pela obediência à Sua palavra, aos Seus mandamentos. E Ele nos deixou como maior mandamento o amor.

Para amar é preciso obedecer. Para obedecer é preciso amar.

Já tentou entender ou explicar o amor? É complexo. Talvez o mais difícil dos sentimentos para se descrever. Por outro lado, obediência é um conceito muito sólido, que temos arraigados na mente desde crianças.

Mas Deus nos explicou muito claramente o que é o amor verdadeiro. Amar não tem nada a ver com um sentimento confuso, estonteante e descontrolado. Amar é obedecer.

Se você deseja cumprir o mandamento de Jesus amando a Deus e aos próximos faça isso por meio da obediência, da submissão, da aceitação, da doação. Então você perceberá que amar é muito mais fácil do que pode parecer.

Ser um exemplo

Alissa, que tem seis anos de idade, vê muitas vezes seus pais e avós lendo suas Bíblias pela manhã. Certa manhã, ela acordou cedo, antes de todos os outros. A vovó a encontrou sentada na poltrona com sua Bíblia e um livro de devocionais sobre o colo. Ela queria seguir o exemplo de investir o seu tempo com Deus no início do dia.

Timóteo, um jovem pastor, enfrentava pesadas responsabilidades na igreja de Éfeso — treinando novos cristãos, dirigindo a adoração, enfrentando doutrinas falsas. O apóstolo Paulo, mais velho e experiente, deu-lhe instruções sobre como liderar a igreja nessas áreas, mas também mencionou a importância da conduta pessoal. Ele disse: “…torna-te padrão dos fiéis, na palavra, no procedimento, no amor, na fé, na pureza” (1 Tm 4:12).

Paulo desafiou Timóteo: “Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina…” (1 Tm 4:16). Se ele prestasse atenção à sua própria vida espiritual e à doutrina sólida, seria um exemplo de santidade para a família da igreja.

Todos nós somos observados por alguém. Até a Alissa tinha seus irmãozinhos menores para observá-la. Vivamos nossas vidas de maneira tal que aqueles que seguem nosso exemplo possam ajudar outras pessoas em seu caminhar com Deus.

Fonte: Nosso andar diário

Unidade em amor

Não atente cada um para o que é propriamente seu,
mas cada qual também para o que é dos outros.
(Fp 2:4)

O jogador de uma equipe americana de beisebol, Josh Hamilton, batalhou com problemas de vício em drogas e álcool. Quando sua equipe venceu a final em 2010, Hamilton ficou preocupado com a celebração após o jogo. E admitiu não ser bom para um alcoólatra estar no meio de uma “tempestade” de champanhe. Mas algo belo aconteceu. Em vez de champanhe, seus colegas de equipe armazenaram refrigerante no vestiário para que Hamilton pudesse ser incluído na celebração. Que grande imagem de comunidade e de como colocar as necessidades de outros acima da sua própria!

Foi o que Paulo quis dizer quando ordenou aos filipenses que considerassem os outros superiores a si mesmos (Fp 2:3-4). O fato de estarem unidos a Cristo tornou os cristãos filipenses membros da mesma família, e deu-lhes uma ligação especial. Deste modo, a atitude de uns com os outros deveria ser expressa de modo prático: unidade em amor, serviço sacrificial: descobrir como ajudar os outros mesmo quando estes não percebiam que precisavam de ajuda. O exemplo de Jesus Cristo é a motivação para este comportamento cristão.

Assim como os colegas de Hamilton, carreguemos também os fardos uns dos outros. Quando, de modo altruísta, amamos nosso próximo, estamos expressando o nosso amor a Deus.

Fonte: Nosso Andar Diário

Apoio e suporte

Quando o apóstolo Paulo deu instruções sobre como exercer os nossos dons como membros do corpo de Cristo (Rm 12:3-8), afirmou o valor da função de apoio e suporte ao próximo. Ele começou dizendo que devemos ter uma opinião realista a respeito de nós mesmos (Rm 12:3) e concluiu com um chamado ao amor genuíno e altruísta: “Dediquem-se uns aos outros com amor fraternal. Prefiram dar honra aos outros mais do que a si próprios (Rm 12:10).

Nossos dons e habilidades vêm até nós pela graça de Deus e devem ser utilizados pela fé (Rm 12:3- 6) pelo amor e serviço de Cristo, não para reconhecimento pessoal.

Que Deus nos conceda a capacidade de abraçar com entusiasmo a função de suporte para a qual Ele nos chama. O objetivo final é a glória do Senhor e não a nossa.

A igreja funciona melhor quando nos vemos como participantes,
não como espectadores.

Fonte: Our Daily Bread

Nada vai nos separar

Quem nos separará do amor de Cristo?

Será tribulação, ou angústia, ou perseguição, ou fome, ou nudez, ou perigo, ou espada?

Como está escrito:
“Por amor de ti enfrentamos a morte todos os dias; somos considerados como ovelhas destinadas ao matadouro”.

Mas, em todas estas coisas somos mais que vencedores,
por meio daquele que nos amou. 

Pois estou convencido de que nem morte nem vida, nem anjos nem demônios, nem o presente nem o futuro, nem quaisquer poderes, nem altura nem profundidade, nem qualquer outra coisa na criação será capaz de nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus, nosso Senhor.

(Rm 8:35-39)

Ele amou primeiro

Mas Deus prova o seu amor para conosco,
em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores
. (Rm 5:8)

A frase “sendo nós ainda pecadores” é impressionante. Deus enviou Jesus Cristo para morrer por nós, não porque fossemos suficientemente bons, mas porque nos amava. Quando você se sentir inseguro a respeito do amor de Deus, lembre-se de que Ele o amou antes mesmo que você o procurasse.

Fonte: Bíblia de Estudo – Aplicação pessoal (Ed. CPAD)

Vergonha de ser sal e luz

Ter vergonha de ser cristão não é uma coisa incomum hoje em dia. A sociedade, aos poucos, nos faz tentar ser “normal”. Não queremos chamar a atenção – preferimos passar desapercebidos.

Essa vontade de se misturar com as pessoas “normais” sem ser identificado pode até parecer uma bobagem, uma simples omissão do tipo “se ninguém me pergunta, não preciso dizer que sou cristão” – ledo engano… Ao fazer isso estamos demonstrando vergonha do evangelho de Cristo.

É preciso lembrar as palavras de Jesus para nós e colocá-las em práticaVocês são o sal da terra. Vocês são a luz do mundo (Mt 5:13a-14a). Quando nos escondemos atrás dos costumes e tradições deste mundo, somos como o sal insípido ou como a candeia debaixo de uma vasilha – de nada servimos.

Vivemos para glorificar a Deus. Este é o propósito de nossas vidas. Para isso fomos criados. E não há como glorificar a Deus escondidos atrás de personagens criados para  serem semelhantes a qualquer outra pessoa. Devemos servir de guias para levar os homens até Jesus, e isso só será possível se abandonarmos as máscaras e vestirmos as vestes da santidade, fazendo a diferença no mundo.

E se ainda resta algum motivo que o faça se envergonhar de ser cristão, leia o que Paulo sentia a respeito em Rm 1:16, reflita e decida amar os outros, mostrando a eles a salvação de Jesus refletida em sua vida.

Não me envergonho do evangelho,
porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê
.
(Rm 1:16a)

Cumprimentando com amor

Paulo inicia sua carta aos Gálatas se apresentando (Gl 1:1-2) e em seguida cumprimentando seus leitores. Mas não é um cumprimento qualquer… Na verdade, se a carta terminasse no cumprimento já estaria bom. Vejam:

A vocês, graça e paz da parte de Deus nosso Pai e do Senhor Jesus Cristo,
que se entregou a si mesmo por nossos pecados a fim de nos resgatar desta presente era perversa, segundo a vontade de nosso Deus e Pai,
a quem seja a glória para todo o sempre. Amém. 
(Gl 1:3-5)

O cumprimento de Paulo provavelmente foi proposital, ou seja, ele desejava que os galátas, logo no início da leitura, se lembrassem do sacrifício de Jesus e da graça derramada por Seu sangue. Gosto do artifício usado por Paulo. Se todos nos cumprimentássemos de forma semelhante nas mais diversas situações do dia a dia, estaríamos certamente mais alertas e atentos, vigiaríamos mais. Um cumprimento como o de Paulo é ainda uma de amar o próximo, mostrando a ele quanto Deus o ama.

Que bom seria se incluíssemos “Bom dia, com a graça de Jesus”, “Até logo, e que Jesus o acompanhe” ou “Volte sempre e fique com Deus” no nosso vocabulário. Mas não apenas como expressões frias e repetitivas, mas de coração e com amor. Quem nos ouvir perceberá a diferença. E todos faremos uma grande diferença no mundo. Vamos tentar?

Se não tiver amor

Paulo fez uma linda descrição do amor na primeira carta aos Coríntios, capítulo 13. É quase uma poesia, texto muito usado em casamentos e ocasiões especiais.

Já falamos aqui sobre a lei do “olho por olho” somada ao mandamento do amor, mas as características do amor descritas em 1 Coríntios completam ainda mais o entendimento  sobre como devemos amar o inimigo.

Primeiro, vamos recordar as palavras de Jesus sobre isso:

Mas eu digo a vocês que estão me ouvindo: Amem os seus inimigos, façam o bem aos que os odeiam, abençoem os que os amaldiçoam, orem por aqueles que os maltratam. (Lc 6:27-28)

Mas eu lhes digo: Amem os seus inimigos e orem por aqueles que os perseguem,
para que vocês venham a ser filhos de seu Pai que está nos céus. (Mt 5:44-45a)

Amem, porém, os seus inimigos, façam-lhes o bem e emprestem a eles, sem esperar receber nada de volta. (Lc 6:35a)

Jesus nos pede para amar sem esperar nada em troca, ainda que os alvos deste amor  sejam nossos inimigos. Ele nos ensina a amar como Ele próprio nos ama, incondicionalmente. E como é amar incondicionalmente? Paulo nos dá algumas dicas de como é esse amor:

O amor é paciente, o amor é bondoso.
Não inveja, não se vangloria, não se orgulha.
Não maltrata, não procura seus interesses,
não se ira facilmente, não guarda rancor.

O amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade.
Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. 
(1 Co 13:4-7)

Será que somos capazes de amar esse amor? Às vezes é difícil amar com paciência até mesmo aqueles entes mais queridos – que dirá os inimigos!

Mas é isso o que Deus espera de nós e é esse o nosso alvo, nossa meta. Devemos nos esforçar para amar acima de todas as coisas, a Deus em primeiro lugar e ao próximo como a nós mesmos – incluindo os inimigos (Mt 22:39).

Ânimo ao coração