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Não semeeis entre espinhos

Porque assim diz o SENHOR:
“Preparai para vós o campo de lavoura, e não semeeis entre espinhos.”
(Jr 4:3)

Essa mensagem pode parecer estranha para nós, mas certamente era bastante clara aos israelitas, que tinham a agricultura como parte de suas vidas. De qualquer forma, não é difícil compreender, basta um pouco de atenção.

Deus faz duas recomendações que nós, assim como o povo daquela época, devemos observar:

1. Preparai para vós o campo de lavoura

Aqui, está explícito o que devemos fazer. Acontece que preparar o campo para a lavoura exige força, tempo e planejamento. A terra tem que estar pronta na época certa para o plantio. Fazendo tudo corretamente, tempos depois serão colhidos bons frutos.

Deus nos oferece muitas bençãos, mas precisamos estar preparados para colhê-las e, enfim, usufruir delas. Para isso precisamos entender que o propósito de nossa vida é glorificar a Deus, com honra e obediência. Colocando essas atitudes em prática, estaremos preparados para a Sua graça.

Sim, será tão difícil quanto arar a terra na lavoura, mas a recompensa é tão doce quanto o sabor de bons frutos.

2. Não semeeis entre espinhos

Enfim, o que não fazer. Ah, simplesmente semear entre os espinhos é, com certeza, a solução mais rápida. Basta atirar as sementes e pronto. Sem muito esforço e bastante rápido. Seria a solução perfeita, não fosse a ausência de resultados: Não haverá frutos, ou talvez, um ou outro sobreviva, mas não terá bom sabor. Isso porque os espinhos sufocarão as sementes, que não conseguirão se desenvolver de forma apropriada.

Deus nos aleta a não sermos insensatos. Os espinhos podem se comparar ao pecado. Se semearmos o pecado em nossas vidas, seremos envolvidos por ele até sufocar. E pode ser que não tenhamos mais forças para nos livrar dos espinhos.

O pecado pode parecer o caminho mais curto e rápido. De fato, é o caminho mais curto e rápido para a dor e o sofrimento.

 

LEMBRE-SE SEMPRE DESTE BOM CONSELHO:
“Preparai para vós o campo de lavoura, e não semeeis entre espinhos.”

Tão-somente obedecer

Assim diz o Senhor, o seu redentor, o Santo de Israel:
“Eu sou o Senhor, o seu Deus, que lhe ensina o que é melhor para você, que o dirige no caminho em que você deve ir.
Se tão-somente você tivesse prestado atenção às minhas ordens, sua paz seria como um rio, sua retidão, como as ondas do mar.”
(Isaías 48:17-18)

Deus desejava o melhor para Israel, mas ainda assim, o povo preferiu ignorar Seus ensinamentos. Sofreram as consequências: veio o exílio.

O que faltou? Obediência.

Mas desde o começo dos tempo essa atitude já era esperada, afinal, Israel sempre foi um povo obstinado, teimoso… Acontece que teimosia não é ‘qualidade’ apenas dos descendentes de Jacó; todos nós temos essa característica. Vem de fábrica. Tentamos ser, a todo custo, dono de nossas próprias vidas. É o livre arbítrio. Nos faz acreditar que podemos ser como Deus e dificulta a sujeição a Ele. Foi escolha nossa. Foi o desejo de Deus que nos voltássemos para Ele conscientemente e não por obrigação. É um presente que devemos usar para nos aproximar do Senhor e não para nos afastar dEle.

Basta obedecer. Deixar de lado a teimosia e buscar as coisas que são do alto. Reconhecer nossas fraquezas e pedir ajuda ao Senhor. Se tão-somente obedecermos, teremos paz.

Maravilhosa presença

Ezequias reinou sobre Judá. Ele se apegou ao Senhor e não deixou de segui-lo; obedeceu aos mandamentos que o Senhor tinha dado a Moisés. E o Senhor estava com ele. (2 Rs 18:6-7a)

Os atos de Ezequias lhe renderam uma enorme graça: O Senhor, estava com ele.

Deus também deseja estar conosco, operando ativamente em nossas vidas. Mas não seremos obrigados a recebê-lo, precisamos desejar Sua presença. Ezequias desejou ardentemente a presença de Deus, por isso, se apegou a Ele, O seguiu e obedeceu.

Assim como fez Ezequias, convide o Senhor para fazer parte da sua vida e desfrute de sua maravilhosa presença.

Corações obstinados

“Mas o meu povo não quis ouvir-me; Israel não quis obedecer-me.
Por isso os entreguei ao seu coração obstinado, para seguirem os seus próprios planos.” (Sl 81:11-12)

Não precisamos de inimigos. Quando nos rebelamos, não é preciso que Deus envie opressores para nos destruir, basta que Ele nos deixe sós por um instante, entregues às nossas próprias vontades humanas e pecadoras e nós mesmos nos jogaremos ao fundo do poço. E sim, às vezes o SENHOR nos permite andar segundo nossa própria vontade, para que percebamos que nossa teimosia só pode ter como consequência, ações desastrosas.

Deus poderia com muita facilidade nos obrigar a adorá-lo, mas esse não é o seu desejo. Ele deseja um culto consciente e verdadeiro e não um circo de marionetes. Por isso nos agraciou com o livre arbítrio e por isso permite os nossos tropeços, para aprendermos com os nossos erros e reconhecermos então, de coração, sua soberania sobre nossas vidas.

“Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar e orar, buscar a minha face e se afastar dos seus maus caminhos, dos céus o ouvirei, perdoarei o seu pecado e curarei a sua terra.” (2 Cr 7:14)

Dia do Senhor

Criador de galáxias, átomos e leis naturais, o soberano Senhor reina sobre tudo o que existe e será sempre assim. Que tolice viver sem Deus, que estupidez correr e esconder-se de Sua presença, e quão ridículo é desobedecer-lhe. Mas nós o fazemos. Desde o Éden estamos sempre à procura de sermos independentes de Seu controle como se fôssemos deuses com o poder de controlar nosso próprio destino. E Ele tem permitido nossa rebelião. Mas, muito em breve, chegará o Dia do Senhor.

Naquele dia Deus julgará toda iniquidade e toda desobediência – todas as contas serão ajustadas e o que está torto será endireitado. Este é o tema do livro escrito pelo profeta Joel, que leva o seu nome.

Joel afirma que nosso Criador, o Juiz Onipotente, também é misericordioso e deseja abençoar todos aqueless que confiam nEle. Portanto, Joel insiste que todos devem abandonar seus pecados e buscar a Deus. Na verdade, todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo (Jl 2:32).

“Agora, porém”, declara o Senhor,
“voltem-se para mim de todo o coração, com jejum, lamento e pranto.”

Rasguem o coração, e não as vestes.
Voltem-se para o Senhor, para o seu Deus,
pois ele é misericordioso e compassivo, muito paciente e cheio de amor; arrepende-se, e não envia a desgraça.

(Jl 2:12-13)

Cego de paixão

O sábio rei Salomão foi traído pela paixão. O inimigo o atingiu justamente na sua maior fraqueza – as mulheres. O rei Salomão amou muitas mulheres estrangeiras, além da filha do faraó. Eram mulheres moabitas, amonitas, edomitas, sidônias e hititas. Casou com setecentas princesas e trezentas concubinas, e as suas mulheres o levaram a desviar-se (1 Rs 11:1, 3). As esposas de Salomão eram das nações sobre as quais o Senhor tinha dito aos israelitas: “Vocês não poderão tomar mulheres dentre essas nações, porque elas os farão desviar-se para seguir os seus deuses”. No entanto, Salomão apegou-se amorosamente a elas (1 Rs 11:2) e foi induzido a voltar-se para deuses estranhos (1 Rs 11:4-5). Dessa forma Salomão fez o que o Senhor reprova; não seguiu completamente o Senhor, como o seu pai Davi (1 Rs 11:6).

A paixão era o ponto fraco de Salomão e essa fraqueza o tornou susceptível ao pecado. É assim que o inimigo nos cerca, procurando uma brecha nas nossas defesas para nos atingir em cheio. Nossas fraquezas são portas escancaradas para o pecado entrar e fazer morada em nossa vida. E como escapar desta armadilha? Vigiando, orando, conhecendo a Palavra de Deus, obedecendo e dedicando nossas vidas para a glória do Senhor.

Pedidos de oração

Depois de muitos anos de trabalho o Templo do Senhor estava construído e o rei Salomão orou a Deus ajoelhado diante do povo.

Salomão louvou ao Senhor e orou por seu povo. Ele fez cinco pedidos básicos:

1) A presença constante de Deus (1 Rs 8:57)
2) O desejo de fazer a vontade do Senhor em tudo (1 Rs 8:58)
3) O desejo e a habilidade de obedecer aos decretos e às ordens de Deus (1 Rs 8:58)
4) A ajuda relacionada a cada necessidade diária (1 Rs 8:59)
5) A expansão do reino de Deus para o mundo inteiro (1 Rs 8:60)

Estes pedidos de oração são igualmente importantes em nossos dias. Quando oramos por nossa igreja ou família, podemos fazer estes mesmos pedidos ao Senhor.

Fonte: Bíblia de Estudo – Aplicação pessoal (Ed. CPAD)

 

Que o Senhor, o nosso Deus, esteja conosco, assim como esteve com os nossos antepassados. Que Ele jamais nos deixe nem nos abandone!

E faça com que de coração nos voltemos para Ele, a fim de andarmos em todos os seus caminhos e obedecermos aos seus mandamentos, decretos e ordenanças, que deu aos nossos antepassados.
E que as palavras da minha súplica ao Senhor tenham acesso ao Senhor, ao nosso Deus, dia e noite, para que Ele defenda a causa do seu servo e a causa de Israel, seu povo, de acordo com o que precisarem.
Assim, todos os povos da terra saberão que o Senhor é Deus e que não há nenhum outro. (1 Rs 8:57-60)

Um coração íntegro

Em oração, Davi pede ao Senhor: Dá ao meu filho Salomão um coração íntegro para obedecer aos teus mandamentos, aos teus preceitos e aos teus decretos. (1 Cr 29:19b)

“Um coração íntegro para obedecer aos teus mandamentos, aos teus preceitos e aos teus decretos” significa ser completamente dedicado a Deus. Isso foi o que Davi desejou para Salomão – que ele quisesse, acima de tudo, servir a Deus.

Você considera difícil fazer a vontade de Deus, ou considera ainda mais difícil estar disposto à fazê-la?

Deus pode lhe dar uma devoção sincera e se você crê em Jesus Cristo, esta benção já está acontecendo em sua vida.

Ponham em ação a salvação de vocês com temor e tremor, pois é Deus quem efetua em vocês tanto o querer quanto o realizar, de acordo com a boa vontade dEle.
(Fp 2:12-13)

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Bendito seja o Senhor Deus, o Deus de Israel, o único que realiza feitos maravilhosos.
Bendito seja o seu glorioso nome para sempre; encha-se toda a terra da sua glória. Amém e amém. 
(Sl 72:18-19)

Deus no controle

Na leitura de hoje conhecemos o tráfico fim de Saul, morto em meio à guerra contra os filisteus (1 Sm 31:1-13 / 1 Cr 10 1:14).

Durante seu reinado, Saul obteve os maiores sucessos quando obedeceu a Deus. Seus maiores fracassos resultaram de sua própria desobediência. Ele possuía todas as qualidades para ser um bom líder – aparência, coragem e atitude. Até suas maiores fraquezas teriam sido usadas pelo SENHOR caso ela as reconhecesse e as entregasse nas mãos de Deus. Suas próprias escolhas o afastaram do Todo-Poderoso e o alienaram de seu próprio povo.

Com Saul aprendemos que enquanto nossas forças e habilidades nos tornam úteis, nossas fraquezas nos conduzem à inutilidade. Nossa capacidade e talento fazem de nós ferramentas, mas nossos fracassos e negligências nos lembram que precisamos do controle do Artesão em nossas existências. O que realizamos sozinhos é apenas uma sugestão do que Deus faria através de nossas vidas. Se pudermos dar um passo Ele poderá atravessar oceanos. E então, Ele controla sua existência?

Adaptado de: Bíblia de Estudo – Aplicação pessoal (Ed. CPAD)

Holocausto do coração

Acaso tem o Senhor tanto prazer em holocaustos e em sacrifícios quanto em que se obedeça à sua palavra?

A obediência é melhor do que o sacrifício, e a submissão é melhor do que a gordura de carneiros. (1 Sm 15:22)

Os sacrifícios que agradam a Deus são um espírito quebrantado; um coração quebrantado e contrito, ó Deus, não desprezarás, pois fazer o que é justo e certo é mais aceitável ao Senhor do que oferecer sacrifícios. (Sl 51:17 / Pv 21:3)

Com que eu poderia comparecer diante do Senhor e curvar-me perante o Deus exaltado? Deveria oferecer holocaustos de bezerros de um ano?
Ficaria o Senhor satisfeito com milhares de carneiros, com dez mil ribeiros de azeite? Devo oferecer o meu filho mais velho por causa da minha transgressão, o fruto do meu corpo por causa do meu próprio pecado?
Ele mostrou a você, ó homem, o que é bom e o que o Senhor exige: Pratique a justiça, ame a fidelidade e ande humildemente com o seu Deus.
(Mq 6:6-8)