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Filhos do Pai

Portanto, estando eles reunidos, disse-lhes Pilatos:
_ Qual quereis que vos solte? Barrabás, ou Jesus, chamado Cristo?
E eles disseram:
_ Barrabás.
(Mt 27:17, 21b)

Quem era Barrabás?

Os judeus do sexo masculino tinham sobrenomes que os relacionavam a seus pais. Simão Pedro, por exemplo, foi chamado de Simão, filho de João (Mt 16:17). Já Barrabás nunca foi identificado pelo nome de batismo, o qual, na verdade, não é de grande relevância. Ele era reconhecido apenas como “Barrabás”, que significa “filho de aba”, ou seja, “filho do papai”. Ele podia ser filho de qualquer homem sem importância histórica – este é exatamente o ponto.

Barrabás, filho de um pai não mencionado, cometeu um crime. Por Jesus ter morrido no lugar dele, Barrabás foi libertado. Nós também somos pecadores e criminosos, porque infringimos a santa de lei de Deus. Assim como Barrabás, merecemos morrer. Mas Jesus morreu em nosso lugar, para nos absolver de nossos pecados, e fomos libertados. Não temos que ser pessoas muito ilustres para aceitar a nossa liberdade em Cristo. De fato, graças a Jesus, Deus adota a todos nós como filhos e filhas e nos dá o direito de chamá-lo de nosso Pai querido.

Fonte: Bíblia de Estudo – Aplicação pessoal (Ed. CPAD)

Confiança que salva

Acerca de Edom, assim diz o Senhor dos Exércitos: “Será que já não há mais sabedoria em Temã? Será que o conselho desapareceu dos prudentes? A sabedoria deles deteriorou-se?”
(Jr 49:7)

Temã era provavelmente uma cidade conhecida pela sabedoria de seus habitantes. Mas nem todos os sábios deste mundo reunidos podem superar o conhecimento de Deus e evitar que se cumpra a Sua vontade. A sabedoria de Temã não a pôde salvar da ira de Deus.

Para que confiar no nosso falho discernimento quando Deus nos permite desfrutar de Sua infinita sabedoria? Só o Senhor pode nos libertar. Só Ele pode nos salvar.
Creia e confie em Deus!

Deus é fiel e justo

Mais uma vez os israelitas fizeram o que o Senhor reprova (Jz 10:6). E mais uma vez veio sobre ele a opressão, desta vez pelas mãos dos amonitas e filisteus.

Depois de 18 anos de sofrimento, finalmente os israelitas perceberam que a libertação só poderia vir pelas mãos de Deus – confessaram seus pecados e suplicaram por livramento (Jz 10:15). Então eles se desfizeram dos deuses estrangeiros que havia entre eles e prestaram culto ao SENHOR. E Ele não pôde mais suportar o sofrimento de Israel (Jz 10:16). Logo seria levantado um novo líder que traria anos de paz ao povo.

O amor de Deus é incomparável. Mesmo quando nos encontramos na situação mais degradante e pecadora, Ele está ali, de braços abertos, caminhando ao nosso lado, esperando ansioso pela nossa conversão.

Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça. (1 Jo 1:9)

As águas se dividiram

A travessia do mar vermelho é passagem muito conhecida da história de Israel (Êx 14:22), mas o post do hoje é sobre a travessia do rio Jordão.

A entrada na terra prometida não poderia ser mais triunfante – atravessaram pelo meio do Rio em terra seca (Js 3:16). Era uma lembrança da libertação do Egito e um grande incentivo para que permanecessem firmes e obedientes a Deus.

Pela fé passaram o Mar Vermelho, como por terra seca (Hb 11:29b). Também pela fé passaram o Jordão, como por terra seca…

O SENHOR abre mar, abre rio… Tira de nossos caminhos todos os obstáculos que possam vir a nos afastar dEle. Mas precisamos buscar a Deus de todo o coração, servi-lo com amor e obedecê-lo como bons filhos… Alimentando nossa fé atravessamos até oceanos, como por terra seca.

Oferta de gratidão

Doze mil homens armados para a guerra, mil de cada tribo, foram enviados à guerra contra Midiã, conforme o Senhor tinha ordenado a Moisés. (Nm 31:5-7)

Venceram. Voltaram vitoriosos e o despojo da guerra foi dividido entre os que lutaram na guerra e o restante da população israelita. Uma parte destes bens foi entregue aos levitas, reservada como tributo ao SENHOR. (Nm 31:27-30)

Mas o exército israelita ofereceu ainda uma oferta voluntária a Deus. Uma oferta de gratidão, por terem retornado ilesos da batalha. Todos os doze mil homens estavam de volta às suas famílias e queriam agradecer por isso. (Nm 31:48-50)

Provavelmente esses doze mil homens pediram a Deus que lhes concedesse a vitória e que lhes permitisse retornar em segurança da batalha. Foram atendidos e não se esqueceram de agradecer a Deus por isso.

Não há nada de errado em pedir o apoio de Deus quando enfrentamos batalhas em nossas vidas. Mas quando a vitória for alcançada, não podemos esquecer que é o SENHOR que concede a libertação. Agradecer é reconhecer a soberania de Deus na nossa vida.

A primeira Páscoa

Deus dá ao povo as instruções do que viria a ser uma grande festa para os israelitas  (Êx 12:3-27). A Páscoa seria celebrada para que todos se lembrassem da grande libertação que aconteceria no Egito. Finalmente, depois de 430 anos vivendo como estrangeiros em regime de escravidão, Israel seria liberto, não pelas mãos de faraó, mas pelo poder de Deus. O sangue de cordeiros, abatidos conforme o SENHOR havia ordenado, foi aspergido nas portas das casas e protegeu os primogênitos israelitas da morte naquela noite – e a décima praga só atingiu os egípcios.

Os israelitas celebraram a primeira Páscoa ainda escravos do Egito, mas já prontos para serem libertos, vestidos para sair: cinto no lugar, sandálias nos pés e cajado na mão (Êx 12:11).

Ainda hoje celebramos a Páscoa. A Páscoa da nova aliança. A libertação que nos foi concedida pelo sangue do Cordeiro, derramado na cruz, como sacrifício perfeito pela expiação dos nossos pecados. Jesus foi morto em um dia de Páscoa e isso não foi acaso, mas sim parte do plano de Deus para nos oferecer salvação.

Ovos, coelhos, chocolates… Não… O verdadeiro símbolo da Páscoa é o Cordeiro, que foi abatido cruelmente e pregado a uma cruz. Que ofereceu o próprio sangue para  conceder libertação a pecadores como nós. Que morreu, mas está vivo e presente na vida de todos aqueles que creem nEle.

A verdadeira Páscoa tem Jesus como convidado principal. Não pregado na cruz, mas batendo às portas e estendendo as mãos para que todos tenham a oportunidade de desfrutar da libertação que só pode ser obtida por meio dEle.

Disse Jesus: “Eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância.”
(Jo 10:10b)

259º dia: Ez 19-21

Por inúmeras vezes Israel se desviou completamente dos caminhos de Deus e despertou a ira do SENHOR. Mas também por inúmeras vezes este povo foi tratado com amor e misericórdia e teve a oportunidade de se arrepender e de voltar a viver em comunhão com Deus. Se dependesse de seus próprios atos, Israel não teria sobrevivido ao deserto, na fuga do Egito. Esse povo teimoso e rebelde rapidamente se esquecia de toda a benevolência que Deus lhes concedia diariamente e ao longo de gerações e passava a praticar atos repugnantes diante do SENHOR, adorando deuses feitos por mãos humanas, sacrificando seus filhos diante de altares pagãos, etc, etc.

Precisamos nos esforçar para buscar uma vida reta e justa. Ainda assim, não atingiremos a perfeição, pois o pecado vive dentro de nós. Mas poderemos contar com o amor do SENHOR, que não nos julgará de acordo com nossas atitudes erradas e nos concederá libertação.

Vocês saberão que eu sou o Senhor, quando eu tratar com vocês por amor do meu nome e não de acordo com os seus caminhos maus e suas práticas perversas. (Ez 20:44)

214º dia: Sf 1-3

As palavras de Sofonias são duras. O anúncio de um dia de ira, dia de aflição e angústia, dia de sofrimento e ruína, dia de trevas e escuridão, dia de nuvens e negridão (Sf 1:15) veio para alertar o povo a respeito de todo o mal que dominava em seu meio.

O cenário era tão grave que mesmo no verso mais encorajador não se vê a garantia da libertação:

Buscai ao SENHOR, vós todos os mansos da terra, que tendes posto por obra o seu juízo; buscai a justiça, buscai a mansidão; pode ser que sejais escondidos no dia da ira do SENHOR. (Sf 2:3)

Ai da cidade rebelde, impura e opressora! O mundo inteiro será consumido pelo fogo da ira zelosa de Deus, mas serão deixados no meio da cidade os mansos e humildes, que se refugiarão no nome do Senhor. Por isso, não tema, não deixe suas mãos enfraquecerem. O Senhor, o seu Deus, está em seu meio e é poderoso para salvar.
(Sf 3:1, 8b, 12, 16b, 17a)

114º dia: Sl 40-42

Hoje, domingo da ressurreição, faço minhas as palavras do salmista: “Quanto a mim, sou pobre e necessitado, mas o Senhor preocupa-se comigo.” Sl 40:17

Sim, o Senhor preocupa-se conosco. Amor infinito, inexplicável, que suportou a dor e a morte na cruz para nos libertar. Mesmo sabendo o grande tormento que o esperava, Jesus não exitou, foi em frente até o fim, simplesmente porque nos ama.

“Ora, antes da festa da páscoa, sabendo Jesus que já era chegada a sua hora de passar deste mundo para o Pai, como havia amado os seus, que estavam no mundo, amou-os até o fim.” Jo 13:1

Mas a maior alegria não está em Cristo na cruz e sim no túmulo vazio do cordeiro perfeito, que nos oferece vida em abundância (Jo 10:10).

Louvado seja o Senhor, o Deus de Israel, de eternidade a eternidade!
Amém e amém!
(Sl 41:13)

112º dia: Sl 34-36

O texto de hoje tem uma receitinha básica para quem deseja vida e felicidade:

“Quem de vocês quer amar a vida e deseja ver dias felizes?
Guarde a sua língua do mal e os seus lábios da falsidade.
Afaste-se do mal e faça o bem; busque a paz com perseverança.”    (Sl 34:12-14)

Difícil??? Temo que sim… E ainda por cima não estamos livres das dificuldades, afinal “o justo passa por muitas adversidades” (Sl 34:19). Mas, temos em Deus nosso guia e libertador!

“Como é precioso o teu amor, ó Deus!
Os homens encontram refúgio à sombra das tuas asas.”   (Sl 36:7)