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Maduros na Palavra

Portanto, deixemos os ensinos elementares a respeito de Cristo e avancemos para a maturidade, sem lançar novamente o fundamento do arrependimento de atos que conduzem à morte, da fé em Deus,
da instrução a respeito de batismos, da imposição de mãos, da ressurreição dos mortos e do juízo eterno. Assim faremos, se Deus o permitir. (Hb 6:1-3)

Certos princípios elementares são essenciais para todos os crentes – todos devem entendê-los. Estas doutrinas básicas incluem a importância da fé, a tolice de tentar salvar-se por meio de boas obras, o significado do batismo e dons espirituais, e os fatos da ressurreição e da vida eterna. Para continuar a amadurecer em nossa compreensão, precisamos ir além (mas não para longe) dos ensinos elementares, tendo uma compreensão mais completa da fé. E isto é o que o autor pretende que seus leitores façam (Hb 6:3). Os cristãos maduros devem ensinar as doutrinas básicas aos novos cristãos. Então, agindo de acordo com o que conhecem, os que são maduros aprenderão ainda mais da Palavra de Deus.

Fonte: Bíblia de Estudo – Aplicação pessoal (Ed. CPAD)

Em qualquer circunstância

A ressurreição de Jesus encheu os apóstolos de esperança. Cheios do Espírito Santo, pregavam as boas-novas do evangelho por onde iam, anunciavam e exaltavam o nome de Jesus Cristo.

Por este motivo, foram presos. Os líderes religiosos de Israel não podiam suportar o fato de que Jesus ainda estava presente, ainda que morto, e menos ainda a quantidade crescente de seguidores que os apóstolos reuniam dia após dia.

Para não causar um tumulto ainda maior, decidiram libertar os presos.

Chamaram os apóstolos e mandaram açoitá-los. Depois, ordenaram-lhes que não falassem em nome de Jesus e os deixaram sair em liberdade.
Os apóstolos saíram do Sinédrio, alegres por terem sido considerados dignos de serem humilhados por causa do Nome.
Todos os dias, no templo e de casa em casa, não deixavam de ensinar e proclamar que Jesus é o Cristo.
(At 5:40-42)

Depois de açoitados, os apóstolos estavam doloridos, sujos, ensanguentados e… Felizes! Mesmo cientes de que poderiam passar por toda essa situação novamente – prisão, humilhação, açoite – não deixaram de proclamar que Jesus é o Cristo.

Não importam as circunstâncias…

Seremos felizes se nossas vidas estiverem cheias do amor e misericórdia de Deus.

Não importam as circunstâncias…

Devemos anunciar em todos os lugares as boas novas de Cristo.

Não ver e crer

Tomé, um dos doze discípulos, não estava presente quando Jesus apareceu a eles pela primeira vez depois da ressurreição. Embora os outros onze tenham lhe contado o que viram, Tomé permaneceu cético, dizendo: Se eu não vir o sinal dos cravos em suas mãos, e não puser o dedo no lugar dos cravos, e não puser a minha mão no seu lado, de maneira nenhuma o crerei. 

Dias depois, estando os doze reunidos, Jesus novamente se fez presente entre eles e  disse a Tomé: Põe aqui o teu dedo, e vê as minhas mãos; e chega a tua mão, e põe-na no meu lado; e não sejas incrédulo, mas crente.

Crendo, Tomé respondeu: Senhor meu, e Deus meu!

Disse-lhe Jesus:
Porque me viste, Tomé, creste; bem-aventurados os que não viram e creram.

(Leia o texto na íntegra em Jo 20:24-29)

O episódio vivido por Tomé nos trás uma importante lição, pois todas as gerações que se seguiram não tiveram a maravilhosa oportunidade de ver Jesus, ainda assim muitos creram e fizeram a mensagem do evangelho se espalhar pela terra; ainda assim nós cremos. E a mensagem de Jesus fala diretamente a todos nós: Bem-aventurados os que não viram e creram!

Somos bem-aventurados porque:

- Entendemos que Jesus é muito mais do que uma figura ilustre na história da humanidade

- Acreditamos que Seu sacrifício na cruz nos redime de nossos pecados

- Confiamos no Seu poder e onisciência

- Sabemos que Ele vive e está presente em nossas vidas

- Compreendemos que Sua justiça e misericórdia prevalecerão

- Aceitamos a Cristo como nosso único e suficiente Salvador

Mensagens das Boas Novas

E, no fim do sábado, quando já despontava o primeiro dia da semana, Maria Madalena e a outra Maria foram ver o sepulcro [de Jesus].
E eis que houvera um grande terremoto, porque um anjo do Senhor, descendo do céu, chegou, removendo a pedra da porta, e sentou-se sobre ela. 
O anjo disse às mulheres:
“Não tenhais medo; pois eu sei que buscais a Jesus, que foi crucificado.
Ele não está aqui, porque já ressuscitou, como havia dito. Vinde, vede o lugar onde o Senhor jazia.
Ide pois, imediatamente, e dizei aos seus discípulos que já ressuscitou dentre os mortos. E eis que ele vai adiante de vós para a Galiléia; ali o vereis. Eis que eu vo-lo tenho dito.” (Mt 28:1-2, 5-7)

O anjo que anunciou às mulheres as Boas Novas da ressurreição deu-lhes quatro mensagens:

1- “Não tenhais medo”

A realidade da ressurreição deve trazer alegria para nós, não temor. Quando estiver com medo, lembre-se da sepultura vazia.

2- “Ele não está aqui”

Jesus não está morto, portanto, não deve ser procurado entre os mortos. Ele está vivo, junto ao Seu povo.

3- “Vinde e vede”

As mulheres podiam verificar por si mesmas a evidência da ressurreição. A sepultura estava tão vazia naquele dia quanto está hoje. A ressurreição é um fato histórico.

4- “Ide pois e dizei aos seus discípulos que já ressuscitou dentre os mortos”

Elas deveriam compartilhar a alegria da ressurreição. Nós também devemos divulgar as Boas Novas a respeito da ressurreição do Senhor Jesus Cristo.

Fonte: Bíblia de Estudo – Aplicação pessoal (Ed. CPAD)

Morte gloriosa

Quando chegaram ao lugar chamado a Caveira, ali o crucificaram.
E o povo estava olhando. Os príncipes zombavam dele. E também os soldados o escarneciam, dizendo: Se tu és o Rei dos Judeus, salva-te a ti mesmo. (…)
E, clamando Jesus com grande voz, disse: Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito. E, havendo dito isto, expirou.
(Lc 23:33a, 35a, 36a, 37, 46)

Jesus foi morto em uma cruz, ao lado de dois bandidos, escarnecido, humilhado. Acusado de ser “o rei dos judeus”… Uma ironia. Enquanto os acusadores imaginavam que este era o castigo ideal para aquele que blasfemava afirmando ser o filho de Deus, não puderam perceber que se cumpriam as Escrituras. Se tivessem prestado um pouco mais de atenção nos detalhes teriam percebido, pelas circunstâncias, que aquele a quem culpavam era, na verdade, o próprio Filho de Deus. Bom, ainda que eles tivessem caído em si a tempo, o plano de Deus teria se cumprido, de uma forma ou de outra…

A glória de Jesus se consagrou com sua ressurreição, mas já estava presente durante toda sua vida e foi evidente a cada acontecimento desde a celebração da Páscoa com os apóstolos até sua morte na cruz.

Entrada triunfal

Trouxeram a jumenta e o jumentinho, e sobre eles puseram as suas vestes, e fizeram-no assentar em cima.
E muitíssima gente estendia as suas vestes pelo caminho, e outros cortavam ramos de árvores, e os espalhavam pelo caminho.
E a multidão que ia adiante, e a que seguia, clamava, dizendo:
Hosana ao Filho de Davi; bendito o que vem em nome do Senhor. Hosana nas alturas! 

(Mt 21:7-9)

Quando pensamos em uma entrada triunfal, visualizamos riqueza, nobreza, beleza…

Pode ser um rei coberto por um fino manto vermelho, ostentando sua coroa cravejada de pedras preciosas, montado em um imponente cavalo ou então trazido em uma carruagem, cercado de servos, o povo todo se espremendo para vê-lo e se inclinando diante dele… Certamente essa seria uma entrada triunfal.

Também pode ser uma linda noiva, chegando para o seu casamento, vestida de branco, carregando flores nas mãos e alegria nos olhos. O passo vacilante pelo nervoso, mas seguro pela felicidade de estar se dirigindo ao altar… Sim, é também uma entrada triunfal.

Costuma-se chamar de entrada triunfal a chegada de Jesus a Jerusalém, na semana em que seria preso, espancado e morto na cruz. Entretanto, o que há de triunfal em um homem simples, vestido com roupas comuns, montado em um jumento e se aproximando lentamente da cidade para onde toda Israel se dirigia naquela semana, já era a semana das comemorações da Páscoa? Nada, não havia nada de triunfal naquela cena. Mas ainda assim, sem manto ou coroa, Jesus foi aclamado rei pelo povo, que estava envolvido com os milagres recém praticados pelo Senhor no meio deles.

Possivelmente alguns acreditaram que Jesus seria o seu rei de fato, ou um líder espiritual aqui na terra. Apenas depois aqueles que criam verdadeiramente puderam perceber que o verdadeiro triunfo não foi a chegada de Jesus à Jerusalém, mas sim a sua morte e ressurreição. Jesus triunfou vencendo a cruz e nos presenteou com a salvação. Verdadeiramente triunfal!

Hosana ao Filho de Davi; bendito o que vem em nome do Senhor.
Hosana nas alturas! 

Ressurreição e vida

Disse-lhe Jesus: “Eu Sou a ressurreição e a vida. Quem crê em Mim, ainda que morra, viverá.” (Jo 11:25)

Lázaro era amigo de Jesus, mas não tinha imunidade especial. Jesus frequentava a sua casa, e mesmo assim ele ficou doente. Suas irmãs mandaram um recado para Jesus: Está enfermo aquele a quem amas… Mas ao receber a mensagem, Jesus permaneceu mais dois dias onde estava. Quando chegou, Lázaro já estava morto e sepultado havia quatro dias. Marta, irmã de Lázaro, num tom de censura, diz a Jesus: Se Tu estiveras aqui, meu irmão não teria morrido. Jesus, porém, não chegou atrasado, pois o tempo de Deus não é o nosso.

A ressurreição é um milagre maior do que a cura de um enfermo e a ressurreição de uma pessoa sepultada há quatro dias é uma demonstração indiscutível do poder daquEle que É a ressurreição e a vida. Jesus chorou no túmulo de Lázaro e deu uma ordem expressa: Tirai a pedra. Marta ainda intervém: Senhor, já cheira mal, mas Jesus lhe corrige: Se creres, verás a glória de Deus. Imediatamente, Jesus levanta Sua voz para dentro do túmulo, e grita: Lázaro, vem para fora. Lázaro levantou vivo, a glória de Deus se manifestou, e muitos creram no Filho de Deus.

Fonte: Blog Soli Deo Gloria

Clique aqui e leia a história completa da ressurreição de Lázaro.

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E que tal ouvir uma música inspirada nessa linda história de poder e glória?

Bode expiatório

No dia da expiação dois bodes representavam a maneira de Deus lidar com o pecado dos israelitas. O primeiro bode era sacrificado e por meio dele Deus perdoava os pecados cometidos. O segundo bode era enviado ao deserto, carregando sobre si, simbolicamente, a culpa pelos pecados do povo. Esse último era chamado ‘bode emissário’ e é desta narrativa bíblica que surgiu a expressão ‘bode expiatório’. (Lv 16:5-22)

Esse ritual deveria ser repetido anualmente, para que os israelitas não se esquecessem da verdade – eram pecadores. Nem mesmo o sumo sacerdote poderia considerar-se superior aos seus conterrâneos, já que deveria em primeiro lugar, oferecer sacrifício pelos seus próprios pecados.

Mas Jesus Cristo fez-se carne e veio a este mundo para substituir este sistema imperfeito definitivamente. Sua morte e ressurreição são o sacrifício perfeito – trouxeram perdão e isenção de culpa àqueles que crêem. Jesus tem um sacerdócio permanente. Ele é capaz de salvar definitivamente aqueles que, por meio dele, aproximam-se de Deus, pois vive sempre para interceder por eles. É de um sumo sacerdote como este que precisávamos: santo, inculpável, puro, separado dos pecadores, exaltado acima dos céus. Ao contrário dos outros sumos sacerdotes, ele não tem necessidade de oferecer sacrifícios dia após dia, primeiro por seus próprios pecados e, depois, pelos pecados do povo. E ele fez isso de uma vez por todas quando a si mesmo se ofereceu. (Hb 7:24-27)

É triste pensar que Jesus foi um bode expiatório. Ele não tinha qualquer beleza ou majestade que nos atraísse. Foi desprezado e rejeitado pelos homens. Certamente ele tomou sobre si as nossas enfermidades e sobre si levou as nossas doenças, contudo nós o consideramos castigado por Deus, por ele atingido e afligido.
Ele foi transpassado por causa das nossas transgressões, foi esmagado por causa de nossas iniqüidades; o castigo que nos trouxe paz estava sobre ele, e pelas suas feridas fomos curados.
(Is 53:2-5)

Sim, enquanto homem, humilhado, massacrado, pregado a cruz, Jesus pode ser visto como um bode expiatório, considerado culpado pelos erros de todo o mundo. Mas enquanto Deus, ressurreto dentre os mortos, glorificado acima de todas as nações, Jesus é o Messias, o Salvador, o Filho de Deus.

Jesus padeceu porque nos ama e nos perdoa os pecados porque nos tem como irmãos. Nenhum bode expiatório poderia fazer algo semelhante.

300º dia: Mc 14-16

Os sacerdotes e escribas estavam demasiadamente incomodados com a influência que Jesus exercia sobre a população e com os ensinamentos que divergiam daqueles que se pregava na sinagogas – Jesus enfatizava as leis de Deus, enquanto os sacerdotes difundiam leis de homens (Mc 7:8). Começaram, então, a procurar uma forma de afastar Jesus de seus caminhos, tramando sua prisão e morte. Esse desejo foi antecipado pela ambição de Judas, que selou com um beijo sua traição (Mc 14:45).

Até o meu melhor amigo, em quem eu confiava e que partilhava do meu pão, voltou-se contra mim. (Sl 41:10)

Felizmente para nós, tudo aconteceu conforme a vontade de Deus, para que se cumprissem as escrituras. (Mc 14:49)

Ele foi oprimido e afligido, contudo não abriu a sua boca; como um cordeiro foi levado para o matadouro, e como uma ovelha que diante de seus tosquiadores fica calada, ele não abriu a sua boca. 
(Is 53:7)

Mas o que parece trágico não poderia ter final mais feliz!

Jesus Nazareno, que foi crucificado, já ressuscitou. (Mc 16:6)

Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo!
Conforme a sua grande misericórdia, ele nos regenerou para uma esperança viva, por meio da ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos, para uma herança que jamais poderá perecer, macular-se ou perder o seu valor. Herança guardada nos céus para aqueles que, mediante a fé, são protegidos pelo poder de Deus até chegar a salvação prestes a ser revelada no último tempo. (1 Pe 1:3-5)

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 ♪♪ Ele levou sobre si as nossas dores
Ele levou sobre si, as nossas transgressões
E nós olhávamos para Ele, pensávamos que eram Seus próprios pecados que o levavam ali… Mas foi por mim, e por ti… ♪

265º dia: Ez 37-39

O vale de ossos é uma boa ilustração. Ossos secos, amontoados pelo chão, sendo aos poucos reconstruídos, transformando-se novamente em seres vivos depois de receberem desde os quatro ventos o sopro do espírito. É uma linda mensagem. (Ez 37:1-10)

Não há limites para o poder de Deus. Acaso podem ossos tornar a viver? Ezequiel sabia a resposta: “Ó Soberano Senhor, só tu o sabes” (Ez 37:3b).

Podemos ter ossos, carne e pele e ainda assim estarmos mortos. Mas o Espírito Santo de Deus nos ressuscita e nos dá vida.

Tenham um ótimo dia. Fiquem com Deus!