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Maduros na Palavra

Portanto, deixemos os ensinos elementares a respeito de Cristo e avancemos para a maturidade, sem lançar novamente o fundamento do arrependimento de atos que conduzem à morte, da fé em Deus,
da instrução a respeito de batismos, da imposição de mãos, da ressurreição dos mortos e do juízo eterno. Assim faremos, se Deus o permitir. (Hb 6:1-3)

Certos princípios elementares são essenciais para todos os crentes – todos devem entendê-los. Estas doutrinas básicas incluem a importância da fé, a tolice de tentar salvar-se por meio de boas obras, o significado do batismo e dons espirituais, e os fatos da ressurreição e da vida eterna. Para continuar a amadurecer em nossa compreensão, precisamos ir além (mas não para longe) dos ensinos elementares, tendo uma compreensão mais completa da fé. E isto é o que o autor pretende que seus leitores façam (Hb 6:3). Os cristãos maduros devem ensinar as doutrinas básicas aos novos cristãos. Então, agindo de acordo com o que conhecem, os que são maduros aprenderão ainda mais da Palavra de Deus.

Fonte: Bíblia de Estudo – Aplicação pessoal (Ed. CPAD)

Leia a bíblia

Ler a bíblia é algo muito prazeroso.

É gostoso descobrir os detalhes das histórias famosas, conhecer histórias incríveis que não são tão famosas, perceber que cada história se relaciona com as outras de forma única, como se fossem uma única…

Que bom descobrir que personagens de destaque eram tão humanos como nós.
Que bom conhecer o plano de Deus para nossas vidas!

Muitas vezes, ao ler a Palavra de Deus, é como se alguém estivesse falando com a gente diretamente… E está! Leia a bíblia e ouça o que Deus tem a te dizer.

Um bom texto para começar está na leitura de hoje (1 Pe 1:3-9):

Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo!

Conforme a sua grande  misericórdia, Ele nos regenerou para uma esperança viva, por meio da ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos, para uma herança que jamais poderá perecer, macular-se ou perder o seu valor. Herança guardada nos céus para vocês que, mediante a fé, são protegidos pelo poder de Deus até chegar a salvação prestes a ser revelada no último tempo.

Nisso vocês exultam, ainda que agora, por um pouco de tempo, devam ser entristecidos por todo tipo de provação.

Assim acontece para que fique comprovado que a fé que vocês têm é genuína e resultará em louvor, glória e honra, quando Jesus Cristo for revelado.

Mesmo não o tendo visto, vocês o amam; e apesar de não o verem agora, creem nEle e exultam com alegria indizível e gloriosa, pois vocês estão alcançando o alvo da sua fé, a salvação das suas almas.

Ser um exemplo

Alissa, que tem seis anos de idade, vê muitas vezes seus pais e avós lendo suas Bíblias pela manhã. Certa manhã, ela acordou cedo, antes de todos os outros. A vovó a encontrou sentada na poltrona com sua Bíblia e um livro de devocionais sobre o colo. Ela queria seguir o exemplo de investir o seu tempo com Deus no início do dia.

Timóteo, um jovem pastor, enfrentava pesadas responsabilidades na igreja de Éfeso — treinando novos cristãos, dirigindo a adoração, enfrentando doutrinas falsas. O apóstolo Paulo, mais velho e experiente, deu-lhe instruções sobre como liderar a igreja nessas áreas, mas também mencionou a importância da conduta pessoal. Ele disse: “…torna-te padrão dos fiéis, na palavra, no procedimento, no amor, na fé, na pureza” (1 Tm 4:12).

Paulo desafiou Timóteo: “Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina…” (1 Tm 4:16). Se ele prestasse atenção à sua própria vida espiritual e à doutrina sólida, seria um exemplo de santidade para a família da igreja.

Todos nós somos observados por alguém. Até a Alissa tinha seus irmãozinhos menores para observá-la. Vivamos nossas vidas de maneira tal que aqueles que seguem nosso exemplo possam ajudar outras pessoas em seu caminhar com Deus.

Fonte: Nosso andar diário

Eu espero Jesus

Um professor de escola dominical deu a cada menino em sua aula um Novo Testamento e incentivou cada um deles a escrever seu próprio nome na capa.

Várias semanas mais tarde, depois de convidar repetidamente os meninos a receberem a Cristo como seu Salvador, ele pediu que eles escrevessem estas palavras sob seu nome: “Eu aceito Jesus”. Porém, em vez disso um dos meninos escreveu “Eu espero Jesus”. Ao conversar com o menino, o professor ele percebeu que ele sabia bem o que tinha escrito – Ele não só confiou no Senhor para a salvação, mas esperava que ele estivesse com ele em todos os momentos e para fazer tudo o que Ele havia prometido.

A declaração deste menino é um comentário simples – mas profundo – sobre o verdadeiro significado da fé.

Em Atos 27, vemos a fé esperançosa do apóstolo Paulo. Ele era um prisioneiro sendo transportado de navio para Roma, quando uma violenta tempestade se levantou e ameaçou destruir o navio. Durante a noite, um anjo do Senhor disse a Paulo que todos iriam sobreviver (At 27:23-24). Ele sabia que podia confiar na palavra do Senhor. No meio da tempestade, ele disse, creio em Deus, que há de acontecer assim como a mim me foi dito (At 27:25). E assim foi.

Não deve ser nenhuma surpresa para nós quando Deus guarda a sua palavra. É isso o que devemos esperar dEle.

Fonte: Our Daily Bread

Desejo de viver

Certa vez perguntaram a um alpinista do Colorado se ele achava que os alpinistas tinham o desejo de morrer. Ele respondeu: “Na verdade, eles têm o desejo de viver – de viver a vida ao máximo”. Como um alpinista cuidadoso, ainda que aventureiro, ele explicou por que ele considerava que os riscos valiam a pena: “Quando chegar a hora de eu morrer”, disse ele “Eu não desejo descobrir que eu não vivi”.

Quando apóstolo Paulo viajou para Jerusalém, deve ter parecido aos seus amigos mais íntimos que ele tinha o desejo de morrer. Várias pessoas o avisaram do perigo e pediram para que ele não fosse (At 21:4-12). Mas Paulo já tinha se decidido enquanto estava em Éfeso, quando afirmou claramente que o seu objetivo era “cumprir com alegria a carreira e o ministério que havia recebido do Senhor Jesus, para dar testemunho do evangelho da graça de Deus” (At 20:24).

Paulo não correu riscos desnecessários em seu testemunho como cristão, mas ele nunca se esquivou de declarar publicamente sua fé em Jesus Cristo. Seu objetivo não era apostar no seguro e se proteger. Em vez disso, ele viveu para terminar a sua corrida espiritual com alegria, e para completar a tarefa que Deus reservou para ele.

A coragem de Paulo nos desafia a viver para Cristo com abandono altruísta, não apreensão. Essa é a maneira de conhecer realização e alegria definitivas. Será que compartilhamos hoje o desejo de viver de Paulo?

Fonte: Our Daily Bread

Bençãos apesar do choro

Quando chegaram, Paulo lhes disse: Vocês sabem como vivi todo o tempo em que estive com vocês, desde o primeiro dia em que cheguei à província da Ásia.
Servi ao Senhor com toda a humildade e com lágrimas, sendo severamente provado pelas conspirações dos judeus.
Vocês sabem que não deixei de pregar-lhes nada que fosse proveitoso, mas ensinei-lhes tudo publicamente e de casa em casa.
Testifiquei, tanto a judeus como a gregos, que eles precisam converter-se a Deus com arrependimento e fé em nosso Senhor Jesus. 
(Atos 20:18-21)

O caminho do cristão não é fácil; ser um cristão não significa ausência de problemas ou ter todos os problemas ou ter todos os problemas solucionados. Paulo serviu a Deus humildemente e “com muitas lágrimas”, mas nunca parou nem desistiu. A mensagem da salvação era tão importante que ele nunca perdeu uma oportunidade de compartilhá-la. Embora tenha pregado o evangelho de variadas maneiras para os diferentes tipos de público, o conteúdo da mensagem permaneceu sempre o mesmo: afaste-se do pecado e aproxime-se de Cristo pela fé.

A vida cristã enfrenta tempos difíceis, há sofrimento e choro, bem como alegria, mas devemos estar sempre prontos para contar aos outros as coisas boas que Deus fez por nós! Suas bençãos excedem em muito as dificuldades da vida.

Fonte: Bíblia de Estudo – Aplicação pessoal (Ed. CPAD)

Apoio e suporte

Quando o apóstolo Paulo deu instruções sobre como exercer os nossos dons como membros do corpo de Cristo (Rm 12:3-8), afirmou o valor da função de apoio e suporte ao próximo. Ele começou dizendo que devemos ter uma opinião realista a respeito de nós mesmos (Rm 12:3) e concluiu com um chamado ao amor genuíno e altruísta: “Dediquem-se uns aos outros com amor fraternal. Prefiram dar honra aos outros mais do que a si próprios (Rm 12:10).

Nossos dons e habilidades vêm até nós pela graça de Deus e devem ser utilizados pela fé (Rm 12:3- 6) pelo amor e serviço de Cristo, não para reconhecimento pessoal.

Que Deus nos conceda a capacidade de abraçar com entusiasmo a função de suporte para a qual Ele nos chama. O objetivo final é a glória do Senhor e não a nossa.

A igreja funciona melhor quando nos vemos como participantes,
não como espectadores.

Fonte: Our Daily Bread

Prazer nas fraquezas

As palavras de Paulo em 2 Coríntios 12:10 são impressionantes e refletem uma maturidade espiritual que poucos alcançam:

Por isso sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias por amor de Cristo.
Porque quando estou fraco então sou forte.

Ele sentia prazer no sofrimento! Será que nós sentimos a mesma coisa? É comum sentir pena de si, ou amargura, ou profunda depressão, mas sentir prazer?

O comentário de Paulo não trata de alguma prática louca de autoflagelação, mas de sua capacidade de confiar plenamente no Senhor. Ele entendeu que o sofrimento oferece oportunidades para nos aproximarmos mais de Deus – e Paulo aproveitou tais oportunidades ao máximo.

Da mesma forma que a pessoa que pratica ginástica ou musculação pode sentir prazer no esforço e sofrimento da malhação, visando aos resultados em termos da saúde física, Paulo sentia prazer nas angústias da vida, tendo em vista os resultados de crescimento espiritual e do galardão eterno.

Tiago falou a mesma coisa:

Meus irmãos, considerem motivo de grande alegria o fato de passarem por diversas provações, pois vocês sabem que a prova da sua fé produz perseverança.
E a perseverança deve ter ação completa, a fim de que vocês sejam maduros e íntegros, sem lhes faltar coisa alguma. (Tg 1:2-4)

Os servos do Senhor sofrem nessa vida. Enfrentamos perseguições, angústias, fraquezas, necessidades, etc. Da mesma maneira que Deus recusou tirar o espinho de Paulo, ele pode deixar qualquer um de nós em circunstâncias difíceis e desagradáveis. Quando nos encontramos nessas situações, vamos ter a fé e a coragem que Paulo mostrou para aproveitar a oportunidade e crescer espiritualmente. Quando nos entregamos a Cristo, encontramos a graça e a força verdadeira.

Tristes mas felizes

Porque a tristeza segundo Deus opera arrependimento para a salvação, da qual ninguém se arrepende; mas a tristeza do mundo opera a morte. (2 Co 7:10)

O sofrimento por nossos pecados pode resultar em mudanças de comportamento. Muitas pessoas sentem tristeza apenas pelos efeitos de seus pecados ou por terem sido surpreendidas pecando (este é o sofrimento sem arrependimento).

Compare o remorso e o arrependimento de Pedro com a amargura e o ato suicida de Judas. Ambos negaram a Cristo. Um se arrependeu e foi restaurado à fé e ao serviço; o outro tirou a própria vida.

Somente em Deus até mesmo a mais profunda tristeza se reverte em alegria. Sofreremos muitas tristezas, mas confiando em Deus, ainda que tristes, estamos felizes pela certeza da vitória!

Adaptado de Bíblia de Estudo – Aplicação pessoal (Ed. CPAD)

Confiança na vida eterna

Portanto, temos sempre confiança e sabemos que, enquanto estamos no corpo, estamos longe do Senhor.
Porque vivemos por fé, e não pelo que vemos.
Temos, pois, confiança e preferimos estar ausentes do corpo e habitar com o Senhor. (2 Co 5:6-8)

Paulo não tinha medo de morrer porque confiava que passaria a eternidade com Cristo. É claro que enfrentar o desconhecido pode nos causar ansiedade, e a possibilidade de  deixar nossos amados é algo que nos fere profundamente. Mas, se cremos em Jesus Cristo, podemos compartilhar a mesma esperança e confiança que Paulo tinha da vida eterna com Cristo.

Para aqueles que creem em Cristo, a morte é apenas uma passagem para a vida eterna com Deus. Continuaremos a viver. Que esta verdade lhe dê confiança e o inspire a servir fielmente a Deus.

Fonte: Bíblia de Estudo – Aplicação pessoal (Ed. CPAD)