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O poder da oração

Tiago não poderia deixar de falar a respeito do poder da oração.

A oração é encorajada no tempo da aflição:
Está alguém entre vós aflito? Ore. (Tg 5:13a)

Também em dias de alegria:
Está alguém contente? Cante louvores. (Tg 5:13b)

A situação é de doença?
Está alguém entre vós doente? Chame os presbíteros da igreja, e orem sobre ele, ungindo-o com azeite em nome do Senhor. (Tg 5:14)

É do pecado que precisamos nos livrar?
E a oração da fé salvará o doente, e o Senhor o levantará; e, se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados.
Confessai as vossas culpas uns aos outros, e orai uns pelos outros, para que sareis. A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos. (Tg 5:15-16)

Extraído de A Coluna da Verdade (estudos)

O que vem em seguida

Na noite anterior à crucificação de Jesus, dois dos seus discípulos voltaram-se contra Ele. Judas traiu a Cristo, levando os inimigos até Ele (Lc 22:47-48). E Pedro afirmou  três vezes que sequer conhecia o Senhor (Lc 22:57-60).

Mas a diferença em relação ao que ambos fizeram a seguir foi enorme. Pedro chorou lágrimas amargas de arrependimento e, posteriormente, foi gentilmente restaurado (Lc 22:62, Jo 21:15-17). Já Judas enforcou-se (Mt 27:5).

Quando cometemos um pecado, a coisa mais importante é o que fazer a seguir.

Se perdermos a calma e dissermos algo cruel para um membro da família, o que vamos fazer a seguir? Se maltratarmos um colega de trabalho, o que vamos fazer a seguir? Se acharmos que estamos habitando em maus pensamentos, o que vamos fazer a seguir?

Inventar desculpas para justificar o nosso mau comportamento, para culpar a outra pessoa ou para ignorar Deus é apenas adicionar mais pecado ao primeiro.

Quando pecamos, cuidemos para não agravar a situação com outro pecado. Levemos tudo imediatamente ao Senhor em oração de confissão.
O mais importante é o que fazemos em seguida!

Fonte: Our Daily Bread

Ainda há bondade

Roboão, herdeiro de Salomão, reinou sobre Judá por 17 anos. Infelizmente, na maior parte do reinado, agiu com maldade e pela infidelidade demonstrada ao SENHOR, Judá foi atacada por Sisaque, rei do Egito, com um exército imenso e poderoso (2 Cr 12:2-4).

No momento de desespero, os líderes de Israel e o rei se humilharam e disseram: “O Senhor é justo” (2 Cr 12:6). E diante da confissão, Deus não permitiu que o reino fosse destruído, porque em Judá ainda havia boas coisas (2 Cr 12:12).

Em Judá ainda havia boas coisas. Embora as atitudes daquele reino apenas refletissem seu lado mau e obscuro, lá no fundo ainda havia bondade. E Deus podia ver isso.

Você se acha mau? Não se considera digno do amor de Deus? Esqueça isso… Deus olha para o seu coração e se lá ainda houver algo de bom, Ele poderá enxergar e te livrar da destruição. O importante é reconhecer suas fraquezas, confessar seus pecados e confiar na soberania do SENHOR.

Concluindo

Em Eclesiastes, Salomão nos leva a uma jornada reflexiva através de sua vida, explica como tudo o que tentou, testou ou provou tinha sido sem sentido, inútil, sem graça, tolo e vazio, um exercício baseado na futilidade. Lembre-se: foi a confissão de alguém que tinha “tudo” – grande inteligência, poder e riquezas. Depois dessa viagem biográfica, Salomão expressou sua triunfante conclusão:

Agora que já se ouviu tudo, aqui está a conclusão: Tema a Deus e guarde os seus mandamentos, pois isso é o essencial para o homem. Pois Deus trará a julgamento tudo o que foi feito, inclusive tudo o que está escondido, seja bom, seja mal.
(Ec 12:13-14)

Leia Eclesiastes e aprenda sobre a vida. Ouça as severas advertências e as terríveis predições e comprometa-se a lembrar de seu Criador agora (Ec 12:1).

Fonte: Bíblia de Estudo – Aplicação pessoal (Ed. CPAD)

Abandone o pecado

Quem esconde os seus pecados não prospera, mas quem os confessa e os abandona encontra misericórdia. (Pv 28:13)

A confissão é um ato importante, pois reflete a percepção e o reconhecimento de um erro cometido. Mas, mais importante ainda é a atitude tomada após a confissão. Permanecer no erro, mesmo consciente disso, é tolice. É preciso escolher outro trajeto, mudar de caminho, abandonar o pecado.

Confesse seus pecados a Deus em oração e decida hoje deixar para trás o pecado!

Quem procede com integridade viverá seguro.
Como é feliz o homem constante no temor do Senhor!
(Pv 28:8a, 14a)

Cortando o mal pela raiz

Que não haja no meio de vocês nenhuma raiz que produza esse veneno amargo. (Dt 29:18b)

Moisés alertou que no dia em que os israelitas se afastassem de Deus, uma raiz brotaria e produziria amargura e frutos venenosos. Quando decidimos fazer o sabemos ser errado, plantamos uma semente que cresce descontroladamente, gerando mágoas e dores. Mas podemos impedir que tais sementes de pecados formem raízes, confessando a Deus nossos pecados e nos arrependendo de coração. Quando a semente não encontra solo fértil, seu fruto amargo nunca amadurecerá.

Que nenhuma raiz de amargura brote e cause perturbação, contaminando a muitos.” (Hb 12:15b)

283º dia: Ne 1-3

Ao receber notícias de Jerusalém, cujos muros permaneciam em ruínas, Neemias chorou e passou dias lamentando e orando ao Deus dos céus (Ne 1:2-4). Neemias era copeiro do rei (Ne 1:11) e pode ser que por isso ele não tenha podido até então se juntar a uma das caravanas com destino à Jerusalém, mas possivelmente esse era um desejo de seu coração, que se tornou ainda mais forte com a notícia de que as coisas por lá não caminhavam muito bem. Neemias sentiu o desejo de ajudar na obra do SENHOR e orou a Deus com todo o seu coração. A oração transcrita em Neemias 1, versos 4 a 11 é curta, mas completa e profunda. Dela quero destacar dois aspectos:

1- Neemias inicia o seu clamor reconhecendo a grandeza, a soberania e a misericórdia de Deus

Então eu disse: Senhor, Deus dos céus, Deus grande e temível, fiel à aliança e misericordioso com os que o amam e obedecem aos seus mandamentos. (Ne 1:4)

2- Neemias humildemente reconhece suas falhas e confessa seus pecados (e os do povo de Israel)

Confesso os pecados que nós, os israelitas, temos cometido contra ti. Sim, eu e o meu povo temos pecado contra ti. Agimos de forma corrupta e vergonhosa contra ti. Não temos obedecido aos mandamentos, aos decretos e às leis que deste ao teu servo Moisés. (Ne 1:6b, 7)

No primeiro capítulo de Neemias, ele pede a Deus para que o rei da Pérsia fosse benevolente com ele (Ne 1:7). Neemias estava decidido a perseguir seu desejo de retornar a Jerusalém e ajudar na reconstrução dos muros da cidade. Mesmo com muito medo (Ne 2:2b) ele aproveitou a oportunidade que teve e declarou ao rei o seu desejo, mas não o fez sozinho, a bondosa mão de Deus estava sobre ele e o rei atendeu todos os seus pedidos. (Ne 2:4, 8b)

Deus deseja nos acompanhar onde quer que estejamos. Ele está disposto a estar ao nosso lado, não importam as circunstâncias. Podemos desfrutar da sua presença sempre que quisermos. A oração é leve, fácil de carregar, não precisa de pilhas ou energia elétrica para funcionar. Basta desejarmos e Deus estará sempre conosco.

113º dia: Sl 37-39

“Não tenha inveja dos perversos”, pois “Melhor é o pouco do justo do que a riqueza de muitos ímpios” (Sl 37:1b, 16).

Não é difícil sentirmos inveja. Normalmente desejamos ter aquilo que não temos: dinheiro, fama, bens… E desdenhamos o que temos: família, trabalho, sustento…

Nossa vida neste mundo é muito curta: “Deste aos meus dias o comprimento de um palmo; a duração da minha vida é nada diante de ti. De fato, o homem não passa de um sopro” (Sl 39:5).

Mas nossa recompensa é eterna, pois “O Senhor cuida da vida dos íntegros, e a herança deles permanecerá para sempre” (Sl 37:18).

Integridade. Esse deveria ser o nosso único desejo a fim de alcançar a herança prometida por Deus. Mas em vez disso, pecadores que somos, permanecemos amontoando riqueza sem saber quem ficará com ela (Sl 39:6).

Sejamos ao menos sinceros e, desejando de coração buscar seguir os caminhos de Deus, oremos como o salmista: “Confesso a minha culpa; em angústia estou por causa do meu pecado” (Sl 38:18).