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Ser um exemplo

Alissa, que tem seis anos de idade, vê muitas vezes seus pais e avós lendo suas Bíblias pela manhã. Certa manhã, ela acordou cedo, antes de todos os outros. A vovó a encontrou sentada na poltrona com sua Bíblia e um livro de devocionais sobre o colo. Ela queria seguir o exemplo de investir o seu tempo com Deus no início do dia.

Timóteo, um jovem pastor, enfrentava pesadas responsabilidades na igreja de Éfeso — treinando novos cristãos, dirigindo a adoração, enfrentando doutrinas falsas. O apóstolo Paulo, mais velho e experiente, deu-lhe instruções sobre como liderar a igreja nessas áreas, mas também mencionou a importância da conduta pessoal. Ele disse: “…torna-te padrão dos fiéis, na palavra, no procedimento, no amor, na fé, na pureza” (1 Tm 4:12).

Paulo desafiou Timóteo: “Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina…” (1 Tm 4:16). Se ele prestasse atenção à sua própria vida espiritual e à doutrina sólida, seria um exemplo de santidade para a família da igreja.

Todos nós somos observados por alguém. Até a Alissa tinha seus irmãozinhos menores para observá-la. Vivamos nossas vidas de maneira tal que aqueles que seguem nosso exemplo possam ajudar outras pessoas em seu caminhar com Deus.

Fonte: Nosso andar diário

Desejo de viver

Certa vez perguntaram a um alpinista do Colorado se ele achava que os alpinistas tinham o desejo de morrer. Ele respondeu: “Na verdade, eles têm o desejo de viver – de viver a vida ao máximo”. Como um alpinista cuidadoso, ainda que aventureiro, ele explicou por que ele considerava que os riscos valiam a pena: “Quando chegar a hora de eu morrer”, disse ele “Eu não desejo descobrir que eu não vivi”.

Quando apóstolo Paulo viajou para Jerusalém, deve ter parecido aos seus amigos mais íntimos que ele tinha o desejo de morrer. Várias pessoas o avisaram do perigo e pediram para que ele não fosse (At 21:4-12). Mas Paulo já tinha se decidido enquanto estava em Éfeso, quando afirmou claramente que o seu objetivo era “cumprir com alegria a carreira e o ministério que havia recebido do Senhor Jesus, para dar testemunho do evangelho da graça de Deus” (At 20:24).

Paulo não correu riscos desnecessários em seu testemunho como cristão, mas ele nunca se esquivou de declarar publicamente sua fé em Jesus Cristo. Seu objetivo não era apostar no seguro e se proteger. Em vez disso, ele viveu para terminar a sua corrida espiritual com alegria, e para completar a tarefa que Deus reservou para ele.

A coragem de Paulo nos desafia a viver para Cristo com abandono altruísta, não apreensão. Essa é a maneira de conhecer realização e alegria definitivas. Será que compartilhamos hoje o desejo de viver de Paulo?

Fonte: Our Daily Bread

Tudo é permitido

O que é pecado? Com frequência não crentes questionam os hábitos de cristãos, taxando-os de radicais, extremistas, etc. A bebida é um caso típico. Usa-se até o milagre de Jesus, ao transformar água em vinho, para sustentar que não há problemas em ser cristão e beber. Bom, de fato, o pecado “beber” não está tipificado na bíblia. Entretanto, este mesmo livro, código de conduta para os que creem, apresenta outros motivos para que um cristão evite beber e também praticar outras ações que possam, de certa forma, escandalizar a sociedade.

  • Em primeiro lugar, devemos nos lembrar de que tudo é permitido, mas nem tudo convém (1 Co 6:12a).

    E porque algo, que não seja exatamente um pecado, não seria conveniente? Bom, eu vejo como o principal motivo o testemunho. Se o que fazemos escandaliza, de alguma forma, aqueles que estão à nossa volta e diminui as chances de que eles vejam Cristo em nós, então essa coisa, definitivamente, não convém! Portanto, se aquilo que eu como leva o meu irmão a pecar, nunca mais comerei carne, para não fazer meu irmão tropeçar (1 Co 8:13).
  • Em segundo lugar, não podemos nos esquecer de que embora tudo seja permitido, não devemos deixar que nada nos domine (1 Co 6:12b).

    A bebida o domina? Afaste-se dela. A comida o domina? Afaste-se dela. Jogos o dominam? Afaste-se deles. Não foi à toa que Salomão afirmou: Porque o beberrão e o comilão acabarão na pobreza; e a sonolência os faz vestir-se de trapos (Pv 23:21). O homem que se deixa dominar pelas coisas deste mundo, qualquer que seja, está perdido.

Que nossas vidas sejam dominadas exclusivamente pelo Soberano Senhor, para que tenhamos discernimento para fazer o que é correto aos olhos de Deus, sempre com o objetivo de disseminar o evangelho, seja com palavras ou com ações.

O poder do testemunho

Os tessalonicenses haviam conhecido a mensagem de Boas Novas durante a segunda viagem missionária de Paulo. Ali, em Tessalônica, se formou uma igreja de grande fé, porque o evangelho não chegou a eles somente em palavra, mas também em poder, no Espírito Santo e em plena convicção (1 Ts 1:5a).

Impedidos de visitar novamente a cidade onde plantaram a boa semente, Paulo e Silas escreveram aos tessalonicenses e não pouparam elogios à boa conduta daqueles cristãos recém convertidos. Entre outros aspectos é ressaltado o bom testemunho daquela igreja local:

Tornaram-se modelo para todos os crentes que estão na Macedônia e na Acaia.
Porque, partindo de vocês, propagou-se a mensagem do Senhor na Macedônia e na Acaia. Não somente isso, mas também por toda parte tornou-se conhecida a fé que vocês têm em Deus. O resultado é que não temos necessidade de dizer mais nada sobre isso, pois eles mesmos relatam de que maneira vocês nos receberam, como se voltaram para Deus, deixando os ídolos a fim de servir ao Deus vivo e verdadeiro,
e esperar dos céus a seu Filho, a quem ressuscitou dos mortos: Jesus, que nos livra da ira que há de vir. 
(1 Ts 1:7-10)

Fé verdadeira resulta em bom testemunho e um bom testemunho fala mais do que mil palavras. Os tessalonicenses são um bom exemplo para nós. Desejamos evangelizar? Então devemos primeiramente cuidar para que nosso testemunho seja aquele que Deus espera de nós e condizente com as palavras que proferimos. Possivelmente iremos perceber que as palavras serão cada vez mais desnecessárias…

FIQUEM COM DEUS

Poder do Espírito

Por causa do que aconteceu no Dia de Pentecostes (descrito em Atos 2), tendemos a associar a presença e poder do Espírito Santo com fenômenos surpreendentes e grandes quantidades de pessoas. Esquecemos que um pouco mais tarde as mesmas pessoas cheias do mesmo Espírito Santo foram rejeitadas, açoitadas, presas e até executadas. Mas, apesar disso tudo, elas foram testemunhas poderosas!

A presença e poder do Espírito Santo podem ser evidenciados em um pregador dinâmico, que atrai grandes plateias. Mas também podem ser vistos no voluntário que exerce ministério individual em uma prisão, na pessoa que testemunha para um vizinho ou colega de trabalho e no professor de escola dominical que fielmente ensina semana após semana.

A orientação e a ajuda de Deus de que precisamos dia a dia são dadas para todos os que creem.

O poder do Espírito de Deus dá poder ao nosso testemunho.

Fonte: Our Daily Bread

Genealogias

As genealogias, em geral, são aquelas partes da bíblia que a gente lê passando o olho, rapidinho. Uma série de nomes estranhos que parecem não ter muito objetivo para estarem registrados. Mas, há muito o que aprender com esses trechos da Palavra de Deus – na verdade, se não fosse assim, eles não estariam ali, não é?

Me interessei pelo assunto, e fiz uma boa pesquisa sobre a genealogia de Jesus, registrada em Mateus 1:2-17 e em Lucas 3:23-38. Descobri tanta coisa que poderia escrever muitos dias apenas sobre este tema. Mas, sem mais delongas, vou reproduzir aqui um texto que gostei muito sobre o assunto.

É interessante observarmos que há uma diferença entre as genealogias de Jesus em Mateus e Lucas, enquanto João nem se preocupa com ela. Será que a intenção dos autores dos Evangelhos influenciou essas diferenças e até mesmo a ausência de uma genealogia para o Cristo?

Mateus escreveu seu Evangelho para os judeus. Ele queria, através de seu testemunho, convencer os Judeus que Jesus era o Messias prometido no Primeiro Testamento. Era sobre Ele que a Lei e os profetas tanto falaram. Em todas as oportunidades, Mateus fez uma conexão dos eventos envolvendo Jesus com alguma profecia do passado que já apontava para a sua vinda. Jesus é o Messias! E para o judeu era importante que o Messias fosse identificado como filho de Davi, filho de Abraão. Mateus, em sua genealogia, busca as origens de Jesus até fazer a conexão necessária, como evidência, de que Jesus era o Messias que os Judeus esperavam.

Lucas escreveu seu Evangelho para os gentios. Uma genealogia que liga Jesus a uma exclusividade judaica não seria uma Boa Nova para quem era excluído e descriminado pelo sistema religioso judaico. Lucas mostra em sua genealogia que Jesus é realmente filho de Davi, filho de Abraão; mas, ele vai mais longe. Jesus é filho de Adão, pai também de todos os gentios!

João escreveu seu Evangelho para provar que Jesus era Deus encarnado. Não havia maior preocupação para João do que provar a divindade de Jesus o Cristo. Em João, Jesus é apresentado como o EU SOU; Ele e o Pai são um; Ele tem poder para perdoar pecados, o que só Deus poderia fazer; como também tinha controle sobre a natureza para controlar tempestades e andar sobre as águas. Jesus não era um ser humano filho de outro ser humano qualquer por mais que sua ascendência fosse da nobreza de Israel. Jesus é o próprio Deus! João ignora a genealogia de Jesus porque seu objetivo é mostrar que antes de seu nascimento humano Ele já existia.
No princípio, antes da criação, até mesmo antes de Davi, Abraão, ou até mesmo Adão existir, Jesus estava com Deus e era Deus!

Fonte: WebSite Teologia Et Cetera, por André R. Fonseca.

Conhecer para obedecer

A obediência é um assunto recorrente entre Cristãos. De fato, é preciso obedecer a Deus de coração. Acontece que o princípio básico do ‘obedecer’ é o ‘conhecer’. Afinal, como será possível obedecer se as regras não forem conhecidas. Então hoje falaremos do conhecer…

Antes de dizer “Me obedeça!” os pais alertam seus filhos a respeito do que deve ser obedecido:

_ Você não pode subir aí. Me obedeça!

Conhecedores de qual é a ‘lei’, os filhos terão plenas condições de obedecê-las ou arcarão com a consequência da desobediência – aliás, não é raro que os pais já antecipem a sentença:

_ Você não pode subir aí. Me obedeça ou vai ficar sem o doce que você gosta.

Algumas vezes, também não raras, os filhos simplesmente não prestam a devida atenção às recomendações e o resultado dessa ignorância consciente é a mesma penalidade recebida no caso do descumprimento deliberado da ordem.

E o que tudo isso tem a ver com obedecer a Deus?
Bom, acho que se trata de uma boa ilustração para entendermos que:

1- Para obedecer a Deus é preciso conhecer Sua Palavra.

Deus já nos deu todas as orientações necessárias para que possamos viver de acordo com Sua vontade. Temos o privilégio de ter a bíblia à nossa disposição. Devemos usar e abusar dela. Não faça de sua bíblia mais um dos enfeites da casa. É um livro poderoso, sim, mas não como objeto e sim como Palavra Viva, mas para que estas palavras façam a diferença em nossas vidas, precisamos saboreá-las a cada dia.

As tuas mãos me fizeram e me formaram;
dá-me entendimento para aprender os teus mandamentos. 
Salmos 119:73

2- Desobedecer tem consequências

Dura realidade. É muito bom manter os olhos fitos apenas nas boas promessas que a bíblia nos traz, mas não podemos desprezar as sentenças que cairão sobre os desobedientes…

Como é feliz aquele que não segue o conselho dos ímpios,
não imita a conduta dos pecadores, nem se assenta na roda dos zombadores!

Ao contrário, sua satisfação está na lei do Senhor, e nessa lei medita dia e noite.
Não é o caso dos ímpios! São como palha que o vento leva.
Por isso os ímpios não resistirão no julgamento,
nem os pecadores na comunidade dos justos.

Pois o Senhor aprova o caminho dos justos,
mas o caminho dos ímpios leva à destruição! 

(Salmos 1:1-2, 4-6)

3- Não ouvir é o mesmo que desobedecer

Quando desprezamos a leitura da bíblia e erramos por desconhecer seus preceitos, estamos em desobediência.

Não basta ter uma bíblia, precisamos ler e compreender seu conteúdo.

Não basta ler a bíblia, precisamos estudar, meditar, decorar e, então, obedecer – vivendo e testemunhando os decretos do Senhor.

A tua palavra é lâmpada que ilumina os meus passos
e luz que clareia o meu caminho. 

(Salmos 119:105)

Na cova dos leões

Texto base: Daniel 6:1-28

Um homem chamado Dario, o medo, tornou-se governador da Babilônia e criou um novo sistema de governo em que Daniel era um dos principais administradores. Daniel se destacou nesta função, tanto que o rei estava planejando promovê-lo acima de todos os outros funcionários do governo. Alguns desses funcionários não gostaram da ideia de ter Daniel, um judeu, como seu superior hierárquico, e, por ciúmes, conspiraram contra ele. Entretanto, logo eles perceberam algo sobre Daniel:

Nunca acharemos ocasião alguma contra este Daniel, se não a acharmos contra ele na lei do seu Deus. (Dn 6:5)

Esse versículo é incrível! Daniel estava tão ligado a Deus, ele era tão próximo do Senhor, que era óbvio para todos, incluindo as pessoas que não gostavam dele, que a única maneira de prejudicar Daniel seria fazer algo contra sua religião.

Perceba que Daniel era conhecido por algo:
Ele era conhecido por abertamente adorar o seu Deus, não importavam as circunstâncias.

Posso lhe fazer uma pergunta simples? Pelo que você é reconhecido?

Quando as pessoas veem você no seu trabalho ou escola, o que eles identificam em você? Será que eles percebem que você defende valores cristãos? Será que mesmo sem identificar ao certo o que você tem de diferente, eles desejam desfrutar da mesma paz e alegria que seu modo de viver inspira?

Voltando a história, Daniel foi promovido tão rápido que outras pessoas ficaram enciumadas e procuravam uma maneira de destruí-lo. Então, eles convenceram o rei a emitir um decreto ordenando que durante um mês ninguém pudesse orar a qualquer deus ou a qualquer homem, exceto o rei. Caso descumprida a ordem, o transgressor seria lançado na cova dos leões. Por ser um funcionário do governo de alto escalão, Daniel soube logo da emissão do decreto. Ele sabia estaria sendo observado, mas o que fez Daniel? Veja o versículo 10:

Daniel, pois, quando soube que o edito estava assinado, entrou em sua casa (ora havia no seu quarto janelas abertas do lado de Jerusalém), e três vezes no dia se punha de joelhos, e orava, e dava graças diante do seu Deus, como também antes costumava fazer. (Dn 6:10)

Daniel não vacilou em sua fé. Ele não mudou nada de sua rotina diária. Apesar do fato de que a pena por desobedecer à nova lei do rei era ser atirado aos leões, Daniel não hesitou por uma fração de segundo. Que FÉ! Que CORAGEM!

Daniel colocou sua fé em ação. Por suas ações, ele estava dizendo: “Eu preferiria morrer devorado por leões vorazes a ousar desobedecer meu Deus, o que seria pecado”. Daniel poderia ter mudado sua rotina diária. Daniel poderia ter adorado Deus secretamente em vez de abertamente, apenas para ficar longe de problemas.

Há muitos cristãos por aí cuja fé é conhecida apenas por eles. São cristãos secretos, adoram a Deus em segredo; mantêm a sua fé para si. Nunca dizem a ninguém que são seguidores de Jesus – Por quê? Talvez por medo, por causa do que os outros podem pensar. Talvez eles estejam preocupados em não ofender alguém que não acredite em Jesus. Ou, o pior, talvez alguns cristãos mantenham a sua fé para si porque têm vergonha dela.

Mas, amados, deixem-me dizer-lhes: Deus não quer cristãos de lábios selados, ele quer que nossa vida esteja em exposição para a Sua glória, para que outros possam ver Jesus em nós, para que eles possam desejar o mesmo Jesus que temos.

Outros estão observando você. O que eles veem em sua vida?

Adaptado de Greenlaw Baptist Church

Fiel ao chamado

O que o profeta Jeremias anunciou a todo o povo de Judá e aos habitantes de Jerusalém foi isto:
Durante vinte e três anos a palavra do Senhor tem vindo a mim, desde o décimo terceiro ano de Josias, filho de Amom, rei de Judá, até o dia de hoje. E eu a tenho anunciado a vocês, dia após dia, mas vocês não me deram ouvidos.
(Jr 25:2-3)

Imagine pregar a mesma mensagem durante 23 anos e ser continuamente rejeitado!

Jeremias enfrentou uma situação como esta, mas, por estar comprometido com Deus, continuou a proclamar: “Converta-se cada um do seu caminho mau e de suas más obras”. Independente da resposta do povo, Jeremias não desistiu. 

Deus nunca deixa de amar-nos, mesmo quando o rejeitamos. Podemos agradecer a Ele por não desistir de nós e, como Jeremias, comprometer-nos a nunca abandoná-lo. A despeito da reação que as pessoas tenham quando você lhes falar a respeito de Deus, permaneça fiel ao elevado chamado que recebeu dEle e continue a testemunhar.

Fonte: Bíblia de Estudo – Aplicação pessoal (Ed. CPAD)

Palavra de amor

Os vivos, somente os vivos, te louvam, como hoje estou fazendo; os pais contam a tua fidelidade a seus filhos. (Is 38:19)

Uma outra versão diz que o pai aos filhos fará notória a tua verdade.

E é assim que a Palavra de Deus se propaga pelos quatro cantos do mundo, de geração em geração. Mesmo tendo atualmente à nossa disposição muitos meios de comunicação em massa, nenhum deles é tão eficiente para levar às boas novas do evangelho do que o calor de uma palavra amiga, dirigida especialmente a alguém a quem amamos. E se amamos nossos filhos e aqueles que estão à nossa volta, desejamos compartilhar com eles a inesgotável graça de Deus, não é?

Ame o Senhor, o seu Deus, de todo o seu coração, de toda a sua alma e de todas as suas forças. Que todas estas palavras que hoje lhe ordeno estejam em seu coração.
Ensine-as com persistência a seus filhos. Converse sobre elas quando estiver sentado em casa, quando estiver andando pelo caminho, quando se deitar e quando se levantar(Dt 6:5-7)

Portanto, também nós, uma vez que estamos rodeados por tão grande nuvem de testemunhas, livremo-nos de tudo o que nos atrapalha e do pecado que nos envolve, e corramos com perseverança a corrida que nos é proposta, tendo os olhos fitos em Jesus, autor e consumador da nossa fé. Ele, pela alegria que lhe fora proposta, suportou a cruz, desprezando a vergonha, e assentou-se à direita do trono de Deus. (Hb 12:1-2)