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Rei dos reis

Sejam os “reis” deste mundo artistas, celebridades, atletas, magnatas ou mesmo cabeças coroadas: eles vêm e vão. Sua influência pode ser imensa – e seus seguidores fanaticamente leais – mas não dura para sempre.

A bíblia, no entanto, refere-se a Jesus Cristo como o Rei eterno. Apocalipse 17 fala profeticamente de reis terrenos que vão lutar para estabelecer sua autoridade no final dos tempos. Os estudiosos da bíblia têm debatido as identidades destes reis, mas não há nenhum engano a respeito daquele a quem não podem dominar: Guerrearão contra o Cordeiro, mas o Cordeiro os vencerá, pois é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis; e vencerão com ele os seus chamados, escolhidos e fiéis (Ap 17:14).

Jesus Cristo, o Senhor é Rei, e Ele reinará para sempre.

O Rei dos reis e Senhor dos senhores,
Que reina hoje dentro do nosso coração,
Um dia vai trazer a Sua paz sobre a terra -
Um reino que não perecerá.

Não há maior privilégio do que ser um súdito do Rei dos reis.

Fonte: Our Daily Bread

Sacrifício definitivo

A grande mensagem de Levítico é a santidade de Deus – “…Sejam santos porque eu, o Senhor, o Deus de vocês, sou santo” (Lv 19:2). Mas como podem pessoas pecadoras aproximar-se do Deus santo? Primeiro, é necessário lidar com o pecado. Os primeiros capítulos de Levítico fornecem instruções detalhadas para as ofertas de sacrifício, que constituíam símbolo ativo de arrependimento e obediência. Quer fossem bois jovens, grãos, cabritos ou ovelhas, as ofertas sacrificiais tinham de ser perfeitas, sem defeito ou manchas, simbolizando o sacrifício definitivo que estava por vir – Jesus, o Cordeiro de Deus. Jesus veio e abriu o caminho para Deus, dando sua vida como sacrifício final em nosso lugar. A verdadeira adoração e unidade com Deus se inicia quando confessamos os nossos pecados e aceitamos a Cristo como o único que pode nos redimir do pecado e nos aproximar de Deus.

Fonte: Bíblia de Estudo – Aplicação pessoal (Ed. CPAD)

Rasgou o véu

Deus deu orientações detalhadas para a construção do tabernáculo. A tenda acompanharia o povo e não seria apenas uma lembrança da presença de Deus entre eles, mas o próprio Deus se faria presente ali, em contato direto com os sacerdotes, guiando o seu povo. “Ali, sobre a tampa, no meio dos dois querubins que se encontram sobre a arca da aliança, eu [Deus] me encontrarei com você [Moisés] e lhe darei todos os meus mandamentos destinados aos israelitas” (Êx 25:22).

Mas a majestade da presença de Deus não permitiria que alguém permanecesse vivo depois da experiência de encontrá-lo, por isso, foram dadas ordens específicas sobre a localização da Arca da Aliança. Dentro do tabernáculo haveria um espaço próprio para a Arca, cercado por um véu de linho fino, bordado com querubins (Êx 26:31). O véu separava o Lugar Santo do Lugar Santíssimo (Êx 26:33b). E no Lugar Santíssimo, o Santo do Santos, apenas os sacerdotes poderiam adentrar, em ocasiões específicas e levando consigo incenso cuja fumaça preenchia o local, impedindo que os sacerdotes fossem consumidos pelo poder da presença de Deus.

O véu separava o homem de Deus. Os sacerdotes, embora também fracos e pecadores, eram o elo entre o povo e Deus, intercediam pelo povo junto à Deus.

Mas o véu já não existe mais. Quando Jesus expirou na cruz o véu do santuário rasgou-se em duas partes, de alto a baixo (Mc 15:37-38).

Os sacerdotes sacrificavam cordeiros para o perdão dos pecados do povo e precisavam fazer isso regularmente.

Deus ofereceu seu filho como Cordeiro para perdão dos nossos pecados. O sacrifício perfeito, o resgate definitivo. Não precisamos de outros cordeiros. Não precisamos de outros sacrifícios. Não precisamos de tenda ou tabernáculo. Não precisamos de outro intercessor… Jesus Cristo é o Cordeiro, o Sacrifício Santo, o Templo, o Intercessor. O véu nos separava de Deus. Jesus nos aproxima de Deus.

A primeira Páscoa

Deus dá ao povo as instruções do que viria a ser uma grande festa para os israelitas  (Êx 12:3-27). A Páscoa seria celebrada para que todos se lembrassem da grande libertação que aconteceria no Egito. Finalmente, depois de 430 anos vivendo como estrangeiros em regime de escravidão, Israel seria liberto, não pelas mãos de faraó, mas pelo poder de Deus. O sangue de cordeiros, abatidos conforme o SENHOR havia ordenado, foi aspergido nas portas das casas e protegeu os primogênitos israelitas da morte naquela noite – e a décima praga só atingiu os egípcios.

Os israelitas celebraram a primeira Páscoa ainda escravos do Egito, mas já prontos para serem libertos, vestidos para sair: cinto no lugar, sandálias nos pés e cajado na mão (Êx 12:11).

Ainda hoje celebramos a Páscoa. A Páscoa da nova aliança. A libertação que nos foi concedida pelo sangue do Cordeiro, derramado na cruz, como sacrifício perfeito pela expiação dos nossos pecados. Jesus foi morto em um dia de Páscoa e isso não foi acaso, mas sim parte do plano de Deus para nos oferecer salvação.

Ovos, coelhos, chocolates… Não… O verdadeiro símbolo da Páscoa é o Cordeiro, que foi abatido cruelmente e pregado a uma cruz. Que ofereceu o próprio sangue para  conceder libertação a pecadores como nós. Que morreu, mas está vivo e presente na vida de todos aqueles que creem nEle.

A verdadeira Páscoa tem Jesus como convidado principal. Não pregado na cruz, mas batendo às portas e estendendo as mãos para que todos tenham a oportunidade de desfrutar da libertação que só pode ser obtida por meio dEle.

Disse Jesus: “Eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância.”
(Jo 10:10b)

361º dia: Ap 7-9

Muitos não se reconhecem pecadores, pois vivem momentos de aparente tranquilidade em suas vidas. Alguns destes se arrependerão ao passarem por provações, mas muitos, mesmo tendo sido poupados em meio a grande tribulação; não se arrependerão das obras das suas mãos; eles não pararão de adorar os demônios e os ídolos de ouro, prata, bronze, pedra e madeira, ídolos que não podem ver nem ouvir nem andar. Também não se arrependerão dos seus assassinatos, das suas feitiçarias, da sua imoralidade sexual e dos seus roubos. (Ap 9:18-21)

“A salvação pertence ao nosso Deus, que se assenta no trono, e ao Cordeiro.” (Ap 7:10)

É tempo de arrependimento. Não espere!

“Louvor e glória, sabedoria, ação de graças, honra, poder e força sejam ao nosso Deus para todo o sempre. Amém!” (Ap 7:12)

360º dia: Ap 4-6

“Tu, Senhor e Deus nosso, és digno de receber a glória, a honra e o poder, porque criaste todas as coisas, e por tua vontade elas existem e foram criadas”. (Ap 4:11)

Um livro em forma de rolo escrito de ambos os lados e selado com sete selos. Um pergaminho cujo conteúdo é o relato do que Deus tem reservado para o mundo. E quem é digno de romper os selos e de abrir o livro? (Ap 5:2) Não se desespere. Pode parecer que não há ninguém, nem no céu nem na terra nem debaixo da terra, que possa abrir o livro, ou sequer olhar para ele. Mas não chore! Eis que o Leão da tribo de Judá, a Raiz de Davi, venceu para abrir o livro e os seus sete selos. (Ap 5:3-5)

“Tu [Jesus] és digno de receber o livro e de abrir os seus selos, pois foste morto, e com teu sangue compraste para Deus homens de toda tribo, língua, povo e nação. Tu os constituíste reino e sacerdotes para o nosso Deus, e eles reinarão sobre a terra”. (Ap 5:9)

“Digno é o Cordeiro que foi morto de receber poder, riqueza, sabedoria, força, honra, glória e louvor! Àquele que está assentado no trono e ao Cordeiro sejam o louvor, a honra, a glória e o poder, para todo o sempre! Amém.” (Ap 5:13b, 14)

278º dia: Zc 3-6

Na visão de Zacarias, Josué aparece vestido de vestes sujas diante de um anjo. Então, sem nenhuma ação de Josué, ele é vestido com roupas limpas, incluindo um novo turbante (Zc 3:3-5).

É desse jeito que nossos pecados são tratados por Deus, como trapos sujos. Como um bom pai, Ele não deseja nos ver vestidos assim e por isso nos presenteia com roupas novas e limpas. O que Deus espera de nós em troca de tanta graça? Obediência e gratidão (Zc 3:7).

João viu a Jesus, que vinha para ele, e disse:
“Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo”.
(Jo 1:29)