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O que vem em seguida

Na noite anterior à crucificação de Jesus, dois dos seus discípulos voltaram-se contra Ele. Judas traiu a Cristo, levando os inimigos até Ele (Lc 22:47-48). E Pedro afirmou  três vezes que sequer conhecia o Senhor (Lc 22:57-60).

Mas a diferença em relação ao que ambos fizeram a seguir foi enorme. Pedro chorou lágrimas amargas de arrependimento e, posteriormente, foi gentilmente restaurado (Lc 22:62, Jo 21:15-17). Já Judas enforcou-se (Mt 27:5).

Quando cometemos um pecado, a coisa mais importante é o que fazer a seguir.

Se perdermos a calma e dissermos algo cruel para um membro da família, o que vamos fazer a seguir? Se maltratarmos um colega de trabalho, o que vamos fazer a seguir? Se acharmos que estamos habitando em maus pensamentos, o que vamos fazer a seguir?

Inventar desculpas para justificar o nosso mau comportamento, para culpar a outra pessoa ou para ignorar Deus é apenas adicionar mais pecado ao primeiro.

Quando pecamos, cuidemos para não agravar a situação com outro pecado. Levemos tudo imediatamente ao Senhor em oração de confissão.
O mais importante é o que fazemos em seguida!

Fonte: Our Daily Bread

355º dia: 2 Tm 1-4

Nos últimos dias sobrevirão tempos terríveis (2 Tm 3:1). Sabem o que vai acontecer nestes dias de ‘tempos terríveis’? Vejam só…

“Os homens serão:

egoístas, avarentos, presunçosos, arrogantes, blasfemos, desobedientes aos pais, ingratos, ímpios, sem amor pela família, irreconciliáveis, caluniadores, sem domínio próprio, cruéis, inimigos do bem, traidores, precipitados, soberbos, mais amantes dos prazeres do que amigos de Deus.” (2 Tm 3:2-4)

Não sei vocês, mas eu, quando leio estes versos e observo o mundo ao meu redor, nos jornais, na TV, acredito que estamos muito próximos dos últimos dias, afinal, já vivemos tempos terríveis – e a cada dia tudo fica mais e mais terrível.

Mas então, o que fazer? Que tal seguir os conselhos de Paulo a Timóteo?

Devemos nos afastar do mau e dos homens que o carregam e seguir de perto os ensinamentos do evangelho, com boa conduta, com fé, com paciência, com amor e com perseverança. Devemos pregar a palavra, permanecendo preparados a tempo e fora de tempo para repreender, corrigir e exortar com toda a paciência e doutrina. (2 Tm 3:5b, 10 / 4:2)

Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção e para a instrução na justiça, para que o homem de Deus seja apto e plenamente preparado para toda boa obra. (2 Tm 3:17)

300º dia: Mc 14-16

Os sacerdotes e escribas estavam demasiadamente incomodados com a influência que Jesus exercia sobre a população e com os ensinamentos que divergiam daqueles que se pregava na sinagogas – Jesus enfatizava as leis de Deus, enquanto os sacerdotes difundiam leis de homens (Mc 7:8). Começaram, então, a procurar uma forma de afastar Jesus de seus caminhos, tramando sua prisão e morte. Esse desejo foi antecipado pela ambição de Judas, que selou com um beijo sua traição (Mc 14:45).

Até o meu melhor amigo, em quem eu confiava e que partilhava do meu pão, voltou-se contra mim. (Sl 41:10)

Felizmente para nós, tudo aconteceu conforme a vontade de Deus, para que se cumprissem as escrituras. (Mc 14:49)

Ele foi oprimido e afligido, contudo não abriu a sua boca; como um cordeiro foi levado para o matadouro, e como uma ovelha que diante de seus tosquiadores fica calada, ele não abriu a sua boca. 
(Is 53:7)

Mas o que parece trágico não poderia ter final mais feliz!

Jesus Nazareno, que foi crucificado, já ressuscitou. (Mc 16:6)

Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo!
Conforme a sua grande misericórdia, ele nos regenerou para uma esperança viva, por meio da ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos, para uma herança que jamais poderá perecer, macular-se ou perder o seu valor. Herança guardada nos céus para aqueles que, mediante a fé, são protegidos pelo poder de Deus até chegar a salvação prestes a ser revelada no último tempo. (1 Pe 1:3-5)

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 ♪♪ Ele levou sobre si as nossas dores
Ele levou sobre si, as nossas transgressões
E nós olhávamos para Ele, pensávamos que eram Seus próprios pecados que o levavam ali… Mas foi por mim, e por ti… ♪

183º dia: Os 1-4

Da mesma forma como a esposa de Oséias foi infiel, o traiu, envergonhou e abandonou, assim também agiu o povo de Israel em relação a Deus.

O texto de hoje retrata o povo de Israel como a esposa adultera, os falsos deuses como seus amantes e Deus como o marido traído e abandonado. É uma boa ilustração para a situação.
Israel abandona sua família para ir atrás dos amantes, que lhe dão comida, água, lã, linho, azeite e bebida. Corre atrás dos seus amantes, mas não os alcança; procura por eles, mas não os encontra. Então declara: ‘Voltarei para o meu marido como no início, pois eu estava bem melhor do que agora’ (Os 2:5,7).
Não há lugar melhor do que ao lado de Deus, o amado esposo que provê à sua família o trigo, o vinho e o azeite; que cobre sua esposa de ouro e de prata, (Os 2:8). Aquele que já perdoou o nosso adultério e que deseja se casar conosco para sempre, com justiça e retidão, com amor e compaixão (Os 2:19).