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Corpo de Cristo

Muitas pessoas questionam a “obrigação” de fazer parte de uma igreja, afinal, Deus não está em todos os lugares? Então podemos cultuá-lo em casa mesmo, certo?

Sim, certo – devemos fazer isso, inclusive. Mas há alguns bons motivos para ser membro de uma igreja e um deles está registrado justamente no livro de Apocalipse, no Cap 12, versos 13-17.

A igreja, corpo de Cristo, unidade, está protegida por Deus e não pode ser destruída pelo diabo. E então, frustrado por não ser capaz de atingir a igreja, por mais que a persiga com furor, satanás dirige toda a sua rira aos filhos da igreja, aos que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus Cristo, que como indivíduos, estão susceptíveis ao engano.

Bom, se teremos que enfrentar o mau, que seja com a maior chance de vencer: juntos. Isso é a igreja. E não precisa nome ou placa na porta. Basta adoradores verdadeiros, que anseiem conhecer, obedecer e praticar a Palavra de Deus.

Fico feliz por fazer parte de uma igreja!

Fiquem com Deus.

Publicado originalmente no meu outro blog: Clique aqui e visite!

Promessa aos vencedores

Todas as cartas às igrejas da Ásia têm um mesmo padrão. Há, por exemplo, uma identificação de Cristo, uma afirmação do conhecimento íntimo das igrejas, exortações e promessas. Elas foram enviadas para sete igrejas na Ásia que viviam situações distintas, mas que no somatório são situações de todas as igrejas em qualquer época. Portanto, o número sete é literal, pelo fato de serem sete igrejas, e é ao mesmo tempo simbólico, pois indica a totalidade das igrejas em todas as épocas e lugares.

Fonte: Revista Compromisso Ano CVI, nº 424, 4T12

As fraquezas e conquistas destas sete igrejas são as mesmas que nossas igrejas têm hoje. Devemos, portanto, nos esforçar para vencer as fraquezas e procurar manter as conquistas, certos de que as promessas feitas às igrejas da Ásia também são feitas a nós.

Ao vencedor darei o direito de comer da árvore da vida, que está no paraíso de Deus. (Ap 2:7b)

O vencedor de modo algum sofrerá a segunda morte. 
(Ap 2:11b)

Leia as sete cartas na íntegra em Apocalipse 2 e Apocalipse 3, aprenda o que Deus espera das igrejas e conheça todas as promessas que Ele faz aos que vencerem.

Aquele que tem ouvidos ouça o que o Espírito diz às igrejas.
(Ap 3:22)

Ser um exemplo

Alissa, que tem seis anos de idade, vê muitas vezes seus pais e avós lendo suas Bíblias pela manhã. Certa manhã, ela acordou cedo, antes de todos os outros. A vovó a encontrou sentada na poltrona com sua Bíblia e um livro de devocionais sobre o colo. Ela queria seguir o exemplo de investir o seu tempo com Deus no início do dia.

Timóteo, um jovem pastor, enfrentava pesadas responsabilidades na igreja de Éfeso — treinando novos cristãos, dirigindo a adoração, enfrentando doutrinas falsas. O apóstolo Paulo, mais velho e experiente, deu-lhe instruções sobre como liderar a igreja nessas áreas, mas também mencionou a importância da conduta pessoal. Ele disse: “…torna-te padrão dos fiéis, na palavra, no procedimento, no amor, na fé, na pureza” (1 Tm 4:12).

Paulo desafiou Timóteo: “Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina…” (1 Tm 4:16). Se ele prestasse atenção à sua própria vida espiritual e à doutrina sólida, seria um exemplo de santidade para a família da igreja.

Todos nós somos observados por alguém. Até a Alissa tinha seus irmãozinhos menores para observá-la. Vivamos nossas vidas de maneira tal que aqueles que seguem nosso exemplo possam ajudar outras pessoas em seu caminhar com Deus.

Fonte: Nosso andar diário

Apoio e suporte

Quando o apóstolo Paulo deu instruções sobre como exercer os nossos dons como membros do corpo de Cristo (Rm 12:3-8), afirmou o valor da função de apoio e suporte ao próximo. Ele começou dizendo que devemos ter uma opinião realista a respeito de nós mesmos (Rm 12:3) e concluiu com um chamado ao amor genuíno e altruísta: “Dediquem-se uns aos outros com amor fraternal. Prefiram dar honra aos outros mais do que a si próprios (Rm 12:10).

Nossos dons e habilidades vêm até nós pela graça de Deus e devem ser utilizados pela fé (Rm 12:3- 6) pelo amor e serviço de Cristo, não para reconhecimento pessoal.

Que Deus nos conceda a capacidade de abraçar com entusiasmo a função de suporte para a qual Ele nos chama. O objetivo final é a glória do Senhor e não a nossa.

A igreja funciona melhor quando nos vemos como participantes,
não como espectadores.

Fonte: Our Daily Bread

O poder do testemunho

Os tessalonicenses haviam conhecido a mensagem de Boas Novas durante a segunda viagem missionária de Paulo. Ali, em Tessalônica, se formou uma igreja de grande fé, porque o evangelho não chegou a eles somente em palavra, mas também em poder, no Espírito Santo e em plena convicção (1 Ts 1:5a).

Impedidos de visitar novamente a cidade onde plantaram a boa semente, Paulo e Silas escreveram aos tessalonicenses e não pouparam elogios à boa conduta daqueles cristãos recém convertidos. Entre outros aspectos é ressaltado o bom testemunho daquela igreja local:

Tornaram-se modelo para todos os crentes que estão na Macedônia e na Acaia.
Porque, partindo de vocês, propagou-se a mensagem do Senhor na Macedônia e na Acaia. Não somente isso, mas também por toda parte tornou-se conhecida a fé que vocês têm em Deus. O resultado é que não temos necessidade de dizer mais nada sobre isso, pois eles mesmos relatam de que maneira vocês nos receberam, como se voltaram para Deus, deixando os ídolos a fim de servir ao Deus vivo e verdadeiro,
e esperar dos céus a seu Filho, a quem ressuscitou dos mortos: Jesus, que nos livra da ira que há de vir. 
(1 Ts 1:7-10)

Fé verdadeira resulta em bom testemunho e um bom testemunho fala mais do que mil palavras. Os tessalonicenses são um bom exemplo para nós. Desejamos evangelizar? Então devemos primeiramente cuidar para que nosso testemunho seja aquele que Deus espera de nós e condizente com as palavras que proferimos. Possivelmente iremos perceber que as palavras serão cada vez mais desnecessárias…

FIQUEM COM DEUS

Boas novas de liberdade e vida

A questão dos cristãos gentios terem ou não de obedecer à Lei de Moisés para serem salvos tornou-se importante (At 15:1-35). As controvérsias se intensificaram muito devido ao sucesso das novas igrejas formadas por gentios (não judeus). Os conservadores da igreja em Jerusalém eram liderados por fariseus convertidos, que preferiam uma religião legalista a uma baseada exclusivamente na fé. Se os conservadores tivessem vencido, os gentios seriam obrigados a converterem-se e serem circuncidados. Isto reduziria o cristianismo à condição de mais uma seita do judaísmo.

Podemos errar inconscientemente ao apoiar tradições, estruturas e rituais como demonstrações de obediência a Deus. Por isso, é importante estarmos certos de que as Boas Novas irão proporcionar liberdade e vida àqueles a quem tentamos alcançar.

Fonte: Bíblia de Estudo – Aplicação pessoal (Ed. CPAD)

Da maneira de Deus

A cada dia mais ouvimos falar de grupos de pessoas que afirmam estar fazendo coisas em nome de Deus ainda não pareçam verdadeiramente servi-Lo.

Como exemplo, podemos citar cultos liderados por um líder com o magnetismo pessoal, que atrai as pessoas para si mesmo com promessas, afirmando ter conhecimento especial de Deus – a igreja cresce em número de pessoas, mas nem sempre tem Cristo como guia.

Para evitar ser levado por esse tipo de pessoa, pode ser útil olhar de perto as sugestões de Watchman Nee, um escritor cristão chinês. Ele disse que Deus vai abençoar:

  • o que Ele inicia
  • o que depende Dele para ter sucesso
  • o que é feito de acordo com a Sua Palavra
  • o que é feito para a Sua glória

O trabalho de Paulo e Barnabé em sua primeira viagem missionária estava de acordo com essas orientações. Como lemos em Atos 13:1-12, vemos que:

  • foi Deus que deu início ao trabalho (v.2)
  • o povo dependia de Deus (v.3)
  • o trabalho foi feito de acordo com a Palavra de Deus (v.5)
  • Deus recebeu a glória (v.12)

Sempre que nos perguntarmos se algum trabalho de que ouvimos é feito com a bênção de Deus, podemos aplicar esse teste das quatro etapas. É uma boa maneira de verificar que as coisas estão sendo feitas da maneira de Deus e não do homem.

Fonte: Our Daily Bread

Crente de verdade

Nem sempre o que parece é.

Nas igrejas por aí há muitos que se dizem crentes, batizados, que participam da ceia, às vezes muito assíduos aos cultos, mas no fundo do coração, ainda não se converteram de fato.

Há muitos motivos para este fenômeno. O principal deles, ao meu ver, é a aceitação social – alguém que está cercado de crentes, se faz passar por crente para ser aceito.

Vejam a história de Simão (Atos 8:9-24). Considerado um deus pelo povo de Samaria, Simão deve ter se sentido diminuído quando os seus seguidores passaram a seguir a Jesus Cristo de pois de terem ouvido de Filipe as mensagens das boas novas. Não pensou duas vezes: “converteu-se” e foi “batizado”. Tornou-se um seguidor de Filipe, maravilhado com o que ouvia e via, talvez tentando se aproximar com o objetivo de descobrir qual seria o truque por trás dos milagres operados. Simão de fato parecia ser um crente, mas não era. Sua conversão foi por interesse, seu batismo, um mergulho em água. Isso ficou evidente quando ele tentou comprar o poder do Espírito Santo…

A história de Simão nos ensina algumas coisas:

1- Não basta afirmar ser crente em Jesus, é preciso se entregar de coração a Cristo. Você pode até enganar aos homens, mas Deus sabe o que há no coração.

2- Infelizmente, nem todos em uma igreja são crentes verdadeiros. Satanás deseja nos atacar até mesmo onde somos mais fortes, reunidos para adorar a Deus, portanto, não se afaste de sua igreja se encontrar alguém que não se encaixa no perfil de um cristão. Talvez essa pessoa ainda não tenha tido a oportunidade de se converter verdadeiramente. Ore por ela. Você estará ajudando-a a encontrar o caminho e fortalecendo a igreja de Cristo.

3- Há esperança. Ao perceber que Simão não havia se convertido de coração, Pedro lhe repreendeu, dizendo: Arrependa-se dessa maldade e ore ao Senhor. Talvez ele lhe perdoe tal pensamento do seu coração, pois vejo que você está cheio de amargura e preso pelo pecado (At 8:22-23). Esvazie-se da amargura e do pecado. Arrependa-se e ore ao Senhor. Ele perdoará aqueles de coração sincero.

Orgulho e destruição

Obadias, o livro mais curto do Antigo Testamento, representa um dramático exemplo da resposta de Deus a qualquer um que maltrate seus filhos. Edom era uma nação montanhosa que ocupava uma região a sudoeste do mar Morto. Como descendentes de Esaú (Gn 25:19 – 27:45), os edomitas tinham um parentesco de sangue com Israel e, como seu pai, eram guerreiros robustos, impetuosos e orgulhosos. Pertenciam a uma nação que, por estar no alto da montanha, parecia ser invencível. De todos os povos, deveriam ser os primeiros a se apressar para ajudar seus irmãos do Norte. Ao contrário, entretanto, apreciavam com maligna satisfação os problemas de Israel, capturavam e devolviam os fugitivos e até saqueavam os seus campos.

Obadias transmitiu a mensagem de Deus aos edomitas. Por causa de sua indiferença em relação a Deus, por terem-no desafiado, e também pelo orgulho, covardia e traição aos seus irmãos de Judá, foram condenados e seriam destruídos. Este livro começa com o anúncio do desastre que estava prestes a sobrevir em Edom (Ob 1:1-9). A despeito de suas montanhas e penhascos inexpugnáveis, não seriam capazes de escapar do juízo divino. Portanto, Obadias, explicou-lhes a razão de sua destruição (1: 10-14) – sua ousada arrogância perante Deus e a perseguição aos seus filhos. Esta concisa profecia termina com a descrição do “dia do Senhor” quando o castigo atingirá todos aqueles que maltratam o povo de Deus (1:15-21).

Hoje, a santa nação de Deus é Sua igreja – isto é, todos aqueles que confiam em Cristo para a Salvação e entregam sua vida a Ele. Estes homens e mulheres são filhos renascidos e adotados por Deus. Ao ler o livro de Obadias, procure assimilar em um relance o que significa ser filho de Deus e estar sob seu amor e proteção. Veja como o Pai Celestial responde a todos os que agridem àqueles a quem Ele ama.

Fonte: Bíblia de Estudo – Aplicação pessoal (Ed. CPAD)

*** Leia o livro de Obadias hoje mesmo. São apenas 21 versículos! ***

Submissão e amor

Eu sou do meu amado, e o meu amado é meu. (Ct 6:3)

Tem havido muitos debates a respeito do significado de Cantares. Alguns afirmam que é apenas uma alegoria do amor de Deus po Israel. Outros insistem que é uma história literal sobre o amor conjugal. Mas, na verdade, é as duas coisas; os dois significados estão presentes. Aprendemos sobre o amor, o casamento e o sexo, e vemos como a intimidade e a unicidade do relacionamento entre marido e mulher refletem o amor de Deus por seu povo. Ao ler Cantares, lembre-se de que você é amado por Deus, e comprometa-se a olhar a vida, o sexo e o casamento do ponto de vista do Senhor.

Fonte: Bíblia de Estudo – Aplicação pessoal (Ed. CPAD)

Mulheres, sujeitem-se a seus maridos, como ao Senhor,
pois o marido é o cabeça da mulher, como também Cristo é o cabeça da igreja,
que é o seu corpo, do qual ele é o Salvador.

Assim como a igreja está sujeita a Cristo,
também as mulheres estejam em tudo sujeitas a seus maridos.

Maridos, amem suas mulheres,
assim como Cristo amou a igreja e entregou-se a si mesmo por ela para santificá-la, tendo-a purificado pelo lavar da água mediante a palavra,
e apresentá-la a si mesmo como igreja gloriosa, sem mancha nem ruga ou coisa semelhante, mas santa e inculpável.
Da mesma forma, os maridos devem amar as suas mulheres como a seus próprios corpos. Quem ama sua mulher, ama a si mesmo.
Além do mais, ninguém jamais odiou o seu próprio corpo, antes o alimenta e dele cuida, como também Cristo faz com a igreja, pois somos membros do seu corpo. 
(Ef 5:22-30)