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Alicerce

Porque ninguém pode colocar outro alicerce além do que já está posto, que é Jesus Cristo.
Se alguém constrói sobre esse alicerce, usando ouro, prata, pedras preciosas, madeira, feno ou palha, sua obra será mostrada, porque o Dia a trará à luz; pois será revelada pelo fogo, que provará a qualidade da obra de cada um.
Se o que alguém construiu permanecer, esse receberá recompensa.
Se o que alguém construiu se queimar, esse sofrerá prejuízo; contudo, será salvo como alguém que escapa através do fogo
(1 Co 3:11-15)

Não há algo mais em que se apoiar do que em Jesus, o único alicerce firme o suficiente para suportar todo o peso dos nossos pecados – Ele é a rocha que não se abalará.

Para todos os nossos problemas, Jesus é a solução. E ainda que venhamos a construir sobre o alicerce algo frágil como a palha, estaremos seguros por Sua força e poder.

Não desanime. Viva seguro com Jesus!

Deus não se esconde

Havia em Cesaréia um homem chamado Cornélio, centurião do regimento conhecido como Italiano. Ele e toda a sua família eram piedosos e tementes a Deus; dava muitas esmolas ao povo e orava continuamente a Deus. 
(At 10:1-2)

O que acontecerá ao pagão que nunca ouviu falar a respeito de Cristo? Esta pergunta frequentemente remete à justiça de Deus. Cornélio não era um crente em Cristo, mas buscava a Deus e era reverente e generoso. Sendo assim, Deus enviou Pedro para que falasse com ele sobre Cristo. Isto mostra que Deus é galardoador dos que o buscam. Aqueles que buscam sinceramente a Deus, conseguirão encontrá-lo!

Deus enviou o seu Filho, porque ama o mundo inteiro. Ele não faz uso do favoritismo, nem se esconde daqueles que querem encontrá-lo.

Fonte: Bíblia de Estudo – Aplicação pessoal (Ed. CPAD)

 Sem fé é impossível agradar a Deus, pois quem dele se aproxima precisa crer que Ele existe e que recompensa aqueles que o buscam

(Hb 11:6)

Fazendo o certo

Daniel foi chamado pelo rei da Babilônia, Belsazar, para interpretar as palavras escritas nas paredes do palácio, por uma mão misteriosa, durante um banquete oferecido pelo próprio rei, diante de todos os seus convidados.

Caso Daniel soubesse explicar a escritura, receberia presentes formidáveis e grande poder do rei, mas Daniel os rejeitou.

Então respondeu Daniel, e disse na presença do rei: As tuas dádivas fiquem contigo, e dá os teus prêmios a outro; contudo lerei ao rei o escrito, e far-lhe-ei saber a interpretação. (Dn 5:17)

Ele não era motivado por recompensas materiais; toda a sua vida fora caracterizada por fazer o que era correto. Daniel também não mostrou desrespeito ao rejeitar os presentes, já que era mais velho na ocasião e não teria benefícios significativos com os presentes oferecidos. Daniel quis mostrar ao rei que a interpretação era imparcial.

Fazer o que é correto deve ser nossa primeira prioridade, e não a busca de poder e recompensas. Você ama a Deus suficientemente para fazer o que é certo, ainda que isto signifique desistir de recompensas pessoais?

Adaptado de: Bíblia de Estudo – Aplicação pessoal (Ed. CPAD)

Não semeeis entre espinhos

Porque assim diz o SENHOR:
“Preparai para vós o campo de lavoura, e não semeeis entre espinhos.”
(Jr 4:3)

Essa mensagem pode parecer estranha para nós, mas certamente era bastante clara aos israelitas, que tinham a agricultura como parte de suas vidas. De qualquer forma, não é difícil compreender, basta um pouco de atenção.

Deus faz duas recomendações que nós, assim como o povo daquela época, devemos observar:

1. Preparai para vós o campo de lavoura

Aqui, está explícito o que devemos fazer. Acontece que preparar o campo para a lavoura exige força, tempo e planejamento. A terra tem que estar pronta na época certa para o plantio. Fazendo tudo corretamente, tempos depois serão colhidos bons frutos.

Deus nos oferece muitas bençãos, mas precisamos estar preparados para colhê-las e, enfim, usufruir delas. Para isso precisamos entender que o propósito de nossa vida é glorificar a Deus, com honra e obediência. Colocando essas atitudes em prática, estaremos preparados para a Sua graça.

Sim, será tão difícil quanto arar a terra na lavoura, mas a recompensa é tão doce quanto o sabor de bons frutos.

2. Não semeeis entre espinhos

Enfim, o que não fazer. Ah, simplesmente semear entre os espinhos é, com certeza, a solução mais rápida. Basta atirar as sementes e pronto. Sem muito esforço e bastante rápido. Seria a solução perfeita, não fosse a ausência de resultados: Não haverá frutos, ou talvez, um ou outro sobreviva, mas não terá bom sabor. Isso porque os espinhos sufocarão as sementes, que não conseguirão se desenvolver de forma apropriada.

Deus nos aleta a não sermos insensatos. Os espinhos podem se comparar ao pecado. Se semearmos o pecado em nossas vidas, seremos envolvidos por ele até sufocar. E pode ser que não tenhamos mais forças para nos livrar dos espinhos.

O pecado pode parecer o caminho mais curto e rápido. De fato, é o caminho mais curto e rápido para a dor e o sofrimento.

 

LEMBRE-SE SEMPRE DESTE BOM CONSELHO:
“Preparai para vós o campo de lavoura, e não semeeis entre espinhos.”

Ouça Deus falar

Deus falou com Abraão muitas vezes. Mas isso não foi privilégio de Abraão – Deus também fala conosco, de várias maneiras. Às vezes Ele usa uma outra pessoa, uma situação em nossa vida, nossos próprios sonhos e pensamentos… Mas tem um meio pelo qual Ele nos fala diretamente: a bíblia. Não chamamos esse livro de “Palavra de Deus” à toa. Deus fala por meio dessas palavras – nos resta querer ouvir.

E o que foi dito a Abraão, também pode ser dito a nós todos:

“Eu sou o Deus todo-poderoso; ande segundo a minha vontade e seja íntegro.

 Não tenha medo! Eu sou o seu escudo; grande será sua recompensa!”

(Gn 17:1b / 15:1b)

222º dia: Jr 17-20

Assim diz o SENHOR:

Maldito é o homem que confia nos homens, que faz da humanidade mortal a sua força, mas cujo coração se afasta do Senhor. Mas bendito é o homem cuja confiança está no Senhor, cuja confiança nEle está.

Eu sou o Senhor que sonda o coração e examina a mente, para recompensar a cada um de acordo com a sua conduta, de acordo com as suas obras. (Jr 17:5,7,10)

Esta é a palavra que veio a Jeremias da parte do Senhor:
“Vá à casa do oleiro, e ali você ouvirá a minha mensagem”.
Então fui à casa do oleiro, e o vi trabalhando com a roda.
Mas o vaso de barro que ele estava formando se estragou-se em suas mãos; e ele o refez, moldando outro vaso de acordo com a sua vontade.
Então o Senhor dirigiu-me a palavra:
“Ó comunidade de Israel, será que não posso eu agir com vocês como fez o oleiro?”, pergunta o Senhor. “Como barro nas mãos do oleiro, assim são vocês nas minhas mãos, ó comunidade de Israel. (Jr 18:1-6)
 

Há grandes chances de você conhecer a letra da música que transcrevo logo abaixo, mas, conhecendo ou não, te convido a fazer destas palavras a sua oração nesse dia.

Um Vaso Novo
(Vencedores por Cristo)
 
Eu quero ser Senhor amado
Como um vaso nas mãos do oleiro
Quebra a minha vida e faze-a de novo
Eu quero ser, eu quero ser, um vaso novo
Como tu queres, Senhor amado
Tu és o oleiro, e eu o vaso
Quebra a minha vida e faze-a de novo
Eu quero ser, eu quero ser, um vaso novo

 

Cura-me, SENHOR, e sararei; salva-me, e serei salvo; porque tu és o meu louvor. (Jr 17:14)

162º dia: Ec 4-6

Pois, quem sabe o que é bom para o homem, nos poucos dias de sua vida vazia, em que ele passa como uma sombra? Quem poderá lhe contar o que acontecerá debaixo do sol depois que ele partir? (Ec 6:12)

É uma boa descrição da nossa vida… Vazia e que passa como uma sombra! Então pra que desperdiçar a vida trabalhando sem cessar em busca de mais e mais riquezas? Pois, de que lhe valeria viver dois mil anos, e não poder desfrutar a sua prosperidade? O homem sai nu do ventre de sua mãe, e como vem, assim vai. De todo o trabalho em que se esforçou nada levará consigo. (Ec 6:3a / 5:15).

Quem ama o dinheiro jamais terá o suficiente; quem ama as riquezas jamais ficará satisfeito com os seus rendimentos. Melhor é a mão cheia com descanso do que ambas as mãos cheias com trabalho, e aflição de espírito. (Ec 5:10a / 4:6)

Não, Salomão não está nos aconselhando a abandonar o trabalho. De forma alguma! Devemos sim trabalhar com esforço e dedicação, amando a Deus de todo coração, e de toda alma, e de todo entendimento, e de todas as forças (Mc 12:30), e aí descobriremos, como Salomão, que o melhor e o que vale a pena é comer, beber e desfrutar o resultado de todo o esforço que se faz debaixo do sol durante os poucos dias de vida que Deus dá ao homem, pois essa é a sua recompensa. E, quando Deus concede riquezas e bens a alguém, e o capacita a desfrutá-los, a aceitar a sua sorte e a ser feliz em seu trabalho, isso é um presente de Deus. (Ec 5:18,19)

154º dia: Pv 8-11

“O ímpio recebe salários enganosos, mas quem semeia a retidão colhe segura recompensa.” (Pv 11:18)

Muitos de nós vive em função de riquezas materiais. Acreditamos que dinheiro e poder são o único caminho para a felicidade. E não posso negar, há sim muitos por aí ‘felizes’ simplesmente por terem dinheiro e poder… Mas, peço a Deus que abra meus olhos para que eu não inveje essa falsa felicidade, pois “morrendo o homem perverso perece sua esperança, e acaba-se a expectação de riquezas.” (Pv 11:7)

Você pode ser pobre ou rico, esse não é o foco. O que importa de verdade é o que guia sua vida. Viver para gerar riquezas passando por cima de tudo e de todos, a ponto de usar meios ilícitos para conseguir o que deseja, te trará falsas vitórias, “porque o salário do pecado é a morte” (Rm 6:23a). Viver para glorificar a Deus, independentemente de sua condição financeira, te garantirá segura recompensa, pois “o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor” (Rm 6:23b).

113º dia: Sl 37-39

“Não tenha inveja dos perversos”, pois “Melhor é o pouco do justo do que a riqueza de muitos ímpios” (Sl 37:1b, 16).

Não é difícil sentirmos inveja. Normalmente desejamos ter aquilo que não temos: dinheiro, fama, bens… E desdenhamos o que temos: família, trabalho, sustento…

Nossa vida neste mundo é muito curta: “Deste aos meus dias o comprimento de um palmo; a duração da minha vida é nada diante de ti. De fato, o homem não passa de um sopro” (Sl 39:5).

Mas nossa recompensa é eterna, pois “O Senhor cuida da vida dos íntegros, e a herança deles permanecerá para sempre” (Sl 37:18).

Integridade. Esse deveria ser o nosso único desejo a fim de alcançar a herança prometida por Deus. Mas em vez disso, pecadores que somos, permanecemos amontoando riqueza sem saber quem ficará com ela (Sl 39:6).

Sejamos ao menos sinceros e, desejando de coração buscar seguir os caminhos de Deus, oremos como o salmista: “Confesso a minha culpa; em angústia estou por causa do meu pecado” (Sl 38:18).

48º dia: Nm 1 a 3

À pedido de Deus Moisés contou todos os homens do povo, separando-os em tribos, conforme os filhos de Jacó. Foram somados todos os homens com mais de 20 anos, com condições físicas para guerrear (Nm 1:3). O povo precisava se preparar para entrar na terra prometida e essa contagem faria parte disso. O resultado do somatório impressiona: 603.550 homens! Se cada um desses tivesse uma mulher e dois filhos, o total chegaria perto dos 2 milhões! Isso sem contar os Levitas, que foram separados por Deus para cuidarem do Tabernáculo. Imaginem só a dificuldade de Moisés para liderar tanta gente! Ainda mais estando eles em meio ao deserto. A organização dos exércitos antes de iniciarem a caminhada era importante para manter a ordem e a segurança de todos.

E finalmente, a caminhada para a terra prometida tinha início. Até aqui, o povo fez tudo o que Deus ordenou, e deviam estar felizes por deixar definitamente para trás o Egito e o Monte Sinai (Nm 2:34). Deus os recompensou pela obediência, que infelizmente, sabemos que não durou muito mais… mas esse é assunto para os próximos capítulos…