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Amar obedecendo

Conhecemos a Deus obedecendo os Seus mandamentos. (1 Jo 2:3)

Sabemos que amamos os filhos de Deus obedecendo os Seus mandamentos. (1 Jo 5:2)

Amamos a Deus obedecendo os Seus mandamentos. (1 Jo 5:3)

E este é o amor: que andemos em obediência aos Seus mandamentos. Como vocês já têm ouvido desde o princípio, o mandamento é este: que vocês andem em amor.  (2 João 1:6)

Amor e obediência estão sempre juntos. Amar é obedecer. Nosso amor a Deus é concretizado pela obediência à Sua palavra, aos Seus mandamentos. E Ele nos deixou como maior mandamento o amor.

Para amar é preciso obedecer. Para obedecer é preciso amar.

Já tentou entender ou explicar o amor? É complexo. Talvez o mais difícil dos sentimentos para se descrever. Por outro lado, obediência é um conceito muito sólido, que temos arraigados na mente desde crianças.

Mas Deus nos explicou muito claramente o que é o amor verdadeiro. Amar não tem nada a ver com um sentimento confuso, estonteante e descontrolado. Amar é obedecer.

Se você deseja cumprir o mandamento de Jesus amando a Deus e aos próximos faça isso por meio da obediência, da submissão, da aceitação, da doação. Então você perceberá que amar é muito mais fácil do que pode parecer.

Bênção especial

Honra teu pai e tua mãe“, este é o primeiro mandamento com promessa: “para que tudo te corra bem e tenhas longa vida sobre a terra“. (Ef 6:2-3)

Este é o quinto mandamento, mas o primeiro com promessa. O fato de ser o primeiro mandamento com promessa não significa que a observância dos quatro primeiros não será refletida em bênção, mas simplesmente que nenhuma bênção específica foi prometida.

É verdade, de fato, que há uma declaração geral anexa ao segundo mandamento, de que Deus trata com bondade até mil gerações aos que o amam e guardam os seus mandamentos (Êx 20:6). Mas esta é uma declaração em relação a todos os mandamentos de Deus, não uma promessa vinculada a um mandamento específico – É uma garantia de que a obediência à lei de Deus seria seguida de bênçãos para milhares de gerações.

Já a promessa do quinto mandamento é uma promessa especial. Não se refere à obediência a Deus em geral, mas é uma garantia especial de que aqueles que honram seus pais terão uma bênção especial como o resultado de sua obediência.

Fonte: StudyLight.org

Vale a pena repetir:

Honra teu pai e tua mãe,
a fim de que tenhas vida longa na terra que o Senhor teu Deus te dá.
(Êx 20:12)

Boas novas de liberdade e vida

A questão dos cristãos gentios terem ou não de obedecer à Lei de Moisés para serem salvos tornou-se importante (At 15:1-35). As controvérsias se intensificaram muito devido ao sucesso das novas igrejas formadas por gentios (não judeus). Os conservadores da igreja em Jerusalém eram liderados por fariseus convertidos, que preferiam uma religião legalista a uma baseada exclusivamente na fé. Se os conservadores tivessem vencido, os gentios seriam obrigados a converterem-se e serem circuncidados. Isto reduziria o cristianismo à condição de mais uma seita do judaísmo.

Podemos errar inconscientemente ao apoiar tradições, estruturas e rituais como demonstrações de obediência a Deus. Por isso, é importante estarmos certos de que as Boas Novas irão proporcionar liberdade e vida àqueles a quem tentamos alcançar.

Fonte: Bíblia de Estudo – Aplicação pessoal (Ed. CPAD)

Praticar a Palavra

Sejam praticantes da palavra, e não apenas ouvintes, enganando-se a si mesmos. (Tg 1:22-23)

É importante ler e ouvir o que a Palavra de Deus diz, mas é muito mais importante obedecê-la e fazer o que ela diz. Podemos medir a eficiência do tempo de nosso estudo bíblico pelo efeito que ele tem em nosso comportamento e atitudes. Estamos colocando em ação aquilo que estudamos?

Fonte: Bíblia de Estudo – Aplicação pessoal (Ed. CPAD)

Fazendo a vontade do pai

Mas, que vos parece? Um homem tinha dois filhos, e, dirigindo-se ao primeiro, disse: Filho, vai trabalhar hoje na minha vinha.
Ele, porém, respondendo, disse: Não quero. Mas depois, arrependendo-se, foi.
E, dirigindo-se ao segundo, falou-lhe de igual modo; e, respondendo ele, disse: Eu vou, senhor; e não foi.
Qual dos dois fez a vontade do pai? Disseram-lhe eles: O primeiro. Disse-lhes Jesus: Em verdade vos digo que os publicanos e as meretrizes entram adiante de vós no reino de Deus. 
(Mt 21:28-31)

O filho que prometia obedecer, mas não cumpria sua palavra, era um retrato dos judeus da época. Diziam que queriam fazer a vontade de Deus, mas constantemente desobedeciam. Eram impostores, só representavam.

É muito perigoso fingir que obedecemos a Deus, quando nosso coração está longe dEle, porque Deus conhece nossas verdadeiras intenções. Nossas ações devem estar de acordo com nossas palavras.

Fonte: Bíblia de Estudo – Aplicação pessoal (Ed. CPAD)

Recompensa eterna

Então Pedro, tomando a palavra, disse-lhe: Eis que nós deixamos tudo, e te seguimos; que receberemos? 
(Mt 19:27)

Segundo as Escrituras, Deus concede recompensas ao povo de acordo com a sua justiça. No Antigo Testamento, muitas vezes a obediência trouxe recompensas terrenas (veja Dt 28), mas a obediência nem sempre é imediatamente acompanhada pela recompensa. Se assim fosse, os bons sempre seriam ricos e o sofrimento seria sinal de pecado.

Como cristãos, nossa recompensa é a presença e o poder de Cristo por intermédio do Espírito Santo que habita em cada um de nós. Mais tarde, na eternidade, seremos recompensados por nossa fé e nosso serviço a Deus. Se as recompensas materiais nessa vida nos fossem concedidas porcada boa ação que praticássemos, seríamos tentados a vangloriar-nos de nossas conquistas e agir por motivos equivocados.

Fonte: Bíblia de Estudo – Aplicação pessoal (Ed. CPAD)

Para que desejar o perecível quando podemos desfrutar do eterno? Dedique sua vida ao Senhor e tenha a certeza da recompensa eterna.

Conhecer para obedecer

A obediência é um assunto recorrente entre Cristãos. De fato, é preciso obedecer a Deus de coração. Acontece que o princípio básico do ‘obedecer’ é o ‘conhecer’. Afinal, como será possível obedecer se as regras não forem conhecidas. Então hoje falaremos do conhecer…

Antes de dizer “Me obedeça!” os pais alertam seus filhos a respeito do que deve ser obedecido:

_ Você não pode subir aí. Me obedeça!

Conhecedores de qual é a ‘lei’, os filhos terão plenas condições de obedecê-las ou arcarão com a consequência da desobediência – aliás, não é raro que os pais já antecipem a sentença:

_ Você não pode subir aí. Me obedeça ou vai ficar sem o doce que você gosta.

Algumas vezes, também não raras, os filhos simplesmente não prestam a devida atenção às recomendações e o resultado dessa ignorância consciente é a mesma penalidade recebida no caso do descumprimento deliberado da ordem.

E o que tudo isso tem a ver com obedecer a Deus?
Bom, acho que se trata de uma boa ilustração para entendermos que:

1- Para obedecer a Deus é preciso conhecer Sua Palavra.

Deus já nos deu todas as orientações necessárias para que possamos viver de acordo com Sua vontade. Temos o privilégio de ter a bíblia à nossa disposição. Devemos usar e abusar dela. Não faça de sua bíblia mais um dos enfeites da casa. É um livro poderoso, sim, mas não como objeto e sim como Palavra Viva, mas para que estas palavras façam a diferença em nossas vidas, precisamos saboreá-las a cada dia.

As tuas mãos me fizeram e me formaram;
dá-me entendimento para aprender os teus mandamentos. 
Salmos 119:73

2- Desobedecer tem consequências

Dura realidade. É muito bom manter os olhos fitos apenas nas boas promessas que a bíblia nos traz, mas não podemos desprezar as sentenças que cairão sobre os desobedientes…

Como é feliz aquele que não segue o conselho dos ímpios,
não imita a conduta dos pecadores, nem se assenta na roda dos zombadores!

Ao contrário, sua satisfação está na lei do Senhor, e nessa lei medita dia e noite.
Não é o caso dos ímpios! São como palha que o vento leva.
Por isso os ímpios não resistirão no julgamento,
nem os pecadores na comunidade dos justos.

Pois o Senhor aprova o caminho dos justos,
mas o caminho dos ímpios leva à destruição! 

(Salmos 1:1-2, 4-6)

3- Não ouvir é o mesmo que desobedecer

Quando desprezamos a leitura da bíblia e erramos por desconhecer seus preceitos, estamos em desobediência.

Não basta ter uma bíblia, precisamos ler e compreender seu conteúdo.

Não basta ler a bíblia, precisamos estudar, meditar, decorar e, então, obedecer – vivendo e testemunhando os decretos do Senhor.

A tua palavra é lâmpada que ilumina os meus passos
e luz que clareia o meu caminho. 

(Salmos 119:105)

O dia do Senhor

Eis que vem o Dia do SENHOR… (Zc 14:1)

Muitas vezes a Bíblia nos encoraja a olhar para o Dia do Senhor.

E se você soubesse exatamente quando este aconteceria?
Viveria de maneira diferente?

Cristo pode retornar a qualquer momento. Esteja pronto, estude as Escrituras cuidadosamente e tenha a certeza de que vive como Ele quer – em obediência e prontidão espiritual.

Fonte: Bíblia de Estudo – Aplicação pessoal (Ed. CPAD)

Não há impossível

Na visão do vale de ossos secos recordamos a criação do homem em duas partes: formado do pó e completado com o fôlego da vida.

Deus mostra os ossos ao profeta Ezequiel, que os descreve como sendo muito secos e em grande quantidade. A pergunta que Deus fez a Ezequiel é de grande importância:

Filho do homem, estes ossos poderão tornar a viver? (Ez 37:3a)

Impossibilidade, pensaríamos nós. São muitos ossos, estão secos, não há mais chance. A resposta do profeta, no entanto, foi proveniente da maturidade de seu relacionamento com o Senhor:

Senhor DEUS, tu o sabes. (Ez 37:3b)

Impossibilidade? Não para Deus.

“Profetiza, Ezequiel!” E o servo cumpre a ordem do Senhor. Ouve-se um barulho forte, os ossos se juntam, agora não são mais secos, são fruto da Palavra do Senhor.

Volta a ordem do Senhor da vida a Ezequiel:

Profetiza ao espírito, profetiza, ó filho do homem, e dize ao espírito: Assim diz o Senhor DEUS: Vem dos quatro ventos, ó espírito, e assopra sobre estes mortos, para que vivam. (Ez 37:9)

Mais uma vez, o obediente profeta cumpre a ordem:

E profetizei como Ele me deu ordem; então o espírito entrou neles, e viveram, e se puseram em pé, um exército grande em extremo. (Ez 37:10)

A visão fala da recondução de um Israel purificado, o que aconteceria após o período de exílio. O povo que se considerava morto e sem futuro ouve uma ordem que o devolve à vida. A visão de Ezequiel, relatada ao povo, devolveu a esperança aos exilados que anelavam serem restaurados.

Impossibilidade? Não para Deus. O reavivamento é obra dEle. Do princípio ao fim, é ação, dEle. A nós cabe a singela ação de obedecer ao que Ele disse.

Extraído de A Coluna da Verdade (estudos)

Clique aqui e leia o texto completo sobre o vale de ossos secos.

Nem uma lembrança

Aquele que pecar é que morrerá. O filho não levará a culpa do pai, nem o pai levará a culpa do filho. A justiça do justo lhe será creditada, e a impiedade do ímpio lhe será cobrada.

Mas, se um ímpio se desviar de todos os pecados que cometeu e obedecer a todos os meus decretos e fizer o que é justo e direito, com certeza viverá; não morrerá.
Não se terá lembrança de nenhuma das ofensas que cometeu. Devido às coisas justas que tiver feito, ele viverá.
(Ez 18:20-22)

Que difícil depender de nossa própria justiça, não acha?

No antigo testamento ser justo significava adorar a Deus e somente a Ele, não matar, não adulterar, não roubar, guardar o sábado, oferecer sacrifícios, enfim, cumprir a lei.

Mas Jesus ofereceu por nós um sacrifício único e perfeito e fez conosco uma nova aliança. Por que cremos nEle, nossa conduta é transformada, ou seja, matar, roubar, adulterar, etc, deixam de fazer parte de nossas vidas.
E nossas ofensas também serão esquecidas, pois, pelo sangue de Jesus derramado na cruz, fomos santificados (Hb 13:12) e nossos pecados foram lavados (Ap 1:5). Fomos purificados de todo pecado (1 Jo 1:7).

Em Jesus viveremos!

Deus “retribuirá a cada um conforme o seu procedimento”.
Ele dará vida eterna aos que, persistindo em fazer o bem,
buscam glória, honra e imortalidade.
Mas haverá ira e indignação para os que são egoístas,
que rejeitam a verdade e seguem a injustiça.
Pois o salário do pecado é a morte,
mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor.

(Rm 2:6-8 / 6:23)