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Alicerce

Porque ninguém pode colocar outro alicerce além do que já está posto, que é Jesus Cristo.
Se alguém constrói sobre esse alicerce, usando ouro, prata, pedras preciosas, madeira, feno ou palha, sua obra será mostrada, porque o Dia a trará à luz; pois será revelada pelo fogo, que provará a qualidade da obra de cada um.
Se o que alguém construiu permanecer, esse receberá recompensa.
Se o que alguém construiu se queimar, esse sofrerá prejuízo; contudo, será salvo como alguém que escapa através do fogo
(1 Co 3:11-15)

Não há algo mais em que se apoiar do que em Jesus, o único alicerce firme o suficiente para suportar todo o peso dos nossos pecados – Ele é a rocha que não se abalará.

Para todos os nossos problemas, Jesus é a solução. E ainda que venhamos a construir sobre o alicerce algo frágil como a palha, estaremos seguros por Sua força e poder.

Não desanime. Viva seguro com Jesus!

Poder do Espírito

Por causa do que aconteceu no Dia de Pentecostes (descrito em Atos 2), tendemos a associar a presença e poder do Espírito Santo com fenômenos surpreendentes e grandes quantidades de pessoas. Esquecemos que um pouco mais tarde as mesmas pessoas cheias do mesmo Espírito Santo foram rejeitadas, açoitadas, presas e até executadas. Mas, apesar disso tudo, elas foram testemunhas poderosas!

A presença e poder do Espírito Santo podem ser evidenciados em um pregador dinâmico, que atrai grandes plateias. Mas também podem ser vistos no voluntário que exerce ministério individual em uma prisão, na pessoa que testemunha para um vizinho ou colega de trabalho e no professor de escola dominical que fielmente ensina semana após semana.

A orientação e a ajuda de Deus de que precisamos dia a dia são dadas para todos os que creem.

O poder do Espírito de Deus dá poder ao nosso testemunho.

Fonte: Our Daily Bread

Não ver e crer

Tomé, um dos doze discípulos, não estava presente quando Jesus apareceu a eles pela primeira vez depois da ressurreição. Embora os outros onze tenham lhe contado o que viram, Tomé permaneceu cético, dizendo: Se eu não vir o sinal dos cravos em suas mãos, e não puser o dedo no lugar dos cravos, e não puser a minha mão no seu lado, de maneira nenhuma o crerei. 

Dias depois, estando os doze reunidos, Jesus novamente se fez presente entre eles e  disse a Tomé: Põe aqui o teu dedo, e vê as minhas mãos; e chega a tua mão, e põe-na no meu lado; e não sejas incrédulo, mas crente.

Crendo, Tomé respondeu: Senhor meu, e Deus meu!

Disse-lhe Jesus:
Porque me viste, Tomé, creste; bem-aventurados os que não viram e creram.

(Leia o texto na íntegra em Jo 20:24-29)

O episódio vivido por Tomé nos trás uma importante lição, pois todas as gerações que se seguiram não tiveram a maravilhosa oportunidade de ver Jesus, ainda assim muitos creram e fizeram a mensagem do evangelho se espalhar pela terra; ainda assim nós cremos. E a mensagem de Jesus fala diretamente a todos nós: Bem-aventurados os que não viram e creram!

Somos bem-aventurados porque:

- Entendemos que Jesus é muito mais do que uma figura ilustre na história da humanidade

- Acreditamos que Seu sacrifício na cruz nos redime de nossos pecados

- Confiamos no Seu poder e onisciência

- Sabemos que Ele vive e está presente em nossas vidas

- Compreendemos que Sua justiça e misericórdia prevalecerão

- Aceitamos a Cristo como nosso único e suficiente Salvador

Medindo forças

Depois de orar, disse Jesus:
“Levantem-se e vamos! Aí vem aquele que me trai!”

Enquanto ele ainda falava, apareceu Judas, um dos Doze. Com ele estava uma multidão armada de espadas e varas, enviada pelos chefes dos sacerdotes, mestres da lei e líderes religiosos.

Disse Jesus: “Estou eu chefiando alguma rebelião, para que vocês venham me prender com espadas e varas?”

(Mc 14:42-43, 48)

Não, Jesus não estava chefiando nenhuma rebelião. Ele não tinha um exército ou armas e nem estava se escondendo ou tentando fugir.

Mas então porque o excesso de violência e agressividade para prendê-lo?

Poder. Jesus definitivamente exercia poder sobre o povo, por seus ensinamentos, milagres e palavras sábias. Por ter se aproximado verdadeiramente da população, como não faziam os líderes da época, políticos e religiosos. Jesus tinha poder. E isso incomodou absurdamente aqueles que detinham algum poder. Sentiram-se ameaçados, feridos e desrespeitados. Foi o suficiente para impulsioná-los a defender sua honra a qualquer preço, mesmo que usando de meios mais agressivos do que o necessário.

O poder verdadeiro e absoluto estava em Jesus, por isso, Ele não precisava provar nada a ninguém. Por alguns dias aqueles líderes religiosos que O prenderam, incluindo o sumo sacerdote, devem ter julgado terem vencido a guerra pelo poder, afinal Jesus foi condenado, humilhado, espancado e morto na cruz.

Mas enquanto aqueles homens guerreavam por poder aqui na terra, Jesus apenas começava seu triunfo por uma causa muito mais nobre: a justiça divina.

O poder cega até mesmo os mais sábios, como aconteceu com os sacerdotes nesta história. Da mesma forma acontece com a fama, o dinheiro e tantas outras seduções deste mundo, que nos levam a guerrear por causas inócuas enquanto deixamos de lado o verdadeiro propósito de nossas vidas: glorificar a Deus.

A batalha já foi vencida! Não é preciso medir forças com ninguém. Só precisamos seguir em frente, sempre, confiantes e certos da vitória, seguindo o exemplo de Cristo.

Ressurreição e vida

Disse-lhe Jesus: “Eu Sou a ressurreição e a vida. Quem crê em Mim, ainda que morra, viverá.” (Jo 11:25)

Lázaro era amigo de Jesus, mas não tinha imunidade especial. Jesus frequentava a sua casa, e mesmo assim ele ficou doente. Suas irmãs mandaram um recado para Jesus: Está enfermo aquele a quem amas… Mas ao receber a mensagem, Jesus permaneceu mais dois dias onde estava. Quando chegou, Lázaro já estava morto e sepultado havia quatro dias. Marta, irmã de Lázaro, num tom de censura, diz a Jesus: Se Tu estiveras aqui, meu irmão não teria morrido. Jesus, porém, não chegou atrasado, pois o tempo de Deus não é o nosso.

A ressurreição é um milagre maior do que a cura de um enfermo e a ressurreição de uma pessoa sepultada há quatro dias é uma demonstração indiscutível do poder daquEle que É a ressurreição e a vida. Jesus chorou no túmulo de Lázaro e deu uma ordem expressa: Tirai a pedra. Marta ainda intervém: Senhor, já cheira mal, mas Jesus lhe corrige: Se creres, verás a glória de Deus. Imediatamente, Jesus levanta Sua voz para dentro do túmulo, e grita: Lázaro, vem para fora. Lázaro levantou vivo, a glória de Deus se manifestou, e muitos creram no Filho de Deus.

Fonte: Blog Soli Deo Gloria

Clique aqui e leia a história completa da ressurreição de Lázaro.

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E que tal ouvir uma música inspirada nessa linda história de poder e glória?

Sem força e violência

Não por força nem por violência, mas sim pelo meu Espírito, diz o SENHOR dos Exércitos. (Zc 4:6)

Parte dos exilados de Israel haviam retornado à Jerusalém e iniciado a reconstrução do Templo do Senhor. Entretanto, enfrentavam muitas dificuldades para concluir a tarefa. O rei Artaxerxes os havia proibido de continuarem a obra (Ed 4 21-24). Eles estavam cansados, oprimidos e desencorajados.

E então, em visão, Deus fala a Zacarias. As palavras não poderiam ser mais encorajadoras e apropriadas para a ocasião.

Os israelitas já não tinham mais forças, mas ainda que tivessem, não chegariam a lugar algum confiando apenas em seus próprios músculos. Somente através do Espírito de Deus teriam sucesso, não por seu próprio poder ou recursos.

O Espírito de Deus é dado também a nós sem medida. Não é o esforço humano que faz a diferença. A obra do Senhor não é realizada pela força humana.

Fazendo o certo

Daniel foi chamado pelo rei da Babilônia, Belsazar, para interpretar as palavras escritas nas paredes do palácio, por uma mão misteriosa, durante um banquete oferecido pelo próprio rei, diante de todos os seus convidados.

Caso Daniel soubesse explicar a escritura, receberia presentes formidáveis e grande poder do rei, mas Daniel os rejeitou.

Então respondeu Daniel, e disse na presença do rei: As tuas dádivas fiquem contigo, e dá os teus prêmios a outro; contudo lerei ao rei o escrito, e far-lhe-ei saber a interpretação. (Dn 5:17)

Ele não era motivado por recompensas materiais; toda a sua vida fora caracterizada por fazer o que era correto. Daniel também não mostrou desrespeito ao rejeitar os presentes, já que era mais velho na ocasião e não teria benefícios significativos com os presentes oferecidos. Daniel quis mostrar ao rei que a interpretação era imparcial.

Fazer o que é correto deve ser nossa primeira prioridade, e não a busca de poder e recompensas. Você ama a Deus suficientemente para fazer o que é certo, ainda que isto signifique desistir de recompensas pessoais?

Adaptado de: Bíblia de Estudo – Aplicação pessoal (Ed. CPAD)

Sabedoria e poder pertencem a Deus

Louvado seja o nome de Deus para todo o sempre;
a sabedoria e o poder a Ele pertencem.
Ele muda as épocas e as estações; destrona reis e os estabelece.
Dá sabedoria aos sábios e conhecimento aos que sabem discernir.
Revela coisas profundas e ocultas;
conhece o que jaz nas trevas, e a luz habita com Ele.
(Dn 2:20-22)

Juiz, legislador e rei

Pois o Senhor é o nosso juiz,
o Senhor é o nosso legislador,
o Senhor é o nosso rei;
é Ele que nos salvará.
(Is 33:22)

Juiz, legislador e rei… Na nossa sociedade estas funções são exercidas por pessoas distintas, quase sempre com o objetivo de ter certo controle sobre a tirania, protegendo, assim, o povo de líderes opressores.

Mas Deus não está sujeito às consequência do poder; em qualquer circunstância, Ele sempre julga com justiça, e ainda adiciona um tanto de amor e misericórdia.

O Senhor é rei, soberano, o único digno de realeza.

O Senhor é legislador, que estabelece as leis, que distingue o certo e o errado, o verdadeiro e o falso, o bom e o mau.

O Senhor é Juiz, que condena e que absolve, que é fiel e justo para perdoar os pecados daqueles que os confessarem arrependidos de coração (1 Jo 1:9).

O Senhor é Deus, pois dele, por ele e para ele são todas as coisas.
A ele seja a glória para sempre! Amém.
(Rm 11:36)

Concluindo

Em Eclesiastes, Salomão nos leva a uma jornada reflexiva através de sua vida, explica como tudo o que tentou, testou ou provou tinha sido sem sentido, inútil, sem graça, tolo e vazio, um exercício baseado na futilidade. Lembre-se: foi a confissão de alguém que tinha “tudo” – grande inteligência, poder e riquezas. Depois dessa viagem biográfica, Salomão expressou sua triunfante conclusão:

Agora que já se ouviu tudo, aqui está a conclusão: Tema a Deus e guarde os seus mandamentos, pois isso é o essencial para o homem. Pois Deus trará a julgamento tudo o que foi feito, inclusive tudo o que está escondido, seja bom, seja mal.
(Ec 12:13-14)

Leia Eclesiastes e aprenda sobre a vida. Ouça as severas advertências e as terríveis predições e comprometa-se a lembrar de seu Criador agora (Ec 12:1).

Fonte: Bíblia de Estudo – Aplicação pessoal (Ed. CPAD)