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Culto coletivo

E os levitas carregaram a arca de Deus apoiando as varas da arca sobre os ombros, conforme Moisés tinha ordenado, de acordo com a palavra do Senhor. (1 Cr 15:15)

Finalmente Davi conseguiria conseguiria pôr em prática o seu desejo: levar para Jerusalém a Arca da Aliança. Dessa vez, fez tudo certo e encarregou os levitas do transporte. Foi uma grande festa, um verdadeiro culto a Deus.

Mas, para que este culto fosse completo, não bastavam os carregadores. Outras funções precisavam ser supridas. E então foram escolhidos os músicos e os porteiros (estes últimos eram como vigias, que estavam ali para proteger a Arca do SENHOR).

Pode parecer que o trabalho de carregar a Arca nos ombros é mais nobre ou mais importante, mas o fato é que essa festa não seria tão especial se não fossem todos os demais que acompanharam o transporte, tanto os trabalhadores – músicos e porteiros – como também a audiência, ou seja, todos os que acompanharam o cortejo, cantando e louvando a Deus em harmonia.

Isso é cultuar. Ser parte de um grupo onde cada um exerce uma função de vital importância para que o ato de culto seja pleno. É bem verdade que o culto pessoal – aquele só você e Deus – é importante e imprescindível, mas nada se compara ao culto oferecido pelo corpo de Cristo, a igreja, em união. Isso porque juntos somos mais fortes espiritualmente e sustentamos uns aos outros. Do Pastor ao Zelador, todos contribuem para que o ato de cultuar em uma igreja seja espontâneo, verdadeiro e alegre.

Oferta voluntária

Então toda a comunidade de Israel saiu da presença de Moisés, e todos os que estavam dispostos, cujo coração os impeliu a isso, trouxeram uma oferta ao Senhor para a obra na Tenda do Encontro, para todos os seus serviços e para as vestes sagradas. (Êx 35:20-21)

Muitas pessoas ficam constrangidas quando se juntam as palavras ‘oferta’ e ‘igreja’. Mas não é necessário constrangimento algum. Aqueles que ofertam o fazem voluntariamente, porque sentem esse desejo no coração. Ofertar é uma forma de agradecer a Deus pelas bençãos concedidas e esse gesto traz alegria àquele que oferta. Não é uma obrigação. Não é uma imposição. É um desejo, uma tentativa de retribuir o presente concedido por Deus, a salvação.

Ofertar é ainda um ministério. Sim, afinal, o que seriam daqueles que se dispõe a ir pregar o evangelho por todo o mundo sem sustento? É um ministério importante como os demais – oração, intercessão… O que seria do “ide e pregai” se todos fossem chamados para o mesmo ministério? Cada contribuição é importante, seja ela financeira, intercessória ou braçal.

Se você não frequenta igreja alguma e um dos motivos é a “necessidade de ofertar”, meu conselho é: Esqueça o que dizem os homens e ouça o que Deus diz! Então, que tal visitar algumas igrejas com o coração aberto e procurar uma que esteja de acordo com a Palavra de Deus para que seja a sua igreja? Não se sinta constrangido ou compelido a ofertar. O convívio com a igreja, o corpo de Cristo, é importante. Não deixe que falsos rumores o afastem dessa experiência.

328º dia: 1 Co 9-12

Não é raro nos depararmos com os mesmo problemas enfrentados em Corinto. A igreja é um grupo de pessoas. Todos pecadores. Todos cheios de vícios, manias, costumes. Mas todos unidos pelo mesmo Espírito, membros de um único corpo – o corpo de Cristo. “Pois em um só corpo todos nós fomos batizados em um único Espírito: quer judeus, quer gregos, quer escravos, quer livres. E a todos nós foi dado beber de um único Espírito” (1 Co 12: 13). E é o Espírito Santo de Deus que nos permite conviver uns com os outros de forma harmoniosa, entendendo que cada um, como membro, tem sua importância para a saúde do corpo. Quando não deixamos o Espírito agir em nós, o corpo enfraquece, e passamos a conviver entre irmãos com a maledicência, a inveja, o egoísmo… Tal qual aconteceu com os coríntios. Mas Deus não deseja que haja divisão no corpo e sim que todos os membros tenham igual cuidado uns pelos outros (1 Co 12:25).

A igreja dos homens não é perfeita. Mas a igreja de Deus, o corpo de Cristo, é mais que perfeita.

Há diferentes tipos de dons, mas o Espírito é o mesmo. Há diferentes tipos de ministérios, mas o Senhor é o mesmo. Há diferentes formas de atuação, mas é o mesmo Deus quem efetua tudo em todos. (1 Co 12:4-6)

Mesmo os membros do corpo que parecem mais fracos são indispensáveis e cada um é dada a manifestação do Espírito, visando ao bem comum. (1 Co 12:22, 7)

326º dia: 1 Co 1-4

Paulo escreve aos coríntios por ter recebido notícias de que havia divisões na igreja estabelecida naquele local. Muitos pregadores tiveram a oportunidade de ensinar aos coríntios a respeito de Jesus Cristo, mas eles deram aos mensageiros importância maior do que à mensagem… E isso fez com que se dividissem, seguindo cada grupo a um dos missionários que ali estiveram.

Somos todos servos – pastores e ovelhas. Servos do mesmo SENHOR, mensageiros da mesma Palavra. Nosso alvo é Cristo, nosso propósito, anunciar o evangelho a todos os povos. E que nada em nossas vidas seja mais importante do que a vontade de Deus!

Portanto, que todos nos considerem como servos de Cristo e encarregados dos mistérios de Deus. Porque a palavra da cruz é loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus. (1 Co 4:1 / 1:18)

314º dia: At 1-3

Em Atos, Lucas registra o início da igreja. Tendo o Espírito Santo como conselheiro e guia, os apóstolos começaram a disseminar os ensinamentos de Jesus, primeiramente em Jerusalém, mas essa mensagem logo alcançaria os quatro cantos da terra. E assim como foi pregado aos novos cristãos naquela época, assim também para nós cabe, com propriedade, a exortação ao arrependimento.

Arrependam-se, e cada um de vocês seja batizado em nome de Jesus Cristo, para perdão dos seus pecados, e receberão o dom do Espírito Santo.
Arrependam-se, pois, e voltem-se para Deus, para que os seus pecados sejam cancelados, para que venham tempos de descanso da parte do SENHOR, e Ele mande o Cristo, o qual lhes foi designado, Jesus.
Pois a promessa é para vocês, para os seus filhos e para todos os que estão longe, para todos quantos o Senhor, o nosso Deus chamar.
(At 2:38 / 3:19-20 /nbsp;2:39)

266º dia: Ez 40-42

Ezequiel teve a visão do templo ideal, o local perfeito para adoração a Deus. Nunca foi construído um templo como este! Também, não é difícil perceber que algo construído por mãos humanas nunca chegaria perto da perfeição que Ezequiel pôde contemplar.

Mas, houve templo perfeito neste mundo:

Jesus lhes respondeu: “Destruam este templo, e eu o levantarei em três dias”.
Os judeus responderam: “Este templo levou quarenta e seis anos para ser edificado, e o senhor vai levantá-lo em três dias?”
Mas o templo do qual ele falava era o seu corpo.
Depois que ressuscitou dos mortos, os seus discípulos lembraram-se do que ele tinha dito. Então creram na Escritura e na palavra que Jesus dissera.
(Jo 2:19-22)

Nós somos com Cristo parte de um mesmo corpo, a igreja, da qual Ele é a cabeça.

Deus colocou todas as coisas debaixo dos pés de Jesus e o designou como cabeça de todas as coisas para a igreja, que é o seu corpo, a plenitude daquele que enche todas as coisas, em toda e qualquer circunstância. (Ef 1:22-23)

Portanto hoje somos nós, em Cristo, o templo perfeito neste mundo. Dentro de nós habita o Espírito Santo de Deus para operar o amor, a justiça e a misericórdia.

Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos? (1 Co 6:19)

241º dia: 1 Cr 24-26

Os levitas foram separados por Deus para cuidarem do serviço no tabernáculo, mas nem todos faziam de tudo. Alguns dedicavam-se exclusivamente ao sacerdócio (descendentes de Arão), outros ministravam música, outros guardavam os portões e utensílios, etc. (1 Cr 24:19 / 25:1 / 26:1)

Da mesma forma, nós somos separados para louvar a Deus com todo nosso coração, com todos os nossos dons. A igreja é um corpo, do qual somos membros e Cristo, a cabeça. Tal qual um corpo humano, cujos órgãos trabalham em harmonia para mantê-lo vivo e saudável, a igreja também precisa de organização para que seu propósito – anunciar o evangelho – seja atingido. Muito precisa ser feito! Da mesma forma que nem só de pão vive o homem, assim também nem só de oração se mantém uma igreja. É claro que a oração é o principal alimento, mas essa casa precisa de sustento, de limpeza, de energia elétrica, etc, etc.

Esteja certo: você sabe fazer alguma coisa que pode ser útil na sua igreja! Dedique-se a Deus e deixe-O usá-lo no Seu ministério. E se você ainda não pertence a uma igreja, lembre-se: há algo que você sabe fazer que certamente a igreja local aí perto da sua casa precisa! Lá você vai encontrar uma família que lhe ajudará a manter-se firme no caminho de Deus.

Em amor [Deus] nos predestinou para sermos adotados como filhos por meio de Jesus Cristo, conforme o bom propósito da sua vontade, para o louvor da sua gloriosa graça, a qual nos deu gratuitamente no Amado (Ef 1:5, 6). Mas a graça foi dada a cada um de nós segundo a medida do dom de Cristo. E ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e doutores, querendo o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo (Ef 4:7, 11, 12).

197º dia: Is 28-30

O SENHOR diz: “Esse povo se aproxima de mim com a boca e me honra com os lábios, mas o seu coração está longe de mim. A adoração que me prestam só é feita de regras ensinadas por homens.” (Is 29:13)

De nada adianta cumprir as regras da sociedade, ir à igreja, cultuar, orar se não o estiver fazendo de coração. Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade (Jo 4:24).

Todos nós estamos sujeitos aos tropeços. Há muitas pedras em nosso caminho, mas Deus está sempre conosco e quer você se volte para a direita quer para a esquerda, uma voz atrás de você lhe dirá: “Este é o caminho; siga-o. Porque o SENHOR é um Deus de equidade; bem-aventurados todos os que nele esperam.” (Is 30:21, 18b)

Isso tudo vem da parte do Senhor dos Exércitos, maravilhoso em conselhos e magnífico em sabedoria. (Is 28:29)

117º dia: Sl 49-51

No dia do julgamento, Israel será julgada. O povo de Deus estará diante dEle, o Juíz justo e perfeito.

Ele convoca os altos céus e a terra, para o julgamento do seu povo:
“Ajuntem os que me são fiéis, que, mediante sacrifício, fizeram aliança comigo.” (Sl 50:5)

E o que fazer para ser absolvido no julgamento? Podemos ir à igreja todos os dias, ajudar os necessitados, cantar, pregar a Palavra de Deus… Todas estas coisas são importantes, mas nosso Deus soberano não precisa delas (veja Sl 50:8-13). Nós é que precisamos, pois essas ações nos mantém mais próximos de Deus, nos faz meditar com mais frequência na Sua Palavra e nos ajuda a trilhar um caminho de retidão. Mas não devemos fazer nada disso apenas para cumprir um protocolo, mas sim por amor a Deus e ao próximo. O que Deus quer então de nós? O salmista responde:

“Quem me oferece sua gratidão como sacrifício, honra-me, e eu mostrarei a salvação de Deus ao que anda nos meus caminhos.” (Sl 50:23)