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Bênção especial

Honra teu pai e tua mãe“, este é o primeiro mandamento com promessa: “para que tudo te corra bem e tenhas longa vida sobre a terra“. (Ef 6:2-3)

Este é o quinto mandamento, mas o primeiro com promessa. O fato de ser o primeiro mandamento com promessa não significa que a observância dos quatro primeiros não será refletida em bênção, mas simplesmente que nenhuma bênção específica foi prometida.

É verdade, de fato, que há uma declaração geral anexa ao segundo mandamento, de que Deus trata com bondade até mil gerações aos que o amam e guardam os seus mandamentos (Êx 20:6). Mas esta é uma declaração em relação a todos os mandamentos de Deus, não uma promessa vinculada a um mandamento específico – É uma garantia de que a obediência à lei de Deus seria seguida de bênçãos para milhares de gerações.

Já a promessa do quinto mandamento é uma promessa especial. Não se refere à obediência a Deus em geral, mas é uma garantia especial de que aqueles que honram seus pais terão uma bênção especial como o resultado de sua obediência.

Fonte: StudyLight.org

Vale a pena repetir:

Honra teu pai e tua mãe,
a fim de que tenhas vida longa na terra que o Senhor teu Deus te dá.
(Êx 20:12)

Vãs tradições

Então alguns fariseus e mestres da lei, vindos de Jerusalém, foram a Jesus e perguntaram:
“Por que os seus discípulos transgridem a tradição dos líderes religiosos? Pois não lavam as mãos antes de comer!”
Respondeu Jesus:
“E por que vocês transgridem o mandamento de Deus por causa da tradição de vocês?
Pois Deus disse: ‘Honra teu pai e tua mãe’ e ‘quem amaldiçoar seu pai ou sua mãe terá que ser executado’. Mas vocês afirmam que se alguém disser a seu pai ou a sua mãe: ‘Qualquer ajuda que vocês poderiam receber de mim é uma oferta dedicada a Deus’,
ele não é obrigado a ‘honrar seu pai’ dessa forma. Assim vocês anulam a palavra de Deus por causa da tradição de vocês.”
(Mt 15:1-6)

Oferecer uma oferta ao Templo havia se tornado uma forma religiosamente aceitável de negligenciar os pais; por meio dessa oferta os filhos fugiam à responsabilidade para com seus genitores. Embora o ato em si – ofertar a Deus – parecesse muito digno e, sem dúvida, trouxesse muito prestígio ao doador, muitas pessoas que faziam este voto, e também os líderes religiosos que o recebiam, desconsideravam o mandamento de Deus quando a honrar os pais, provendo as necessidades deles.

Adaptado de: Bíblia de Estudo – Aplicação pessoal (Ed. CPAD)

Nada neste mundo é maior do que Deus, nem mesmo as tradições. As tradições fazem parte da sociedade e até podem nos ajudar a seguir o caminho de Deus, mas jamais cumprirão esta função se estiverem contrariando as escrituras.

Hipócritas! Foi isso o que Jesus disse daqueles fariseus que questionavam o descumprimento de suas próprias leis, deixando para segundo plano a lei do Senhor.

Hipócritas também somos nós quando, mesmo praticando inúmeros atos religiosos em nossas vidas, como ir à igreja assiduamente, por exemplo, não honramos a Deus de coração. Não basta agir com tradição e religiosidade, nossas atitudes precisam ser sinceras.

Misericórdia ou sacrifício

Ide, porém, e aprendei o que significa: Misericórdia quero, e não sacrifício. Porque eu não vim a chamar os justos, mas os pecadores, ao arrependimento. (Mt 9:13)

As palavras acima, ditas por Jesus, são uma citação do Antigo Testamento (veja Os 6:6 e I Sm 15:22) e nos ensinam muitas coisas:

1. Deus prefere um ato de misericórdia demonstrada ao necessitado a qualquer ato de culto religioso. Ambas ações são boas, mas a primeira é bem maior – a misericórdia – e precede qualquer outra.

2. Todo o sistema sacrifical era destinado apenas para apontar para a infinita misericórdia de Deus para com o homem pecador; tratava-se da sombra do viria a ser a verdadeira redenção pelo sangue da nova aliança.

3. Não devemos descansar nos sacrifícios, mas olhar para a misericórdia e salvação prefigurada por eles. Qualquer tipo de sacrifício deve ser feito com coração contrito, em espírito e em verdade, exclusivamente para a honra e glória de Deus.

Somos salvos pela fé e nossas obras, incluídos os sacrifícios, devem ser apenas reflexo de nossa crença.

Mostra-me a tua fé sem as tuas obras,
e eu te mostrarei a minha fé pelas minhas obras.
(Tg 2:18b)

Humildes e honrados

É necessário que ele cresça e que eu diminua. (Jo 3:30)

Estas palavras evidenciam a humildade de João e o seu desejo de ser identificado como nada desde que pudesse honrar a Cristo.

O propósito de nossas vidas aqui na terra é servirmos de guias para levar os homens até Jesus. Não estamos aqui para fundar nosso próprio partido ou para estabelecer nossa própria religião. Poder falar do Senhor Jesus Cristo aos pecadores deve ser honra suficiente para nós. Nenhum trabalho é tão honroso e alegre como o ministério do evangelho.

A autoridade e a influência de Jesus sobre as pessoas devem crescer. Sua doutrina deve continuar a ser espalhada até que alcance toda a terra.  E para que Cristo cresça, devemos diminuir. Sejamos humildes como João. Humildes para enfrentar nossos medos e fraquezas e, então, assumir o trabalho que temos a fazer: pregar o evangelho. Não importam as falácias, as dificuldades, os confrontos… Estamos aqui para isso e devemos, humildemente, aceitar o trabalho.  Seremos honrados com a glória de Cristo.

Adaptado de Barnes’ Notes on the Bible

Não semeeis entre espinhos

Porque assim diz o SENHOR:
“Preparai para vós o campo de lavoura, e não semeeis entre espinhos.”
(Jr 4:3)

Essa mensagem pode parecer estranha para nós, mas certamente era bastante clara aos israelitas, que tinham a agricultura como parte de suas vidas. De qualquer forma, não é difícil compreender, basta um pouco de atenção.

Deus faz duas recomendações que nós, assim como o povo daquela época, devemos observar:

1. Preparai para vós o campo de lavoura

Aqui, está explícito o que devemos fazer. Acontece que preparar o campo para a lavoura exige força, tempo e planejamento. A terra tem que estar pronta na época certa para o plantio. Fazendo tudo corretamente, tempos depois serão colhidos bons frutos.

Deus nos oferece muitas bençãos, mas precisamos estar preparados para colhê-las e, enfim, usufruir delas. Para isso precisamos entender que o propósito de nossa vida é glorificar a Deus, com honra e obediência. Colocando essas atitudes em prática, estaremos preparados para a Sua graça.

Sim, será tão difícil quanto arar a terra na lavoura, mas a recompensa é tão doce quanto o sabor de bons frutos.

2. Não semeeis entre espinhos

Enfim, o que não fazer. Ah, simplesmente semear entre os espinhos é, com certeza, a solução mais rápida. Basta atirar as sementes e pronto. Sem muito esforço e bastante rápido. Seria a solução perfeita, não fosse a ausência de resultados: Não haverá frutos, ou talvez, um ou outro sobreviva, mas não terá bom sabor. Isso porque os espinhos sufocarão as sementes, que não conseguirão se desenvolver de forma apropriada.

Deus nos aleta a não sermos insensatos. Os espinhos podem se comparar ao pecado. Se semearmos o pecado em nossas vidas, seremos envolvidos por ele até sufocar. E pode ser que não tenhamos mais forças para nos livrar dos espinhos.

O pecado pode parecer o caminho mais curto e rápido. De fato, é o caminho mais curto e rápido para a dor e o sofrimento.

 

LEMBRE-SE SEMPRE DESTE BOM CONSELHO:
“Preparai para vós o campo de lavoura, e não semeeis entre espinhos.”

Orgulho e vaidade

Quem planejou isso contra Tiro, contra aquela que dava coroas, cujos comerciantes são príncipes, cujos negociantes são famosos em toda terra?
O Senhor dos Exércitos o planejou para abater todo orgulho e vaidade e humilhar todos os que tem fama na terra. (Is 23:8-9)

O orgulho foi o principal motivo da destruição de Tiro. O orgulho nos afasta de Deus, afinal, como exaltar a nós mesmos por conquistas que são concedidas por Deus? Não há qualquer motivo para sentirmos orgulho de nós mesmos. Tudo o que somos depende de Deus. A Ele seja toda a honra!

Clique aqui e leia mais sobre o orgulho do reino de Tiro

Depender de Deus

Ó Deus, tu és o meu Deus, eu te busco intensamente; a minha alma tem sede de ti! Todo o meu ser anseia por ti, numa terra seca, exausta e sem água.

A minha salvação e a minha honra de Deus dependem;
Ele é a minha rocha firme, o meu refúgio.

Confiem nele em todos os momentos, ó povo;
derramem diante dele o coração, pois Ele é o nosso refúgio.

Louvado seja o Senhor, o Deus de Israel, de eternidade a eternidade! Amém e amém! 

(Sl 63:1 / 62:7-8 / 41:13)

361º dia: Ap 7-9

Muitos não se reconhecem pecadores, pois vivem momentos de aparente tranquilidade em suas vidas. Alguns destes se arrependerão ao passarem por provações, mas muitos, mesmo tendo sido poupados em meio a grande tribulação; não se arrependerão das obras das suas mãos; eles não pararão de adorar os demônios e os ídolos de ouro, prata, bronze, pedra e madeira, ídolos que não podem ver nem ouvir nem andar. Também não se arrependerão dos seus assassinatos, das suas feitiçarias, da sua imoralidade sexual e dos seus roubos. (Ap 9:18-21)

“A salvação pertence ao nosso Deus, que se assenta no trono, e ao Cordeiro.” (Ap 7:10)

É tempo de arrependimento. Não espere!

“Louvor e glória, sabedoria, ação de graças, honra, poder e força sejam ao nosso Deus para todo o sempre. Amém!” (Ap 7:12)

290º dia: Mt 8-11

Entrando Jesus na cidade de Cafarnaum, foi abordado por um centurião, que lhe pediu ajuda (Mt 8:5). Centurião era um cargo do exército romano. Um guerreiro, líder de um grupo de soldados. Este homem estava aflito por um servo, que encontrava-se paralítico, em terrível sofrimento (Mt 8:6)

Jesus desejou ir ter com o enfermo, mas humildemente, o soldado replicou “Senhor, não mereço receber-te debaixo do meu teto. Mas dize apenas uma palavra, e o meu servo será curado.” (Mt 8:7, 8)

Sua confiança no poder de Jesus chamou a atenção do próprio Cristo, que, admirado, disse aos que o seguiam: “Digo-lhes a verdade: Não encontrei em Israel ninguém com tamanha fé.” (Mt 8:10)

Este soldado não era um judeu, provavelmente não conhecia as leis de Moisés ou os ensinamentos das sinagogas, talvez não estivesse familiarizado com as profecias a respeito da vinda do Messias… Mas ele conhecia um conceito muito importante: sabia o que significava servir. O seu trabalho lhe proporcionava esse conhecimento e ele mesmo explica: “Pois eu também sou homem sujeito à autoridade, com soldados sob o meu comando. Digo a um: ‘Vá’, e ele vai; e a outro: ‘Venha’, e ele vem. Digo a meu servo: ‘Faça isto’, e ele faz” (Mt 8:9). Imaginem vocês se em meio à batalha um dos seus subordinados decide questionar o comando? Certamente colocaria em risco a própria vida e as de seus colegas de fronte!

O centurião se colocou como servo diante de Jesus e estava disposto a servi-lo prontamente, com vigor e disposição. A fé deste homem não apenas curou o seu servo, mas também salvou a sua alma.

Não importa o quanto conhecemos as regras, se não estivermos dispostos a segui-las. É preciso aprender a servir!

Disse Jesus: “Se alguém me serve, siga-me, e onde eu estiver, ali estará também o meu servo. E, se alguém me servir, meu Pai o honrará.” (Jo 12:26)

157º dia: Pv 19-21

Sempre me considerei uma pessoa preguiçosa. Faço tudo o que tem que ser feito, mas me sinto preguiçosa na essência, sabe? Amo não fazer nada e curto muito os momentos em que dá pra não fazer nada. Gostaria de ter mais desses momentos, mas ‘brigo’ todos os dias com a minha preguiça para trabalhar, para passear com o cachorro, para ir ao supermercado, etc…

Em Provérbios, muitos alertas para os preguiçosos e eu me identifico muitos com esses versos.
“O caminho do preguiçoso é cercado de espinhos, mas a vereda dos retos é bem aplanada.”
“O preguiçoso morre de tanto desejar e de nunca pôr as mãos no trabalho.”
“O preguiçoso não ara a terra na estação própria; mas na época da colheita procura, e não acha nada.”
“O preguiçoso, até quando ficarás deitado? Quando te levantarás do teu sono?”
(Pv 15:19 / 21:25 / 20:4 / 6:9)
Terminando por hoje, três bons conselhos dentre os muitos do texto de hoje. FIQUEM COM DEUS!
“Não digas: Vingar-me-ei do mal; espera pelo SENHOR, e ele te livrará.” (Pv 20:22)
“Quem segue a justiça e a lealdade encontra vida, justiça e honra.” (Pv 21:21)
“Prepara-se o cavalo para o dia da batalha, porém do SENHOR vem a vitória.” (Pv 21:31)