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Sacrifício perfeito

Primeiro ele [Jesus] disse [a Deus]:
“Sacrifícios, ofertas, holocaustos e ofertas pelo pecado não quiseste, nem deles te agradaste” (os quais eram feitos conforme a Lei).

Então acrescentou:
“Aqui estou; vim para fazer a Tua vontade”.

Pelo cumprimento dessa vontade fomos santificados, por meio do sacrifício do corpo de Jesus Cristo, oferecido uma vez por todas.

(Hb 10:8-10)

O sacrifício de Cristo foi o cumprimento final de tudo o que os sacrifícios de tudo o que os sacrifícios do Antigo Testamento representavam – o perdão de Deus para o pecado.

Por Cristo ser o sacrifício perfeito pelos nossos pecados, estes estão e estarão completamente perdoados – no presente, no passado e no futuro.

Cristo removeu o pecado que nos impedia de ter comunhão e aceitar o seu sacrifício por nós. Crendo nEle, não somos mais culpados, mas limpos e aperfeiçoados. Seu sacrifício desobstrui o caminho para que tenhamos a vida eterna.

Fonte: Bíblia de Estudo – Aplicação pessoal (Ed. CPAD)

Perto pelo sangue

Em quem [Jesus] temos a redenção pelo seu sangue, a remissão das ofensas, segundo as riquezas da sua graça. (Ef 1:7)

Falar sobre o sangue de Jesus era um modo importante de se falar sobre a morte de Cristo. Sua morte indica duas importantes verdades: a redenção e o perdão.

Redenção era o preço pago para obter a libertação de um escravo (Lv 25:47-54). Por meio de sua morte, Jesus pagou o preço necessário para nos libertar da escravidão do pecado.

O perdão, garantido na época do Antigo Testamento, estava baseado no derramamento do sangue dos animais (Lv 17:11). Agora fomos perdoados por causa do derramamento do sangue de Jesus – Ele morreu como o mais perfeito e consumado sacrifício.

Fonte: Bíblia de Estudo – Aplicação pessoal (Ed. CPAD)

Mas agora em Cristo Jesus, vós, que antes estáveis longe,
já pelo sangue de Cristo chegastes perto.
(Ef 2:13)

Comunhão legítima e sincera

Em Filemon vemos a trama da vida de um escravo, Onésimo, que fugiu do seu senhor Filemon, e caiu em uma prisão junto com o apóstolo Paulo, deflagrando um encontro com Cristo (Fm 10). Dessa história, destacam-se as seguintes lições, por intermédio da vida do apóstolo Paulo:

  • A humildade engrandece enquanto a soberba diminui (Fm 1). Paulo não se apresenta como apóstolo ao interceder por um escravo, mas como prisioneiro de Cristo, se colocando no mesmo nível dele (Pv 18:12). Jesus prezou por essa característica, a humildade, pois esta tanto revelava sua personalidade (Jo 13:14, 15) quanto o conteúdo do seu ensino (Mt 11:29).
  • Não se deve desperdiçar a oportunidade de elogiar sinceramente as pessoas (Fm 4, 5). Paulo agradece a Deus e engrandece a Filemon em oração pelo relacionamento deste com Jesus e com os irmãos (Fm 7). Somos muito rápidos em criticar (Pv 12:18). O caminho da depreciação parece ser bem mais fácil para as pessoas, devido à natureza caída e predisposição interior ao mal que todos têm. Difícil é ser encorajador tendo como ponto de vista as qualidades e não os defeitos (Pv 16:24).
  • Somos embaixadores da paz, logo, chamados para pacificar (Fm 16, 17). Paulo foi um intercessor, mediador e pacificador entre o escravo e seu senhor (Rm 12:18). Construiu pontes em vez de muralhas ou abismos (Pv 15:1). Seu argumento foi em defesa do recém-convertido, classificando-o não mais como escravo, inimigo ou inútil, mas como irmão, amigo e útil (Fm 11). Ou seja, anulou a barreira utilitarista e trabalhista (escravo-senhor) e teceu a trama familiar (irmãos espirituais).
  • Nosso altruísmo com o próximo é oriundo da experiência e identificação de Cristo conosco (Fm 18, 19). Paulo foi tão empático com Onésimo que redimiu sua dívida (pagou a conta), justificou seu pecado, dignificou-o reconciliando-se com um desqualificado escravo marginalizado por um estigma de traidor, libertou-o da condição hereditária do pecado (por intermédio de Cristo), ministrou o perdão de Deus, incluiu-o novamente no convívio dos seus, nivelou-o à ética do Reino por meio de seu exemplo, demonstrou profunda compaixão com atitudes práticas. Em síntese, explicitou Jesus por meio da experiência de regeneração contida no Evangelho. Percebe-se que as ações de Paulo são iguais às de Cristo por nós. Esse é um cristianismo atuante de um cristão que faz identificação com os que ainda não conhecem a Deus (1 Co 9:20-23). Foi exatamente por isso que Jesus se manifestou ao mundo: Para nos revelar o Pai por meio de suas palavras, pensamentos e ações, fazendo-Se o caminho de acesso até Ele (Jo 14:6).

Tudo isso só foi possível pela transformação de Jesus no coração de Onésimo, e consequentemente, no de Filemon em relação ao ex-escravo. Um relacionamento só pode ser renovado neste nível se Cristo reinar nos corações (Mt 5:8). Isso se dá por causa do poder da palavra de Deus (Hb 4:12) e pelo convencimento do Espírito Santo (Hb 3:15).

Vivamos, então, em conversões constantes dos corações daqueles que nos cercam com a finalidade de atraí-los para uma comunhão legítima e sincera (Fp 2:2).

Fonte: Igreja Batista Ágape – “Uma análise da carta de Filemon

O poder da oração

Tiago não poderia deixar de falar a respeito do poder da oração.

A oração é encorajada no tempo da aflição:
Está alguém entre vós aflito? Ore. (Tg 5:13a)

Também em dias de alegria:
Está alguém contente? Cante louvores. (Tg 5:13b)

A situação é de doença?
Está alguém entre vós doente? Chame os presbíteros da igreja, e orem sobre ele, ungindo-o com azeite em nome do Senhor. (Tg 5:14)

É do pecado que precisamos nos livrar?
E a oração da fé salvará o doente, e o Senhor o levantará; e, se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados.
Confessai as vossas culpas uns aos outros, e orai uns pelos outros, para que sareis. A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos. (Tg 5:15-16)

Extraído de A Coluna da Verdade (estudos)

Restaurando o relacionamento

Deus ama perfeita e completamente. E Seu amor é u a atitude em ação – presenteando, guiando e guardando. Ele é completamente verdadeiro, fiel para com Suas promessas e o seu povo escolhido. Mas constantemente rejeitam o Senhor, quebram a aliança, seguem outros deuses e vivem por si mesmos. Assim seu relacionamento com o Deus amoroso está quebrado, como um vaso caído ao chão.

Mas a ruptura não é irreparável; a esperança não está completamente perdida. O Senhor pode curar, consertar ou fabricar o vaso novamente. O perdão está disponível e é precisamente a graça de Deus.

Esta é a mensagem de Malaquias, o profeta de Deus em Jerusalém. Suas palavras lembravam aos judeus, a nação escolhida do Senhor, de sua desobediência voluntária, a começar pelos sacerdotes (Ml 1:1 a 2:29), e também incluía cada um em particular (Ml 2:10 a 3:15). Eles mostraram desprezo pelo nome de Deus (Ml 1:6), ofereceram sacrifícios profanos (Ml 1:7-14), levaram outros ao pecado (Ml 2:7-9), infringiram as leis do Senhor (Ml 2:11-16), chamaram o mal de “bem” (Ml 2:17), guardaram os dízimos e as ofertas de Deus para si mesmos (Ml 3:8-9) e tornaram-se arrogantes (Ml 3:13-15). O relacionamento foi rompido, então experimentariam o juízo e o castigo.

Em meio a tanta maldade, porém, havia alguns fiéis – o remanescente – aqueles que amavam e honravam a Deus. O Senhor derramaria Suas bênçãos sobre estes homens e mulheres (Ml 3: 16-18).

Malaquias traz um retrato impressionante da deslealdade de Israel, mostrando claramente que o povo era merecedor do castigo. Mas toda esta mensagem está entretecida com a esperança – a possibilidade de perdão. Este fato está graciosamente expresso em Ml 4:2…

Mas para vós, os que temeis o meu nome, nascerá o sol da justiça, e cura trará nas suas asas; e saireis e saltareis como bezerros da estrebaria.

Malaquias conclui seu livro com uma promessa do “profeta Elias”, que oferecerá o perdão de Deus a todas as pessoas através do arrependimento e da fé (Ml 4:5-6).

O livro de Malaquias constitui uma ponte entre o Antigo e o Novo Testamento. Ao lê-lo, considere-se como o destinatário desta mensagem que Deus envia ao seu povo. Avalie a profundidade de seu compromisso, a sinceridade de sua adoração e a direção de sua vida. Então permita que o Senhor restaure seu relacionamento com Ele através de Seu amor e de Seu perdão.

Fonte: Bíblia de Estudo – Aplicação pessoal (Ed. CPAD)

Roupas limpas

Em uma de suas visões, Zacarias vê Josué, o sumo sacerdote, em pé diante de Deus. As roupas sujas de Josué são trocadas por vestimentas finas e novas; as acusações de Satanás contra ele são rejeitadas pelo Senhor. (Leia mais sobre esta visão no capítulo 3 de Zacarias).

A visão de Zacarias retrata como recebemos a misericórdia de Deus. Nós mesmos nada fazemos. O Senhor remove nossas roupas sujas, os pecados, e fornece-nos roupas boas e novas, a justiça e a santidade de Deus. Tudo o que precisamos fazer é nos arrepender e pedir ao Senhor para nos perdoar.

Quando Satanás tentar fazer com que você se sinta sujo e indigno, lembre-se de que as roupas limpas da justiça de Cristo lhe fazem digno de se aproximar do Senhor.

Fonte: Bíblia de Estudo – Aplicação pessoal (Ed. CPAD)

Aquele que não conheceu pecado, o fez pecado por nós;
para que nEle fôssemos feitos justiça de Deus. (2 Co 5:21)

Para a iniquidade, o perdão

Se tu, SENHOR, observares as iniquidades, Senhor, quem subsistirá?
Mas contigo está o perdão, para que sejas temido

Deus tenha misericórdia de nós e nos abençoe; e faça resplandecer o seu rosto sobre nós. Para que se conheça na terra o teu caminho, e entre todas as nações a tua salvação. 

Deus nos abençoará, e todas as extremidades da terra o temerão.

(Salmos 130:3-4 / 67:1-2, 7)

A culpa é nossa

Com medo dos babilônios, um grupo de israelitas que não haviam sido levados cativos decidiram fugir para o Egito. No caminho, pediram a Jeremias para orar por eles e pedir orientação, afirmando que obedeceriam qual fosse a ordem, sendo esta favorável ou não (2 Rs 25:26 / Jr 42:1-6).

O que aconteceu depois? Desobediência. Seguiram até o Egito, mesmo tendo sido alertados por Deus que não deveriam fazer isso. (Jr 43:4)

Judá estava em ruínas por causa do mal praticado pelo povo. Israel trouxe sobre si a desgraça, se autodestruiu (Jr 44:2-3, 8). Ainda assim, arrependimento e reverência permaneciam distantes… O povo preferia acreditar que a aparente felicidade era oferecida pelos falsos deuses que cultuavam ostensivamente nas ruas de Jerusalém. (Jr 44:15-19)

Deus é bom, mas também é justo. Nossas faltas não ficarão impunes. Mas nosso castigo não é culpa do Senhor: a culpa é nossa. Somos nós quem escolhemos por onde ir, o que fazer, como agir. E seremos também nós os responsáveis pelas consequências de tudo o que fazemos, se bom ou mau.

Somos culpados, já que todos somos pecadores. E o pecado nos separa de Deus (Rm 3:23). Mas Deus nos ama tanto que permitiu que seu próprio filho viesse ao mundo para nos redimir. Jesus, o único homem que não cometeu pecado algum padeceu por nós, levando ele mesmo em seu corpo os nossos pecados sobre o madeiro, para que, mortos para os pecados, pudéssemos viver para a justiça (1 Pe 2:21-24).

Em Cristo nossos pecados estão perdoados, lavados pelo Seu sangue. Ainda assim, nossos atos produzem efeitos dos quais não podemos fugir. Mesmo perdoados, continuamos culpados pelas consequências, porventura desastrosas, de nossos pecados. E Deus continua o mesmo, bom e justo!

E esta é a mensagem que dEle ouvimos, e vos anunciamos:
que Deus é luz, e não há nele trevas nenhumas.

Se dissermos que temos comunhão com Ele, e andarmos em trevas, mentimos, e não praticamos a verdade.
Mas, se andarmos na luz, como Ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado.
Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós.
Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça
(1 Jo 1:5-9)

Pura vaidade

Aquele que fez o ouvido não ouvirá?
E o que formou o olho, não verá?

O SENHOR conhece os pensamentos do homem, que são vaidade
Ajuda-nos, ó Deus da nossa salvação, pela glória do teu nome;
e livra-nos, e perdoa os nossos pecados por amor do teu nome

Salmos 94:9,11 / 79:9

Presente e futuro

Ontem, falamos sobre o rei Manassés que, mesmo reconhecido por sua grande iniquidade, foi perdoado ao reconhecer seus pecados e humilhar-se diante de Deus.

Hoje, conhecemos Amom, filho de Manassés, que cultivou os hábitos iníquos do do seu antecessor enquanto viveu. Ao contrário de seu pai Manassés, não se humilhou diante do Senhor, antes, aumentou a sua culpa (2 Cr 33:23).

Estes dois personagens são um bom exemplo de como nossas ações presentes afetam nosso futuro. Talvez não sejamos tão maus quanto foram Manassés e Amom, mas, como eles, somos pecadores e podemos compartilhar do mesmo destino de um ou outro. O que vamos escolher, humildade e perdão ou arrogância e culpa?