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Desejo ser íntegro

O ano de 2007 ficou conhecido como “O Ano de Vida Enganosa” para a Coréia do Sul, devido aos inúmeros escândalos no país envolvendo acadêmicos que apresentaram pesquisas e estudos com conclusões falsas e aos políticos corruptos. Uma pesquisa feita por 340 professores selecionou a frase chinesa “ja-gi-gi-in” (enganando a si mesmo e a outros), para definir o ano.

Não deveríamos nos surpreender ao ouvir sobre tal tipo de engano. O apóstolo Paulo escreveu: Contudo, os perversos e impostores irão de mal a pior, enganando e sendo enganados (2 Tm 3:13).

Enganar significa fazer com que os outros creiam na falsidade como sendo a verdade e aceitar o errado como sendo o certo.

Nossa defesa contra o engano é conhecer a Palavra de Deus porque toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção e para a instrução na justiça (2 Tm 3:16). A correção visa corrigir o que está errado e a instrução, tornar conhecido o que é certo. A Palavra de Deus não somente nos conscientiza do que está errado, mas também nos estimula e nos ensina a fazer o que é correto.

2012 está terminando… Qual é a sua resolução para o ano que se inicia?

Caminhar corretamente diante de Deus e dos outros e ser perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra? (2 Tm 3:17). Então leia e aplique a Palavra de Deus, pedindo que o Senhor o torne uma pessoa íntegra.

Fonte: Nosso andar diário

Ser um exemplo

Alissa, que tem seis anos de idade, vê muitas vezes seus pais e avós lendo suas Bíblias pela manhã. Certa manhã, ela acordou cedo, antes de todos os outros. A vovó a encontrou sentada na poltrona com sua Bíblia e um livro de devocionais sobre o colo. Ela queria seguir o exemplo de investir o seu tempo com Deus no início do dia.

Timóteo, um jovem pastor, enfrentava pesadas responsabilidades na igreja de Éfeso — treinando novos cristãos, dirigindo a adoração, enfrentando doutrinas falsas. O apóstolo Paulo, mais velho e experiente, deu-lhe instruções sobre como liderar a igreja nessas áreas, mas também mencionou a importância da conduta pessoal. Ele disse: “…torna-te padrão dos fiéis, na palavra, no procedimento, no amor, na fé, na pureza” (1 Tm 4:12).

Paulo desafiou Timóteo: “Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina…” (1 Tm 4:16). Se ele prestasse atenção à sua própria vida espiritual e à doutrina sólida, seria um exemplo de santidade para a família da igreja.

Todos nós somos observados por alguém. Até a Alissa tinha seus irmãozinhos menores para observá-la. Vivamos nossas vidas de maneira tal que aqueles que seguem nosso exemplo possam ajudar outras pessoas em seu caminhar com Deus.

Fonte: Nosso andar diário

Unidade em amor

Não atente cada um para o que é propriamente seu,
mas cada qual também para o que é dos outros.
(Fp 2:4)

O jogador de uma equipe americana de beisebol, Josh Hamilton, batalhou com problemas de vício em drogas e álcool. Quando sua equipe venceu a final em 2010, Hamilton ficou preocupado com a celebração após o jogo. E admitiu não ser bom para um alcoólatra estar no meio de uma “tempestade” de champanhe. Mas algo belo aconteceu. Em vez de champanhe, seus colegas de equipe armazenaram refrigerante no vestiário para que Hamilton pudesse ser incluído na celebração. Que grande imagem de comunidade e de como colocar as necessidades de outros acima da sua própria!

Foi o que Paulo quis dizer quando ordenou aos filipenses que considerassem os outros superiores a si mesmos (Fp 2:3-4). O fato de estarem unidos a Cristo tornou os cristãos filipenses membros da mesma família, e deu-lhes uma ligação especial. Deste modo, a atitude de uns com os outros deveria ser expressa de modo prático: unidade em amor, serviço sacrificial: descobrir como ajudar os outros mesmo quando estes não percebiam que precisavam de ajuda. O exemplo de Jesus Cristo é a motivação para este comportamento cristão.

Assim como os colegas de Hamilton, carreguemos também os fardos uns dos outros. Quando, de modo altruísta, amamos nosso próximo, estamos expressando o nosso amor a Deus.

Fonte: Nosso Andar Diário

Comunhão legítima e sincera

Em Filemon vemos a trama da vida de um escravo, Onésimo, que fugiu do seu senhor Filemon, e caiu em uma prisão junto com o apóstolo Paulo, deflagrando um encontro com Cristo (Fm 10). Dessa história, destacam-se as seguintes lições, por intermédio da vida do apóstolo Paulo:

  • A humildade engrandece enquanto a soberba diminui (Fm 1). Paulo não se apresenta como apóstolo ao interceder por um escravo, mas como prisioneiro de Cristo, se colocando no mesmo nível dele (Pv 18:12). Jesus prezou por essa característica, a humildade, pois esta tanto revelava sua personalidade (Jo 13:14, 15) quanto o conteúdo do seu ensino (Mt 11:29).
  • Não se deve desperdiçar a oportunidade de elogiar sinceramente as pessoas (Fm 4, 5). Paulo agradece a Deus e engrandece a Filemon em oração pelo relacionamento deste com Jesus e com os irmãos (Fm 7). Somos muito rápidos em criticar (Pv 12:18). O caminho da depreciação parece ser bem mais fácil para as pessoas, devido à natureza caída e predisposição interior ao mal que todos têm. Difícil é ser encorajador tendo como ponto de vista as qualidades e não os defeitos (Pv 16:24).
  • Somos embaixadores da paz, logo, chamados para pacificar (Fm 16, 17). Paulo foi um intercessor, mediador e pacificador entre o escravo e seu senhor (Rm 12:18). Construiu pontes em vez de muralhas ou abismos (Pv 15:1). Seu argumento foi em defesa do recém-convertido, classificando-o não mais como escravo, inimigo ou inútil, mas como irmão, amigo e útil (Fm 11). Ou seja, anulou a barreira utilitarista e trabalhista (escravo-senhor) e teceu a trama familiar (irmãos espirituais).
  • Nosso altruísmo com o próximo é oriundo da experiência e identificação de Cristo conosco (Fm 18, 19). Paulo foi tão empático com Onésimo que redimiu sua dívida (pagou a conta), justificou seu pecado, dignificou-o reconciliando-se com um desqualificado escravo marginalizado por um estigma de traidor, libertou-o da condição hereditária do pecado (por intermédio de Cristo), ministrou o perdão de Deus, incluiu-o novamente no convívio dos seus, nivelou-o à ética do Reino por meio de seu exemplo, demonstrou profunda compaixão com atitudes práticas. Em síntese, explicitou Jesus por meio da experiência de regeneração contida no Evangelho. Percebe-se que as ações de Paulo são iguais às de Cristo por nós. Esse é um cristianismo atuante de um cristão que faz identificação com os que ainda não conhecem a Deus (1 Co 9:20-23). Foi exatamente por isso que Jesus se manifestou ao mundo: Para nos revelar o Pai por meio de suas palavras, pensamentos e ações, fazendo-Se o caminho de acesso até Ele (Jo 14:6).

Tudo isso só foi possível pela transformação de Jesus no coração de Onésimo, e consequentemente, no de Filemon em relação ao ex-escravo. Um relacionamento só pode ser renovado neste nível se Cristo reinar nos corações (Mt 5:8). Isso se dá por causa do poder da palavra de Deus (Hb 4:12) e pelo convencimento do Espírito Santo (Hb 3:15).

Vivamos, então, em conversões constantes dos corações daqueles que nos cercam com a finalidade de atraí-los para uma comunhão legítima e sincera (Fp 2:2).

Fonte: Igreja Batista Ágape – “Uma análise da carta de Filemon

Eu espero Jesus

Um professor de escola dominical deu a cada menino em sua aula um Novo Testamento e incentivou cada um deles a escrever seu próprio nome na capa.

Várias semanas mais tarde, depois de convidar repetidamente os meninos a receberem a Cristo como seu Salvador, ele pediu que eles escrevessem estas palavras sob seu nome: “Eu aceito Jesus”. Porém, em vez disso um dos meninos escreveu “Eu espero Jesus”. Ao conversar com o menino, o professor ele percebeu que ele sabia bem o que tinha escrito – Ele não só confiou no Senhor para a salvação, mas esperava que ele estivesse com ele em todos os momentos e para fazer tudo o que Ele havia prometido.

A declaração deste menino é um comentário simples – mas profundo – sobre o verdadeiro significado da fé.

Em Atos 27, vemos a fé esperançosa do apóstolo Paulo. Ele era um prisioneiro sendo transportado de navio para Roma, quando uma violenta tempestade se levantou e ameaçou destruir o navio. Durante a noite, um anjo do Senhor disse a Paulo que todos iriam sobreviver (At 27:23-24). Ele sabia que podia confiar na palavra do Senhor. No meio da tempestade, ele disse, creio em Deus, que há de acontecer assim como a mim me foi dito (At 27:25). E assim foi.

Não deve ser nenhuma surpresa para nós quando Deus guarda a sua palavra. É isso o que devemos esperar dEle.

Fonte: Our Daily Bread

Desejo de viver

Certa vez perguntaram a um alpinista do Colorado se ele achava que os alpinistas tinham o desejo de morrer. Ele respondeu: “Na verdade, eles têm o desejo de viver – de viver a vida ao máximo”. Como um alpinista cuidadoso, ainda que aventureiro, ele explicou por que ele considerava que os riscos valiam a pena: “Quando chegar a hora de eu morrer”, disse ele “Eu não desejo descobrir que eu não vivi”.

Quando apóstolo Paulo viajou para Jerusalém, deve ter parecido aos seus amigos mais íntimos que ele tinha o desejo de morrer. Várias pessoas o avisaram do perigo e pediram para que ele não fosse (At 21:4-12). Mas Paulo já tinha se decidido enquanto estava em Éfeso, quando afirmou claramente que o seu objetivo era “cumprir com alegria a carreira e o ministério que havia recebido do Senhor Jesus, para dar testemunho do evangelho da graça de Deus” (At 20:24).

Paulo não correu riscos desnecessários em seu testemunho como cristão, mas ele nunca se esquivou de declarar publicamente sua fé em Jesus Cristo. Seu objetivo não era apostar no seguro e se proteger. Em vez disso, ele viveu para terminar a sua corrida espiritual com alegria, e para completar a tarefa que Deus reservou para ele.

A coragem de Paulo nos desafia a viver para Cristo com abandono altruísta, não apreensão. Essa é a maneira de conhecer realização e alegria definitivas. Será que compartilhamos hoje o desejo de viver de Paulo?

Fonte: Our Daily Bread

Bençãos apesar do choro

Quando chegaram, Paulo lhes disse: Vocês sabem como vivi todo o tempo em que estive com vocês, desde o primeiro dia em que cheguei à província da Ásia.
Servi ao Senhor com toda a humildade e com lágrimas, sendo severamente provado pelas conspirações dos judeus.
Vocês sabem que não deixei de pregar-lhes nada que fosse proveitoso, mas ensinei-lhes tudo publicamente e de casa em casa.
Testifiquei, tanto a judeus como a gregos, que eles precisam converter-se a Deus com arrependimento e fé em nosso Senhor Jesus. 
(Atos 20:18-21)

O caminho do cristão não é fácil; ser um cristão não significa ausência de problemas ou ter todos os problemas ou ter todos os problemas solucionados. Paulo serviu a Deus humildemente e “com muitas lágrimas”, mas nunca parou nem desistiu. A mensagem da salvação era tão importante que ele nunca perdeu uma oportunidade de compartilhá-la. Embora tenha pregado o evangelho de variadas maneiras para os diferentes tipos de público, o conteúdo da mensagem permaneceu sempre o mesmo: afaste-se do pecado e aproxime-se de Cristo pela fé.

A vida cristã enfrenta tempos difíceis, há sofrimento e choro, bem como alegria, mas devemos estar sempre prontos para contar aos outros as coisas boas que Deus fez por nós! Suas bençãos excedem em muito as dificuldades da vida.

Fonte: Bíblia de Estudo – Aplicação pessoal (Ed. CPAD)

Apoio e suporte

Quando o apóstolo Paulo deu instruções sobre como exercer os nossos dons como membros do corpo de Cristo (Rm 12:3-8), afirmou o valor da função de apoio e suporte ao próximo. Ele começou dizendo que devemos ter uma opinião realista a respeito de nós mesmos (Rm 12:3) e concluiu com um chamado ao amor genuíno e altruísta: “Dediquem-se uns aos outros com amor fraternal. Prefiram dar honra aos outros mais do que a si próprios (Rm 12:10).

Nossos dons e habilidades vêm até nós pela graça de Deus e devem ser utilizados pela fé (Rm 12:3- 6) pelo amor e serviço de Cristo, não para reconhecimento pessoal.

Que Deus nos conceda a capacidade de abraçar com entusiasmo a função de suporte para a qual Ele nos chama. O objetivo final é a glória do Senhor e não a nossa.

A igreja funciona melhor quando nos vemos como participantes,
não como espectadores.

Fonte: Our Daily Bread

Vergonha de ser sal e luz

Ter vergonha de ser cristão não é uma coisa incomum hoje em dia. A sociedade, aos poucos, nos faz tentar ser “normal”. Não queremos chamar a atenção – preferimos passar desapercebidos.

Essa vontade de se misturar com as pessoas “normais” sem ser identificado pode até parecer uma bobagem, uma simples omissão do tipo “se ninguém me pergunta, não preciso dizer que sou cristão” – ledo engano… Ao fazer isso estamos demonstrando vergonha do evangelho de Cristo.

É preciso lembrar as palavras de Jesus para nós e colocá-las em práticaVocês são o sal da terra. Vocês são a luz do mundo (Mt 5:13a-14a). Quando nos escondemos atrás dos costumes e tradições deste mundo, somos como o sal insípido ou como a candeia debaixo de uma vasilha – de nada servimos.

Vivemos para glorificar a Deus. Este é o propósito de nossas vidas. Para isso fomos criados. E não há como glorificar a Deus escondidos atrás de personagens criados para  serem semelhantes a qualquer outra pessoa. Devemos servir de guias para levar os homens até Jesus, e isso só será possível se abandonarmos as máscaras e vestirmos as vestes da santidade, fazendo a diferença no mundo.

E se ainda resta algum motivo que o faça se envergonhar de ser cristão, leia o que Paulo sentia a respeito em Rm 1:16, reflita e decida amar os outros, mostrando a eles a salvação de Jesus refletida em sua vida.

Não me envergonho do evangelho,
porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê
.
(Rm 1:16a)

Cumprimentando com amor

Paulo inicia sua carta aos Gálatas se apresentando (Gl 1:1-2) e em seguida cumprimentando seus leitores. Mas não é um cumprimento qualquer… Na verdade, se a carta terminasse no cumprimento já estaria bom. Vejam:

A vocês, graça e paz da parte de Deus nosso Pai e do Senhor Jesus Cristo,
que se entregou a si mesmo por nossos pecados a fim de nos resgatar desta presente era perversa, segundo a vontade de nosso Deus e Pai,
a quem seja a glória para todo o sempre. Amém. 
(Gl 1:3-5)

O cumprimento de Paulo provavelmente foi proposital, ou seja, ele desejava que os galátas, logo no início da leitura, se lembrassem do sacrifício de Jesus e da graça derramada por Seu sangue. Gosto do artifício usado por Paulo. Se todos nos cumprimentássemos de forma semelhante nas mais diversas situações do dia a dia, estaríamos certamente mais alertas e atentos, vigiaríamos mais. Um cumprimento como o de Paulo é ainda uma de amar o próximo, mostrando a ele quanto Deus o ama.

Que bom seria se incluíssemos “Bom dia, com a graça de Jesus”, “Até logo, e que Jesus o acompanhe” ou “Volte sempre e fique com Deus” no nosso vocabulário. Mas não apenas como expressões frias e repetitivas, mas de coração e com amor. Quem nos ouvir perceberá a diferença. E todos faremos uma grande diferença no mundo. Vamos tentar?