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249º dia: 2 Cr 20-22

Quantas batalhas enfrentamos todos os dias! Quantas coisas há neste mundo que nos levam para longe de Deus! São verdadeiros exércitos: fortes, armados, incansáveis. Multidões de coisas, pessoas, sentimentos tentando nos derrubar a cada instante. Precisamos ser mais fortes do que isso tudo, não é? NÃO. Precisamos somente confiar em Deus. Até porque, procurar em nós tamanha força seria inútil. Sozinhos estamos derrotados. Com o SENHOR ao nosso lado, temos a certeza da vitória.

“Ó nosso Deus, não temos força para enfrentar esse exército imenso que está nos atacando. Não sabemos o que fazer, mas os nossos olhos se voltam para ti.”

Assim diz o Senhor: “Não tenham medo nem fiquem desanimados por causa desse exército enorme. Pois a batalha não é de vocês, mas de Deus.” (2 Cr  20:12, 15)

Louvai ao SENHOR porque a sua benignidade dura para sempre. (2 Cr 20:21b)

235º dia: 1 Cr 4-6

Interessante o relato dos versículos de 1 Cr 5:18-26.

Homens muito valentes, destros na guerra e em grande número saíram para a batalha e venceram. Eles estavam preparados fisicamente, eram fortes, verdadeiros guerreiros, mas tiveram êxito no que buscavam por um motivo ainda mais forte: Venceram porque, na peleja, clamaram a Deus que lhes deu ouvidos, porquanto confiaram nele. Percebam que não foi apenas o clamor que os salvou, mas sim o sentimento sincero de confiança em Deus que habitava nestes guerreiros.

Infelizmente, os descendentes destes homens tornaram-se infiéis para com o Deus dos seus antepassados e se prostituíram, seguindo os deuses dos povos que Deus tinha destruído diante deles. E o seu destino seria o exílio pelas mãos da perversa e temida Assíria.

Muitas lições aprendidas nestas poucas linhas:

Aos infiéis está reservado o exílio.

É preciso estar preparado, mas isso não é o suficiente.

Clamar a Deus, confiando no seu poder, trará a vitória. (lembre-se: a vitória de Deus pode estar presente em uma aparente derrota neste mundo)

228º dia: Jr 37-39

O exílio anunciado pelos profetas se cumpriu. O povo foi levado cativo para longe da terra prometida. Jerusalém foi incendiada; seus muros foram destruídos (Jr 39:8-10).

Jeremias presenciou o cumprimento da vontade de Deus… Fico imaginando o sentimento deste homem diante desta situação. Jeremias sofreu muito por ter decidido obedecer a Deus. Ele foi preso, espancado, ameaçado de morte, quase assassinado (Jr 37:15, 16 / 38:6), mas não deixou de pronunciar as palavras que Deus colocava em seu coração. E agora, vendo tudo se cumprir… Acredito que Jeremias tenha sido invadido por um misto de sentimentos:

- Por um lado a tristeza em ver seu povo oprimido, sua cidade destruída. Como ser humano, seria difícil não se entristecer diante de tamanho sofrimento.

- Mas, por outro lado, a alegria de ter a certeza de que Deus estava operando por meio das mãos dos babilônios; alegria de ter a certeza da vitória, mesmo que as circunstâncias atuais não parececem favoráveis.

Porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo, a nossa fé. (1 Jo 5:4)

154º dia: Pv 8-11

“O ímpio recebe salários enganosos, mas quem semeia a retidão colhe segura recompensa.” (Pv 11:18)

Muitos de nós vive em função de riquezas materiais. Acreditamos que dinheiro e poder são o único caminho para a felicidade. E não posso negar, há sim muitos por aí ‘felizes’ simplesmente por terem dinheiro e poder… Mas, peço a Deus que abra meus olhos para que eu não inveje essa falsa felicidade, pois “morrendo o homem perverso perece sua esperança, e acaba-se a expectação de riquezas.” (Pv 11:7)

Você pode ser pobre ou rico, esse não é o foco. O que importa de verdade é o que guia sua vida. Viver para gerar riquezas passando por cima de tudo e de todos, a ponto de usar meios ilícitos para conseguir o que deseja, te trará falsas vitórias, “porque o salário do pecado é a morte” (Rm 6:23a). Viver para glorificar a Deus, independentemente de sua condição financeira, te garantirá segura recompensa, pois “o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor” (Rm 6:23b).

115º dia: Sl 43-45

O reconhecimento da soberania de Deus em nossas vidas é necessário para que tenhamos plena confiança nEle. O povo de Israel venceu muitas batalhas, mas “não foi pela espada que conquistaram a terra, nem pela força do braço que alcançaram a vitória; foi pela Tua mão direita, pelo Teu braço, e pela luz do Teu rosto, por causa do Teu amor para com eles” (Sl 44:3). Da mesma forma acontece conosco. Deus nos dá vitórias. Tudo o que conquistamos neste mundo não é mérito nosso, mas uma concessão de Deus para nós. Da mesma forma, por vezes Deus nos dá a derrota, mas não porque nos odeia e sim porque deseja nos corrigir e nos fazer voltar ao caminho da vida. Tudo por causa do Seu amor para conosco!

“Envia a tua luz e a tua verdade; elas me guiarão e me levarão ao teu santo monte, ao lugar onde habitas” (Sl 43:3)

91º dia: 1 Sm 21-24

Davi não era um homem perfeito, como bem sabemos, mas era uma pessoa íntegra, humilde e que confiava em Deus. No texto de hoje podemos ver um dos erros da vida de Davi: Ele mentiu para o sacerdote (1 Sm 21:2) e a consequência dessa mentira foi o extermínio de Aimeleque, de toda sua família e ainda a destruição da cidade de Nobe (1 Sm 22:15-19). Ainda ssim, as virtudes de Davi, que ainda não era o rei, são notáveis e nos servem de exemplo. Entre elas, a mais importante: Ele consultava a Deus antes de tomar suas decisões (1 Sm 23:2,4, 11, 12). Davi sabia que vitórias e derrotas não estavam em suas mãos e reconhecia a soberania de Deus em sua vida. Não é um bom exemplo?

90º dia: 1 Sm 17-20

A bíblia é cheia de histórias heróicas… E o herói de hoje é Davi, que defendeu o povo de Israel contra os filisteus ao derrotar Golias (1 Sm 17:8-10,50). O gigante Golias, que já causava temor pela altura, ainda por cima carregava sobre si uma pesada armadura e levava consigo arma imponente, isso sem contar que à sua frente seguia um escudeiro, para protegê-lo (1 Sm 4-7). Do outro lado, Davi, garoto jovem e ruivo, vestindo suas próprias roupas, ou seja, o uniforme de um pastor de ovelhas (incluindo o cajado); levava consigo umas pedrinhas e uma atiradeira (1 Sm 17:40). Mas, mesmo diante das circunstâncias improváveis, foi Davi, e não Golias, quem venceu a luta. E isso porque levou para o confronto a mais poderosa de todas as armas: E Davi disse ao filisteu: ‘Você vem contra mim com espada, com lança e com dardo, mas eu vou contra você em nome do Senhor dos Exércitos, o Deus dos exércitos de Israel, a quem você desafiou. Todos que estão aqui saberão que não é por espada ou por lança que o Senhor concede vitória’. (1 Sm 17:45)

72º dia: Js 6 a 9

Triste o início do texto de hoje: Mas os israelitas foram infiéis com relação às coisas consagradas (Js 7:1). A cobiça de um homem trouxe muitas consequências… Na batalha contra Ai, Israel foi derrotado e muitos homens morreram. A conquista da terra prometida mal havia começado e os tropeços desse povo teimoso já mostravam que não seria fácil. Josué mais uma vez prepara o ataque contra Ai, dessa vez, com o povo santificado e sob o comando de Deus (Js 8:1): a vitória era certa! E assim foi… Que melhor jeito de encerrar uma batalha do que agradecendo a vitória concedida? Um altar foi construído para o Senhor e ali os israelitas adoraram ao Deus verdadeiro, que lhes deu a vitória.

49º dia: Nm 4 a 6

Os levitas foram separados por Deus para o serviço no tabernáculo: seriam eles os responsáveis por desmontar, guardar, carregar e remontar tudo durante a caminhada do povo pelo deserto. Não bastavam exércitos para que a guerra fosse vencida, era necessário manter a presença de Deus no meio do povo. O serviço dos levitas não era mais ou menos importante que os das demais tribos, tudo era necessário. Preparar-se fisicamente e com artefatos não bastaria se Deus não estivesse presente… Da mesma forma, pedir que Deus lhes desse a vitória sem ter se preparado para conquistá-la, não seria o suficiente. Precisamos depender de Deus e acreditar no seu poder de nos dar tudo o que precisamos, mas também precisamos estar prontos para atender os Seus pedidos afinal, Deus age por meio de nós.