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Unidade em amor

Não atente cada um para o que é propriamente seu,
mas cada qual também para o que é dos outros.
(Fp 2:4)

O jogador de uma equipe americana de beisebol, Josh Hamilton, batalhou com problemas de vício em drogas e álcool. Quando sua equipe venceu a final em 2010, Hamilton ficou preocupado com a celebração após o jogo. E admitiu não ser bom para um alcoólatra estar no meio de uma “tempestade” de champanhe. Mas algo belo aconteceu. Em vez de champanhe, seus colegas de equipe armazenaram refrigerante no vestiário para que Hamilton pudesse ser incluído na celebração. Que grande imagem de comunidade e de como colocar as necessidades de outros acima da sua própria!

Foi o que Paulo quis dizer quando ordenou aos filipenses que considerassem os outros superiores a si mesmos (Fp 2:3-4). O fato de estarem unidos a Cristo tornou os cristãos filipenses membros da mesma família, e deu-lhes uma ligação especial. Deste modo, a atitude de uns com os outros deveria ser expressa de modo prático: unidade em amor, serviço sacrificial: descobrir como ajudar os outros mesmo quando estes não percebiam que precisavam de ajuda. O exemplo de Jesus Cristo é a motivação para este comportamento cristão.

Assim como os colegas de Hamilton, carreguemos também os fardos uns dos outros. Quando, de modo altruísta, amamos nosso próximo, estamos expressando o nosso amor a Deus.

Fonte: Nosso Andar Diário

Perto pelo sangue

Em quem [Jesus] temos a redenção pelo seu sangue, a remissão das ofensas, segundo as riquezas da sua graça. (Ef 1:7)

Falar sobre o sangue de Jesus era um modo importante de se falar sobre a morte de Cristo. Sua morte indica duas importantes verdades: a redenção e o perdão.

Redenção era o preço pago para obter a libertação de um escravo (Lv 25:47-54). Por meio de sua morte, Jesus pagou o preço necessário para nos libertar da escravidão do pecado.

O perdão, garantido na época do Antigo Testamento, estava baseado no derramamento do sangue dos animais (Lv 17:11). Agora fomos perdoados por causa do derramamento do sangue de Jesus – Ele morreu como o mais perfeito e consumado sacrifício.

Fonte: Bíblia de Estudo – Aplicação pessoal (Ed. CPAD)

Mas agora em Cristo Jesus, vós, que antes estáveis longe,
já pelo sangue de Cristo chegastes perto.
(Ef 2:13)

Comunhão legítima e sincera

Em Filemon vemos a trama da vida de um escravo, Onésimo, que fugiu do seu senhor Filemon, e caiu em uma prisão junto com o apóstolo Paulo, deflagrando um encontro com Cristo (Fm 10). Dessa história, destacam-se as seguintes lições, por intermédio da vida do apóstolo Paulo:

  • A humildade engrandece enquanto a soberba diminui (Fm 1). Paulo não se apresenta como apóstolo ao interceder por um escravo, mas como prisioneiro de Cristo, se colocando no mesmo nível dele (Pv 18:12). Jesus prezou por essa característica, a humildade, pois esta tanto revelava sua personalidade (Jo 13:14, 15) quanto o conteúdo do seu ensino (Mt 11:29).
  • Não se deve desperdiçar a oportunidade de elogiar sinceramente as pessoas (Fm 4, 5). Paulo agradece a Deus e engrandece a Filemon em oração pelo relacionamento deste com Jesus e com os irmãos (Fm 7). Somos muito rápidos em criticar (Pv 12:18). O caminho da depreciação parece ser bem mais fácil para as pessoas, devido à natureza caída e predisposição interior ao mal que todos têm. Difícil é ser encorajador tendo como ponto de vista as qualidades e não os defeitos (Pv 16:24).
  • Somos embaixadores da paz, logo, chamados para pacificar (Fm 16, 17). Paulo foi um intercessor, mediador e pacificador entre o escravo e seu senhor (Rm 12:18). Construiu pontes em vez de muralhas ou abismos (Pv 15:1). Seu argumento foi em defesa do recém-convertido, classificando-o não mais como escravo, inimigo ou inútil, mas como irmão, amigo e útil (Fm 11). Ou seja, anulou a barreira utilitarista e trabalhista (escravo-senhor) e teceu a trama familiar (irmãos espirituais).
  • Nosso altruísmo com o próximo é oriundo da experiência e identificação de Cristo conosco (Fm 18, 19). Paulo foi tão empático com Onésimo que redimiu sua dívida (pagou a conta), justificou seu pecado, dignificou-o reconciliando-se com um desqualificado escravo marginalizado por um estigma de traidor, libertou-o da condição hereditária do pecado (por intermédio de Cristo), ministrou o perdão de Deus, incluiu-o novamente no convívio dos seus, nivelou-o à ética do Reino por meio de seu exemplo, demonstrou profunda compaixão com atitudes práticas. Em síntese, explicitou Jesus por meio da experiência de regeneração contida no Evangelho. Percebe-se que as ações de Paulo são iguais às de Cristo por nós. Esse é um cristianismo atuante de um cristão que faz identificação com os que ainda não conhecem a Deus (1 Co 9:20-23). Foi exatamente por isso que Jesus se manifestou ao mundo: Para nos revelar o Pai por meio de suas palavras, pensamentos e ações, fazendo-Se o caminho de acesso até Ele (Jo 14:6).

Tudo isso só foi possível pela transformação de Jesus no coração de Onésimo, e consequentemente, no de Filemon em relação ao ex-escravo. Um relacionamento só pode ser renovado neste nível se Cristo reinar nos corações (Mt 5:8). Isso se dá por causa do poder da palavra de Deus (Hb 4:12) e pelo convencimento do Espírito Santo (Hb 3:15).

Vivamos, então, em conversões constantes dos corações daqueles que nos cercam com a finalidade de atraí-los para uma comunhão legítima e sincera (Fp 2:2).

Fonte: Igreja Batista Ágape – “Uma análise da carta de Filemon

Eu espero Jesus

Um professor de escola dominical deu a cada menino em sua aula um Novo Testamento e incentivou cada um deles a escrever seu próprio nome na capa.

Várias semanas mais tarde, depois de convidar repetidamente os meninos a receberem a Cristo como seu Salvador, ele pediu que eles escrevessem estas palavras sob seu nome: “Eu aceito Jesus”. Porém, em vez disso um dos meninos escreveu “Eu espero Jesus”. Ao conversar com o menino, o professor ele percebeu que ele sabia bem o que tinha escrito – Ele não só confiou no Senhor para a salvação, mas esperava que ele estivesse com ele em todos os momentos e para fazer tudo o que Ele havia prometido.

A declaração deste menino é um comentário simples – mas profundo – sobre o verdadeiro significado da fé.

Em Atos 27, vemos a fé esperançosa do apóstolo Paulo. Ele era um prisioneiro sendo transportado de navio para Roma, quando uma violenta tempestade se levantou e ameaçou destruir o navio. Durante a noite, um anjo do Senhor disse a Paulo que todos iriam sobreviver (At 27:23-24). Ele sabia que podia confiar na palavra do Senhor. No meio da tempestade, ele disse, creio em Deus, que há de acontecer assim como a mim me foi dito (At 27:25). E assim foi.

Não deve ser nenhuma surpresa para nós quando Deus guarda a sua palavra. É isso o que devemos esperar dEle.

Fonte: Our Daily Bread

Desejo de viver

Certa vez perguntaram a um alpinista do Colorado se ele achava que os alpinistas tinham o desejo de morrer. Ele respondeu: “Na verdade, eles têm o desejo de viver – de viver a vida ao máximo”. Como um alpinista cuidadoso, ainda que aventureiro, ele explicou por que ele considerava que os riscos valiam a pena: “Quando chegar a hora de eu morrer”, disse ele “Eu não desejo descobrir que eu não vivi”.

Quando apóstolo Paulo viajou para Jerusalém, deve ter parecido aos seus amigos mais íntimos que ele tinha o desejo de morrer. Várias pessoas o avisaram do perigo e pediram para que ele não fosse (At 21:4-12). Mas Paulo já tinha se decidido enquanto estava em Éfeso, quando afirmou claramente que o seu objetivo era “cumprir com alegria a carreira e o ministério que havia recebido do Senhor Jesus, para dar testemunho do evangelho da graça de Deus” (At 20:24).

Paulo não correu riscos desnecessários em seu testemunho como cristão, mas ele nunca se esquivou de declarar publicamente sua fé em Jesus Cristo. Seu objetivo não era apostar no seguro e se proteger. Em vez disso, ele viveu para terminar a sua corrida espiritual com alegria, e para completar a tarefa que Deus reservou para ele.

A coragem de Paulo nos desafia a viver para Cristo com abandono altruísta, não apreensão. Essa é a maneira de conhecer realização e alegria definitivas. Será que compartilhamos hoje o desejo de viver de Paulo?

Fonte: Our Daily Bread

Bençãos apesar do choro

Quando chegaram, Paulo lhes disse: Vocês sabem como vivi todo o tempo em que estive com vocês, desde o primeiro dia em que cheguei à província da Ásia.
Servi ao Senhor com toda a humildade e com lágrimas, sendo severamente provado pelas conspirações dos judeus.
Vocês sabem que não deixei de pregar-lhes nada que fosse proveitoso, mas ensinei-lhes tudo publicamente e de casa em casa.
Testifiquei, tanto a judeus como a gregos, que eles precisam converter-se a Deus com arrependimento e fé em nosso Senhor Jesus. 
(Atos 20:18-21)

O caminho do cristão não é fácil; ser um cristão não significa ausência de problemas ou ter todos os problemas ou ter todos os problemas solucionados. Paulo serviu a Deus humildemente e “com muitas lágrimas”, mas nunca parou nem desistiu. A mensagem da salvação era tão importante que ele nunca perdeu uma oportunidade de compartilhá-la. Embora tenha pregado o evangelho de variadas maneiras para os diferentes tipos de público, o conteúdo da mensagem permaneceu sempre o mesmo: afaste-se do pecado e aproxime-se de Cristo pela fé.

A vida cristã enfrenta tempos difíceis, há sofrimento e choro, bem como alegria, mas devemos estar sempre prontos para contar aos outros as coisas boas que Deus fez por nós! Suas bençãos excedem em muito as dificuldades da vida.

Fonte: Bíblia de Estudo – Aplicação pessoal (Ed. CPAD)

Apoio e suporte

Quando o apóstolo Paulo deu instruções sobre como exercer os nossos dons como membros do corpo de Cristo (Rm 12:3-8), afirmou o valor da função de apoio e suporte ao próximo. Ele começou dizendo que devemos ter uma opinião realista a respeito de nós mesmos (Rm 12:3) e concluiu com um chamado ao amor genuíno e altruísta: “Dediquem-se uns aos outros com amor fraternal. Prefiram dar honra aos outros mais do que a si próprios (Rm 12:10).

Nossos dons e habilidades vêm até nós pela graça de Deus e devem ser utilizados pela fé (Rm 12:3- 6) pelo amor e serviço de Cristo, não para reconhecimento pessoal.

Que Deus nos conceda a capacidade de abraçar com entusiasmo a função de suporte para a qual Ele nos chama. O objetivo final é a glória do Senhor e não a nossa.

A igreja funciona melhor quando nos vemos como participantes,
não como espectadores.

Fonte: Our Daily Bread

Crer e confessar

Nada vai nos separar

Quem nos separará do amor de Cristo?

Será tribulação, ou angústia, ou perseguição, ou fome, ou nudez, ou perigo, ou espada?

Como está escrito:
“Por amor de ti enfrentamos a morte todos os dias; somos considerados como ovelhas destinadas ao matadouro”.

Mas, em todas estas coisas somos mais que vencedores,
por meio daquele que nos amou. 

Pois estou convencido de que nem morte nem vida, nem anjos nem demônios, nem o presente nem o futuro, nem quaisquer poderes, nem altura nem profundidade, nem qualquer outra coisa na criação será capaz de nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus, nosso Senhor.

(Rm 8:35-39)

Ele amou primeiro

Mas Deus prova o seu amor para conosco,
em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores
. (Rm 5:8)

A frase “sendo nós ainda pecadores” é impressionante. Deus enviou Jesus Cristo para morrer por nós, não porque fossemos suficientemente bons, mas porque nos amava. Quando você se sentir inseguro a respeito do amor de Deus, lembre-se de que Ele o amou antes mesmo que você o procurasse.

Fonte: Bíblia de Estudo – Aplicação pessoal (Ed. CPAD)