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Eu espero Jesus

Um professor de escola dominical deu a cada menino em sua aula um Novo Testamento e incentivou cada um deles a escrever seu próprio nome na capa.

Várias semanas mais tarde, depois de convidar repetidamente os meninos a receberem a Cristo como seu Salvador, ele pediu que eles escrevessem estas palavras sob seu nome: “Eu aceito Jesus”. Porém, em vez disso um dos meninos escreveu “Eu espero Jesus”. Ao conversar com o menino, o professor ele percebeu que ele sabia bem o que tinha escrito – Ele não só confiou no Senhor para a salvação, mas esperava que ele estivesse com ele em todos os momentos e para fazer tudo o que Ele havia prometido.

A declaração deste menino é um comentário simples – mas profundo – sobre o verdadeiro significado da fé.

Em Atos 27, vemos a fé esperançosa do apóstolo Paulo. Ele era um prisioneiro sendo transportado de navio para Roma, quando uma violenta tempestade se levantou e ameaçou destruir o navio. Durante a noite, um anjo do Senhor disse a Paulo que todos iriam sobreviver (At 27:23-24). Ele sabia que podia confiar na palavra do Senhor. No meio da tempestade, ele disse, creio em Deus, que há de acontecer assim como a mim me foi dito (At 27:25). E assim foi.

Não deve ser nenhuma surpresa para nós quando Deus guarda a sua palavra. É isso o que devemos esperar dEle.

Fonte: Our Daily Bread

Crer e confessar

Vergonha de ser sal e luz

Ter vergonha de ser cristão não é uma coisa incomum hoje em dia. A sociedade, aos poucos, nos faz tentar ser “normal”. Não queremos chamar a atenção – preferimos passar desapercebidos.

Essa vontade de se misturar com as pessoas “normais” sem ser identificado pode até parecer uma bobagem, uma simples omissão do tipo “se ninguém me pergunta, não preciso dizer que sou cristão” – ledo engano… Ao fazer isso estamos demonstrando vergonha do evangelho de Cristo.

É preciso lembrar as palavras de Jesus para nós e colocá-las em práticaVocês são o sal da terra. Vocês são a luz do mundo (Mt 5:13a-14a). Quando nos escondemos atrás dos costumes e tradições deste mundo, somos como o sal insípido ou como a candeia debaixo de uma vasilha – de nada servimos.

Vivemos para glorificar a Deus. Este é o propósito de nossas vidas. Para isso fomos criados. E não há como glorificar a Deus escondidos atrás de personagens criados para  serem semelhantes a qualquer outra pessoa. Devemos servir de guias para levar os homens até Jesus, e isso só será possível se abandonarmos as máscaras e vestirmos as vestes da santidade, fazendo a diferença no mundo.

E se ainda resta algum motivo que o faça se envergonhar de ser cristão, leia o que Paulo sentia a respeito em Rm 1:16, reflita e decida amar os outros, mostrando a eles a salvação de Jesus refletida em sua vida.

Não me envergonho do evangelho,
porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê
.
(Rm 1:16a)

Tristes mas felizes

Porque a tristeza segundo Deus opera arrependimento para a salvação, da qual ninguém se arrepende; mas a tristeza do mundo opera a morte. (2 Co 7:10)

O sofrimento por nossos pecados pode resultar em mudanças de comportamento. Muitas pessoas sentem tristeza apenas pelos efeitos de seus pecados ou por terem sido surpreendidas pecando (este é o sofrimento sem arrependimento).

Compare o remorso e o arrependimento de Pedro com a amargura e o ato suicida de Judas. Ambos negaram a Cristo. Um se arrependeu e foi restaurado à fé e ao serviço; o outro tirou a própria vida.

Somente em Deus até mesmo a mais profunda tristeza se reverte em alegria. Sofreremos muitas tristezas, mas confiando em Deus, ainda que tristes, estamos felizes pela certeza da vitória!

Adaptado de Bíblia de Estudo – Aplicação pessoal (Ed. CPAD)

Entrada triunfal

Trouxeram a jumenta e o jumentinho, e sobre eles puseram as suas vestes, e fizeram-no assentar em cima.
E muitíssima gente estendia as suas vestes pelo caminho, e outros cortavam ramos de árvores, e os espalhavam pelo caminho.
E a multidão que ia adiante, e a que seguia, clamava, dizendo:
Hosana ao Filho de Davi; bendito o que vem em nome do Senhor. Hosana nas alturas! 

(Mt 21:7-9)

Quando pensamos em uma entrada triunfal, visualizamos riqueza, nobreza, beleza…

Pode ser um rei coberto por um fino manto vermelho, ostentando sua coroa cravejada de pedras preciosas, montado em um imponente cavalo ou então trazido em uma carruagem, cercado de servos, o povo todo se espremendo para vê-lo e se inclinando diante dele… Certamente essa seria uma entrada triunfal.

Também pode ser uma linda noiva, chegando para o seu casamento, vestida de branco, carregando flores nas mãos e alegria nos olhos. O passo vacilante pelo nervoso, mas seguro pela felicidade de estar se dirigindo ao altar… Sim, é também uma entrada triunfal.

Costuma-se chamar de entrada triunfal a chegada de Jesus a Jerusalém, na semana em que seria preso, espancado e morto na cruz. Entretanto, o que há de triunfal em um homem simples, vestido com roupas comuns, montado em um jumento e se aproximando lentamente da cidade para onde toda Israel se dirigia naquela semana, já era a semana das comemorações da Páscoa? Nada, não havia nada de triunfal naquela cena. Mas ainda assim, sem manto ou coroa, Jesus foi aclamado rei pelo povo, que estava envolvido com os milagres recém praticados pelo Senhor no meio deles.

Possivelmente alguns acreditaram que Jesus seria o seu rei de fato, ou um líder espiritual aqui na terra. Apenas depois aqueles que criam verdadeiramente puderam perceber que o verdadeiro triunfo não foi a chegada de Jesus à Jerusalém, mas sim a sua morte e ressurreição. Jesus triunfou vencendo a cruz e nos presenteou com a salvação. Verdadeiramente triunfal!

Hosana ao Filho de Davi; bendito o que vem em nome do Senhor.
Hosana nas alturas! 

Seguros no barco

Logo em seguida, Jesus insistiu com os discípulos para que entrassem no barco e fossem adiante dele para Betsaida, enquanto ele despedia a multidão.
Tendo-a despedido, subiu a um monte para orar.
Ao anoitecer, o barco estava no meio do mar, e Jesus se achava sozinho em terra.
Ele viu os discípulos remando com dificuldade, porque o vento soprava contra eles. Alta madrugada, Jesus dirigiu-se a eles, andando sobre o mar; e estava já a ponto de passar por eles.
Quando o viram andando sobre o mar, pensaram que fosse um fantasma. Então gritaram, pois todos o tinham visto e ficam aterrorizados. Mas Jesus imediatamente lhes disse: “Coragem! Sou eu! Não tenham medo!” 
(Marcos 6:45-50)

Jesus precisava ter tempo para orar. Da mesma forma, nós precisamos também reservar parte de nosso tempo para a oração.

Se Jesus não estiver conosco, seremos lançados em meio às tempestades da vida. Com Jesus ao nosso lado estaremos seguros no barco ou andaremos tranquilamente sobre as águas.

E se, porventura, estivermos afundando no mar da vida, tudo o que precisamos fazer é chamar por Jesus. Ele vai nos salvar.

O poder da palavra

Uma árvore boa dá bom fruto; uma árvore ruim, dá fruto ruim, pois uma árvore é conhecida por seu fruto.
Como podem vocês, que são maus, dizer coisas boas? Pois a boca fala do que está cheio o coração.
Por suas palavras você será absolvido, e por suas palavras será condenado.
(Mateus 12:33, 34b, 37)

O que sai de nossas bocas é muito importante. Tanto que já falamos algumas vezes sobre isso aqui no blog.

Procurar controlar a própria língua é um bom exercício para avaliar os nossos corações e essa busca por dar bons frutos nos aproxima de Deus.

Conheço as suas obras, o seu amor, a sua fé, o seu serviço e a sua perseverança, e sei que você está fazendo mais agora do que no princípio.
(Ap 2:19)

Problemas de língua são muito comuns, mas não podemos nos deixar dominar por ela. Os ramos que produzem maus frutos devem ser cortados fora para que os bons frutos possam crescer saudáveis.

Por suas palavras você será absolvido, e por suas palavras será condenado.

De uma mesma boca poder vir salvação e destruição. Para qual destes caminhos a sua língua o está guiando?

Para a iniquidade, o perdão

Se tu, SENHOR, observares as iniquidades, Senhor, quem subsistirá?
Mas contigo está o perdão, para que sejas temido

Deus tenha misericórdia de nós e nos abençoe; e faça resplandecer o seu rosto sobre nós. Para que se conheça na terra o teu caminho, e entre todas as nações a tua salvação. 

Deus nos abençoará, e todas as extremidades da terra o temerão.

(Salmos 130:3-4 / 67:1-2, 7)

Pura vaidade

Aquele que fez o ouvido não ouvirá?
E o que formou o olho, não verá?

O SENHOR conhece os pensamentos do homem, que são vaidade
Ajuda-nos, ó Deus da nossa salvação, pela glória do teu nome;
e livra-nos, e perdoa os nossos pecados por amor do teu nome

Salmos 94:9,11 / 79:9

Confiança que salva

Acerca de Edom, assim diz o Senhor dos Exércitos: “Será que já não há mais sabedoria em Temã? Será que o conselho desapareceu dos prudentes? A sabedoria deles deteriorou-se?”
(Jr 49:7)

Temã era provavelmente uma cidade conhecida pela sabedoria de seus habitantes. Mas nem todos os sábios deste mundo reunidos podem superar o conhecimento de Deus e evitar que se cumpra a Sua vontade. A sabedoria de Temã não a pôde salvar da ira de Deus.

Para que confiar no nosso falho discernimento quando Deus nos permite desfrutar de Sua infinita sabedoria? Só o Senhor pode nos libertar. Só Ele pode nos salvar.
Creia e confie em Deus!